terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Os mais cruéis e sanguinários Imperadores da Roma Antiga


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Apesar dos ‘ridículos tiranos’, os antigos romanos foram responsáveis por alguns dos avanços mais importantes da história. Sua arquitetura, política e cultura ainda exercem influência em todo o mundo

Mas nem tudo são flores e, apesar do seu valioso legado, o Império Romano também deu à luz imperadores cruéis e o cinema em especial, tem mostrado ao longo dos anos, várias atrocidades cometidas e autorizadas por dirigentes da Roma Antiga.

Há 20 anos, Ridley Soft dirigiu o ótimo “Gladiador”, onde Joaquin Phoenix vive um imperador extremamente cruel, - com requintes que incluem um incesto, - e que não hesita em aniquilar quem cruza o seu caminho.

A história está repleta dessa estirpe de déspotas e assassinos, entre os quais destacam-se os três seguintes:

Tibério
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Tibério Cláudio Nero César, segundo imperador de Roma, governou o Império Romano durante 23 anos, de 14 d.C. até 37 d.C. Ele chegou ao poder após uma série de mortes e intrigas familiares, e seu governo se destacou pela proibição das religiões e a perseguição aos astrólogos. Os historiadores da época descreveram a extrema importância que esse imperador deu à satisfação de seus desejos, a ponto de criar o cargo de “Intendente de Prazeres”. Tibério desconfiou de tudo e de todos, assassinando com crueldade senadores e colaboradores, incluindo alguns de seus descendentes. Aos 77 anos, ele morreu em circunstâncias suspeitas: historiadores sugerem que ele foi sufocado por um complô entre seu conselheiro pessoal e Calígula. 
Calígula Resultado de imagem para imperador caligula biografia
Calígula, o terceiro imperador de Roma, governou o Império Romano durante somente 4 anos, de 37 d.C. a 41 d.C. Ele herdou o poder após a morte de Tibério, que havia determinado que Calígula governasse junto com seu primo Tibério Gêmelo. Mas, para governar sozinho, Calígula mandou matar o primo. O historiador Sêneca descreveu o sadismo com que Calígula atormentava os que o rodeavam. Ele possuiu praticamente todas as mulheres que conheceu, incluindo a prometida de um amigo, a qual raptou em plena festa de casamento e a proclamou sua esposa. Guardava em seus armários amplas coleções de venenos, com os quais assassinava listas intermináveis de homens, mulheres e crianças. Calígula chegou a proclamar-se deus supremo e criou um templo para sua própria adoração. Foi assassinado por um capitão da Guarda Pretoriana.

Nero
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Nero, o último imperador da dinastia júlio-claudiana, governou Roma durante 14 anos, de 54 d.C. até 68 d.C. No poder, governava sob forte influência da mãe, Agripina, a Jovem. No ano 59 d.C., mandou matá-la, pois acreditava que ela faria oposição ao seu casamento com Popeia Sabina. Nero também teria matado seu meio-irmão, Britânico. Ele se considerava um ser todo poderoso e adorava ser amado pelo povo, o que o levou a perdoar a vida de muitos gladiadores. Após assassinar sua mãe, Nero se tornou um severo tirano e realizou gigantescas matanças. Seu governo é geralmente associado à tirania e à extravagância. A maioria dos historiadores romanos antigos, como Suetônio e Cássio Dio, oferecem relatos extremamente negativos de sua personalidade. Tácito afirma que o povo romano o considerava compulsivo e corrupto. Ele também foi acusado por alguns historiadores de ser o responsável pelo grande incêndio que devastou Roma em 64 d.C. Ele se suicidou em 9 de junho de 68 d.C., quando soube que havia sido julgado à revelia e condenado à morte como inimigo público, tornando-se o primeiro imperador romano a se suicidar.
Fonte: MSN 
Imagens: Shutterstock.com, Giovanni Dall'Orto, via Wikimedia Commons e cjh1452000, via Wikmedia Commons


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