domingo, 20 de janeiro de 2019

“Ressureição” | A saga de Jesus Cristo vista por outro prisma


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O mundo do cinema está repleto de filmes que abordam a história de Jesus Cristo, a exemplo de Jesus de Nazaré, Jesus Cristo Superstar, A Última Tentação de Cristo, A Paixão de Cristo, entre tantas outras

Desde 2016, chegou ao Brasil Ressurreição que narra a história de um ângulo um pouco diferente. Não mostra o nascimento de Cristo, crescimento, pregações ou encontros com apóstolos, mas já começa mostrando a crucificação do filho de Deus, a ressurreição e as consequências daí advindas.


A trama se passa no ano 33 DC e foca sua atenção, como o próprio título já diz, na ressurreição de Cristo. Após crucificá-lo, o exército romano deseja afastar qualquer ideia de que Jesus seria alguém especial ou objeto de fé.

A grande preocupação de Pilatos é afastar os boatos de que ele iria ressuscitar em três dias, os romanos decidem vigiar seu corpo, para provar que não tem nada de especial. No entanto, ele acaba desaparecendo. Diante disso, o oficial Clavius (Joseph Fiennes) é designado a encontrar seu corpo e abafar todos aqueles que idolatram Cristo.

Para cumprir as ordens de Pilatos, Clavius parte para um inquisição geral com requintes de maldades, até que ele mesmo testemunha a ressurreição, muda seu comportamento e o filme ganha um novo viés.


Orçamento modesto Imagem relacionada

Conhecido pelos trabalhos em Shakespeare Apaixonado e Elizabeth, Fiennes realiza uma performance competente e com algumas boas cenas, mas não passa disso. Destaque para o neozelandês Cliff Curtis(Fear The Walking Dead), que interpreta Cristo. Se não entrega uma atuação magistral, a escolha é interessante pela escolha de um ator com o tipo diferente daqueles loiros de olhos azuis que, no geral, interpretam Jesus Cristo.

Risen (no original) é um filme com bons cenários e figurinos. Ao mesmo tempo, é tudo muito simples. Não se trata de um mega-orçamento. De qualquer forma, é um filme que não ofende, mas também não tenta catequisar ninguém. Conta uma história. Tudo é muito simples e o ritmo não é bom, principalmente pelos 108 minutos de duração, mas não é algo ridículo, como tem sido a grande maioria dos filmes religiosos lançados nos últimos tempos.

Referência: adorocinema.com.br

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