sábado, 18 de agosto de 2018

Festival de Gramado 2018: a busca pelo Kikito já começou


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Mantendo a tradição da Orquestra de Gramado tocando clássicos do cinema e a presença de autoridades, foi aberto na tarde da última sexta-feira (17) o 46º Festival de Cinema de Gramado

O evento que reúne o melhor da produção do audiovisual brasileira, gaúcha e latina, começou mostrando uma das marcas desta edição: a inclusão. Considerado o Festival mais inclusivo da história, o protocolo foi aberto por Carilissa Dall’ Alba, do movimento “Legenda para quem não ouve mas se emociona”, que r importância de políticas e iniciativas inclusivas para aproximar o cinema de pessoas com deficiência.

Tendo a Itália como país convidado de honra, o 46º Festival de Cinema de Gramado foi aberto com a exibição de dois longas-metragens brasileiros inéditos no circuito nacional. Fora de competição "O Grande Circo Místico", de Cacá Diegues, é inspirado no poema de Jorge de Lima, e com trilha sonora de clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo. O filme conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras. A segunda produção a ser exibida será "A voz do silêncio", de André Ristum, que é o primeiro filme em competição a ser projetado neste ano.


Convidada especial: Itália

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A Itália, por sua vez, será homenageada nas tardes da quinta e da sexta-feira (23 e 24 de agosto), quando ocorrerá a exibição de dois filmes italianos. O primeiro será "Hotel Gagarin", de Simone Spada. Na trama, cinco italianos em busca de sucesso são convencidos por um que se diz produtor a gravar um filme na Armênia. Uma vez chegados ao Hotel Gagarin, isolado na floresta, explode uma guerra e o produtor foge com o dinheiro.


Já na segunda, a Mostra Itália apresenta "Made in Italy", de Luciano Ligabu, cujo protagonista, Riko, é um homem com grandes virtudes, mas com pouca sorte, encalhado em um trabalho que não lhe permite manter a família e em luta contínua contra uma sociedade que não o representa.


"A história do nosso cinema começa já na época dos irmãos Lumière. O nascimento de Cinecittà abre uma nova fase de produção. Graças ao cinema neorrealista do pós-guerra, ao cinema de autor de meados da década de 1950, até o final da década de 1970, e à "commediaall'italiana", o cinema italiano atinge uma posição de grande prestígio nacional e internacional", explicou o embaixador italiano no Brasil, Antonio Bernardini, que lidera a comitiva do país em Gramado.

Referência: www.terra.com.br

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