quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Centro Integrado Assis Chateaubriand: um marco na educação de Feira de Santana, completa 50 anos em 2019


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Em dezenove de setembro de 1969, foi inaugurado em Feira de Santana – Bahia, o Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand (C.I.E.A.C.), um divisor de águas na educação pública da segunda cidade do Estado

Ao cortar a fita inaugural, o governador Luís Viana Filho afirmou que “ ... a Bahia homenageia não apenas a figura do grande brasileiro , mas acima de tudo, reverenciava o seu grande exemplo como jornalista e educador Assis Chateaubriand...”

Num pronunciamento feito perante dezenas de autoridades e cerca de mil estudantes perfilados em memória do fundador dos Diários Associados, o governador lembrou o carinho especial do jornalista Assis Chateaubriand para com as coisas da Bahia e, em particular, o seu amor declarado à cultura e à gente de Feira de Santana.

Ao descerrar o retrato de Assis Chateaubriand no salão principal do novo educandário, o jornalista Odorico Tavares agradeceu em nome dos Diários Associados do Brasil e lembrou dois exemplos do amor do homenageado por Feira de Santana: o Aeroclube e o Museu Regional, que possui um dos maiores acervos culturais do País.

O nome de Assis Chateaubriand está definitivamente inscrito entre os grandes beneméritos de Feira. Seus artigos sobre a cidade são citados com frequência, principalmente aquele publicado as vésperas da inauguração do museu: “Feira de Santana está com o Cão”.

50 anos de história
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Nesse meio século de existência, o Assis, como é conhecido pela população feirense, formou uma plêiade de profissionais que se destacaram em diversas áreas como medicina, direito, engenharia, administração e economia, entre tantas outras.

O Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand está localizado no bairro do Sobradinho, possui 3271 alunos (segundo dados do Censo Escolar de 2018) em Ensino Fundamental II, Ensino Médio e EJA. A escola possui 5 avaliações de pais e alunos e nota média de 4.86.

O filho do Vale do Jiquiriçá Gilton Della Cella lança seu novo trabalho, “Seu tempo”


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Ele veio ao mundo na cidade de Ubaíra-Ba, no verde vale do Jiquiriçá e botou a cara no sol em 1984 no Festival dos Bancários da Bahia, onde arrebatou o 2º lugar com a música “Grande Circo Brasileiro” e, para fechar com chave de ouro, ganhou também naquela noite o prêmio de melhor letrista

Em 1997 voltou a vencer o mesmo festival desta vez com a música “Canto de Açoite”, interpretada por Anna Magdalla, aliás, nos festivais, Gilton Della Cella teve presença marcante, vencendo o Festival Disparada – 1984, promovido pelo Sistema Nordeste de Comunicação , com a música “Destino Lavrador” , de parceria com Kleber Ramos e Renato Fechine , festival de música de Itaberaba 1984 e 1985 com as músicas “Grande Circo Brasileiro” e “Canto de Açoite”, participante do projeto Banco de Talentos, promovido pela Febraban em 1994-1998-2000-2002-2004 e 2006, com apresentações no Memorial da América Latina, Tom Brasil e Citibank Hall –São Paulo, sob a batuta dos maestros Nelson Ayres e Marco Romera.

Selecionado pelo projeto Circuito Cultural Banco do Brasil – 2003, dividiu o palco com Luiz Melodia. Classificado no festival da rádio Educadora da Bahia em 2004, 2005 e 2006 com as músicas “Brasis” e “Navegador de Sonhos” e “Solidão Pirata”; classificado no festival Canta Nordeste 1996; finalista dos festivais de Serra Negra-SP-2004, Toledo-PR –2004 e Tatuí-SP 2005, Seabra-BA 2007, Ribeirão Preto-SP 2007, Angra dos Reis-RJ 2007, Festival de samba paulista no Tuca-SP 2007, Garanhuns-PE 2007.

Novo trabalho
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Em parceria com Marcelo Nunes, Gilton compôs e está lançando “Seu tempo”, uma música que, conforme sua própria definição, é um convite à reflexão. Antenado com os novos caminhos da música, o álbum “A Boca e o Beijo” já está disponível na net para baixar e ouvir, assim como outros trabalhos desse baiano de fibra.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

No último dia 31, o Brasil celebrou o nascimento de um dos seus maiores expoentes musicais, o “O Rei do Ritmo” Jackson do Pandeiro


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Artista multifacetado, o cantor, instrumentista e compositor, Jackson do Pandeiro, desbravou o cenário musical do sul do país, sem abrir mão da sua proposta de música genuinamente Nordestina

Jackson nasceu em Alagoa Grande, Paraíba e era filho do oleiro José Gomes e da cantora de coco pernambucana Flora Mourão (Glória Maria da Conceição) e, quando pequeno, gostava de assistir aos emboladores de coco e repentistas na feira da cidade, assim como adorava cinema, principalmente os filmes de faroeste: “Na época eu brincava de artista, naquele tempo do cinema mudo.

E ele narra o início da sua trajetória: “Então tinha aquele pessoal do faroeste, e todo menino fazia suas quadrilhas, de índio, de chefe de quadrilha, de bandido, e eu era então o Jack Perry. Comprei um chapelão de palha, um revólver de madeira, e a gente brincava. Depois fui crescendo, tinha que ajudar minha mãe a dar de comer à moçada e tive que trabalhar. Parei com a brincadeira mas fiquei com o nome Jack, só J-a-c-k. Comecei a tocar pandeiro e os caras: – Come que é, e aí, Jack, Jack do Pandeiro… Fiquei sendo Jack do Pandeiro”.
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Em 1939, utilizando o nome artístico de Jack do Pandeiro, passou a fazer dupla com o irmão mais velho de Genival Lacerda, José Lacerda, começando a fazer sucesso em Campina Grande. Quando se mudou para o Recife, Pernambuco, em 1948, para trabalhar na Rádio Jornal do Commercio, passou a adotar o nome artístico de Jackson do Pandeiro, considerado de maior efeito sonoro, formando uma dupla com o já famoso compositor e apresentador Rosil Cavalcanti.

Gravou dezenas de músicas que fizeram sucesso nacional como O canto da ema (Ayres Vianna e João do Valle), Chiclete com banana (Gordurinha e Almira Castilho) e Cabo Tenório e Moxotó (Rosil Cavalcanti); 1 a 1 (Edgar Ferreira); Forró em Caruaru (Ze Dantas); Como tem Zé na Paraíba (Manezinho Araújo e Catulo de Paula), Casaca de Couro (Rui de Morais e Silva); Meu enxoval (Gordurinha e José Gomes); 17 na corrente (Edgar Ferreira e Manoel Firmino Alves); Coco do Norte (Rosil Cavalcanti); O velho gagá (Almira Castilho e Paulo Gracindo), Vou ter um troço (Arnô Provenzano, Otolindo Lopes e Jackson do Pandeiro) entre muitos outros.
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Expoentes da Música Popular Brasileira, como Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, gravaram alguns dos seus sucessos e ele tocou pandeiro na gravação de vários trabalhos de estúdio, a exemplo do primeiro disco de Elba Ramalho, “Ave de Prata”, lançado em 1979.

Em Portugal, a apoteose estrondosa de 'Jojo Rabbit'


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Uma comédia com Hitler como amigo imaginário foi ovacionada de pé no Festival de Toronto. Chama-se Jojo Rabbit, de Taika Waititi, e é mais um filme no congestionamento da antecâmara dos Óscares, juntamente com Le Mans '66: O Duelo e Knives Out

Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Jojo (Roman Griffin Davis) é um jovem nazista de 10 anos, que trata Adolf Hitler (Taika Waititi) como um amigo próximo, em sua imaginação. Seu maior sonho é participar da Juventude Hitlerista, um grupo pró-nazista composto por outras pessoas que concordam com os seus ideais. Um dia, Jojo descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma judia (Thomasin McKenzie) no sótão de casa. Depois de várias tentativas frustradas para expulsá-la, o jovem rebelde começa a desenvolver empatia pela nova hóspede.

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Ocaso mais sério do TIFF foi e vai ser até ao final Jojo Rabbit, de Taika Waititi, com Scarlett Johansson e Sam Rockwell. O tal filme sobre um menino nazi na Alemanha da Segunda Guerra Mundial que tem como amigo imaginário Adolf Hitler (interpretado pelo próprio Taika Waititi) é também uma história de amor e amizade entre o menino fã da suástica e uma rapariga judia escondida no seu sótão. 


Farsa antiódio com comicidade de gozo puro à crueldade do III Reich, Jojo Rabbit é das coisas mais originais e provocadoras de humor que um filme de uma major americana (a Fox) teve coragem de lançar. Humor que contagia, mas que também arrepia, um pouco como também acontecia com A Vida É Bela, de Benigni. Mas nesta sátira há o nonsense contemporâneo muito ao estilo do humor de Waititi (quem tiver visto o último Thor ou What We Do in the Shadows vai compreender...), capaz de aplicar coordenadas pop ou o disparate mais absurdo. 

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Jojo Rabbit situa-se entre os limites do humor correto e a fina linha que pode ofender. É óbvio que está do lado do universo judeu e do seu próprio código de humor, mas também recorre aos Beatles e a David Bowie (na sua versão alemã de Heroes) para baralhar tudo. O resultado é uma montanha-russa de gargalhadas e de momentos para nos deixar em pele de galinha. 


Uma ode à coragem de todas as mães e ao espírito de resistência de quem já foi vítima de opressão. Não poderia ser o objeto mais atual para estes dias, mesmo quando, paradoxalmente, homenageia o espírito das comédias dos ZAZ (em especial Top Secret - Ultra Secreto) e a tradição de Mel Brooks.

Concorrente da Netflix, a Apple revela o Apple TV+ como a grande novidade do setor


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O serviço de vídeos por assinatura da Apple no novo app Apple TV dará aos usuários acesso a séries, filmes e documentários originais e exclusivos

Durante o evento da Apple desta terça-feira, 10 de setembro, a gigante de Cupertino finalmente apresentou novidades mais concretas a respeito de data de lançamento e preço do seu serviço de streaming de filmes e séries que chega este ano para competir com gigantes da indústria como a Netflix, o Apple TV Plus.

No palco, o CEO da Apple Tim Cook confirmou que o TV Plus será lançado no dia 1 de novembro pelo preço de apenas US$ 4,99 (R$ 20) na inscrição familiar, valor muito inferior ao plano mais popular da Netflix nos Estados Unidos, que custa US$ 12,99 (R$ 53) e também inferior ao já competitivo valor da inscrição do Disney Plus, que será lançado no dia 12 e novembro por US$ 6,99 (R$ 24).

No dia do lançamento do serviço de streaming da Apple, produções originais da plataforma estarão disponíveis, incluindo The Morning Show com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, além do drama Dickinson sobre a poeta Emily Dickinson. Claramente a Apple não terá uma diversidade de catálogo tão grande como o que veremos no Disney Plus, mas seus conteúdos originais de alta qualidade deverão chamar muita atenção.

Mas a empresa está empenhada em apresentar produções cada vez melhores: segundo o Bloomberg, a Apple elevou o seu orçamento de US$ 1 bilhão para US$ 6 bilhões, e há informações de que a empresa esteja gastando uma quantia aproximada de US$ 15 milhões de dólares por cada episódio de suas séries atuais, incluindo não apenas o The Morning Show como também a nova série See, uma ficção científica com Jason Momoa.

Apple planeja apresentar novas séries, filmes e produções originais a cada mês, e o sistema de liberação de episódios será semanal, diferente da estratégia da Netlix em oferecer toda a temporada de uma só vez, mas próxima ao que outros serviços como Amazon Prime Video e Hulu adotam.

Durante o evento, a Apple afirmou que aqueles que comprarem os novos iPhones terão acesso gratuito ao TV Plus durante um ano.
Lançamento no Brasil?

Segundo Thássius Veloso, o Apple TV Plus será lançado no Brasil por apenas R$ 9,90 a partir do dia 1º de novembro junto com os 100 primeiros países. Mais informações e detalhes devem ser divulgados em breve.

Referência: tudocelular.com