domingo, 21 de junho de 2020

“O Limite da Traição” é um drama sem grandes pretensões, mas que merece ser visto


O LIMITE... DA MINHA PACIÊNCIA | Crítica "O Limite da Traição ...
Isolamento há 3 meses, pandemia ainda grassando o país, a hastag #FiqueEmCasa continua em alta, então os filmes continuam sendo uma ótima opção para passar o tempo e esquecer um pouco o retiro forçado

As opções na TV aberta são escassas, mas nos canais por assinatura e, principalmente na Netflix, o cardápio é variado e para todos os gostos. Dos filmes de ação com muitos tiros e pancadaria até os clássicos do faroeste, há películas em todos os segmentos da sétima arte.

Um dos filmes do gênero drama, é O Limite da Traição, onde Grace Waters (Crystal Fox) é o pilar de longa data de sua comunidade na Virgínia, que enfrenta com classe a mudança de seu ex-marido e sua amante. Um dia, com a ajuda de sua melhor amiga, Sarah (Phylicia Rashad), ela tenta se colocar em primeiro lugar e conhece um novo interesse amoroso. Entretanto, Grace seu novo marido consegue destruir sua vida profissional e, principalmente, seu emocional. Trancada em uma cela, ela aguarda pelo seu julgamento por um assassinato, tendo como sua única esperança de vingança uma defensora pública inexperiente chamada Jasmine Bryant (Bresha Webb).

Enredo
O Limite da Traição Netflix filme - Filmes-Online.pt
Na trama, a inexperiente advogada Jasmine Bryant (Bresha Webb) se torna a encarregada de um caso de Grace Waters, que está em evidência na mídia. A personagem, uma mulher mais velha que aparentava não ter defeitos, é acusada de assassinar brutalmente o marido (Mehcad Brooks) e sumir com o corpo. 
A resolução parece ser simples, principalmente quando Grace assume a autoria do crime e aceita que um acordo seja feito para que ela fique encarcerada perto da família. É aí que Jasmine, mesmo contra a vontade do chefe, resolve investigar um pouco mais e, bem, nem tudo é o que parece.

O espectador conhece a história de Grace narrada por suas memórias e aprende que Shannon, o falecido, é tão charmoso quanto pilantra. Em poucos minutos, vamos do golpe dado pelo amante nem-tão-bonzinho-assim à jovem que quer se provar como profissional e salvar a sua cliente.

Não se trata de nenhuma obra de arte do cinema, mas quem o assiste, não fica imune ao drama de Grace e aguardando o desfecho da história, que tem seu melhor momento nas reviravoltas do terceiro ato. Não crie muitas expectativas, mas vale a pena ver o filme.

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