domingo, 29 de abril de 2018

Triste fim de carreira: os 73 anos da execução pública de Mussolini


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Um dos personagens centrais da ascensão do fascismo na Europa, o ex-todo poderoso Benito Mussolini morreu fuzilado pelos próprios italianos no dia 28 de abril de 1945

Desde 1943, com o avanço das tropas aliadas sobre a Itália, quando foi tirado do governo e preso pela liderança do partido fascista da Itália, Benito Mussolini tornou-se um fugitivo. Resgatado da prisão pelo exército nazista, ele se refugiou no norte do país, onde tentou resistir. Em 1945, no entanto, a situação ficou insustentável e ele resolveu deixar a Itália. 


Disfarçado, Mussolini deixou Milão e partiu em um comboio de soldados alemães, ao lado da companheira Clara Petacci, em direção à fronteira com a Suíça. Mas não iria muito longe: o comboio foi interceptado e Mussolini e Clara foram descobertos e presos por membros da resistência italiana, em 27 de abril de 1945, próximo ao vilarejo de Dongo. "A 52ª Brigada Garibaldina me capturou hoje, sexta-feira, 27 de abril, na praça de Dongo. O tratamento durante e depois da captura foi correto. Mussolini", escreveu no último documento assinado por ele, um bilhete encontrado em maio de 2003.

Rito sumário
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Julgado sumariamente, Mussolini foi fuzilado ao lado de Clara e dos homens que os escoltavam no dia seguinte, no vilarejo de Giulino di Mezzegra. Na madurada do dia 29, seus corpos foram levados até Milão, onde permaneceram expostos ao público, amontoados em uma pilha, em um posto de gasolina da praça de Loreto. Uma multidão chutou, baleou, cuspiu e urinou nos corpos, que depois foram pendurados de cabeça para baixo em uma viga de metal. 

As circunstâncias da morte de Mussolini foram investigadas por um tribunal do júri de Pádua, em maio de 1957, mas o processo não chegou a uma conclusão. Até hoje, não se sabe quem de fato disparou os tiros. Entre os italianos, a versão "oficial" é de que Walter Audisio executou Mussolini, obedecendo a uma ordem do Comando Geral da resistência. Alguns historiadores italianos acreditam que Michele Moretti, outro membro, teria dado os tiros. Outros, como Renzo De Felice, que escreveu a biografia de Mussolini, suspeitam de que a execução tenha sido tramada pelo serviço secreto britânico em conjunto com a resistência italiana.

Referência: aventurasnahistoria.com.br

sábado, 28 de abril de 2018

Jessier Quirino e Bráulio Bessa: viva o talento e a cultura do Nordeste!


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Um é Arquiteto, o outro Analistas de Sistemas, mas duas mentes brilhantes que vivem e respiram a verdadeira cultura Nordestina, preservando valores, crenças e costumes daquela região do país

Particularmente, considero Jessier Quirino como integrante da tríade dos maiores poetas paraibanos, ao lado do imortal Ariano Suassuna e do “poeta do necrotério, Augusto dos Anjos. Como ele mesmo autodefine-se, é arquiteto por profissão, poeta por vocação, matuto por convicção.

A inspiração do nome veio da folhinha no ano de 1954, na cidade de Campina Grande PB, mas declara-se filho adotivo de Itabaiana também na Paraíba, terra que adotou como domicílio desde 1983. O bacharelado em Arquitetura não o afastou da cultura popular e ele navega com rara desenvoltura no âmbito sinuoso dos matutos.

Palavras do poeta: “Mesmo não parecendo, sou desses cabras tímidos. Na infância vivia escondido feito segredo de abelha e era desconfiado feito doido em cemitério. A poesia me deixou um pouco mais solto, mas ainda hoje sou caseiro e reservado ou como diz o matuto: amoitado, feito carneiro que tomou bicho na capação.”

“Admirações e querenças tenho aos montes. Malquerença nenhuma. Não cultivo essas “lixas doze” que tornam a vida áspera e tediosa.”

“Sempre fui de recitar, de colocar inflexão e força no ato declamatório; sempre fui de formar pequenas plateias feito vendedor de casca de pau. Trabalhar isso e com humor era uma arma para me impor diante dos colegas superando assim minha timidez. A plateia foi aumentando e hoje encaro público numeroso feito político ladrão.”


As suas impagáveis obras são de uma habilidade rara em extrair momentos do universo “matuto”, falando a sua linguagem e respeitando os seus valores e crenças. 


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Essas são as principais poesias do Jessier e, logo depois a letra da mais popular delas, “Paisagem do Interior”:

1. Paisagem de Interior

2. Nada Faz Mais Zoada Que Três Mulher e Um Pato

3. Comício em Beco Estreito

4. Matuto Doente Das Partes

5. Vou-me Embora pro Passado

6. O CUSCUZ DO DIA-A-DIA

7. Virgulino Lampião, Deputado Federá

8. Voltando Pro Nordeste

9. Pobrema Cardíuco

10. Linda não, aquelas tuia

11. Zé Qualquer e Chica Boa

12. Bolero de Isabel

13. Agruras da Lata D'água

14. Um Sonhador Imaginando

15. A Morte do Matador

16. Parafuso de cabo de serrote

17. Uma paixão pra Santinha

18. Sou Fã do Bilhetismo do Amor

19. Maria Pano de Chão

20. Quatro Ave-Maria Bem Cheia de Graça



Paisagem de Interior

Jessier Quirino

Matuto no meio da pista

Menino chorando nu

Rolo de fumo e beiju

Colchão de palha listrado

Um par de bêbo agarrado

Preto véo rezador

Jumento, jipe e trator

Lençol voando estendido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Três moleque fedorento

Morcegando um caminhão

Chapéu de couro, gibão

Bodega com sortimento

Poeira no pé do vento

Tabuleiro de cocada

Banguela dando risada

Das prosa dum cantador

Buchuda sentindo dor

Com o filho quase parido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Bêbo lascano a canela

Escorregando na fruta

Num batente, uma matuta

Areando uma panela

Cachorro numa cadela

Se livrando das pedrada

Ciscador, corda e enxada

Na mão do agricultor

No jardim, um beija-flor

Num pé de planta florido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Mastruz e erva cidreira

Debaixo de jatobá

Menino quereno olhar

As calça da lavadeira

Um chiado de porteira

Um fole de oito baixo

Pitomba boa no cacho

Um canário cantador

Caminhão de eleitor

Com os voto tudo vendido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Um motorista cangueiro

E um jipe chêi de batata

Um balai de alpercata

Porca gorda no chiqueiro

Um camelô trambiqueiro

Aveloz, lagartixa

Bode véio de barbicha

Bisaco de caçador

Um vaqueiro aboiador

Um bodegueiro adormecido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Meninas na cirandinha

Um pula corda e um toca

Varredeira na fofoca

Uma saca de farinha

Cacarejo da galinha

Novena no mês de maio

Vira-lata e papagaio

Carroça de amolador

Fachada de toda cor

Um bruguelim desnutrido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Uma jumenta viçando

Jumento correndo atrás

Um candeeiro de gás

Véi na cadeira bufando

Rádio de pilha tocando

Um choriço, um manguzá

Um galho de trapiá

Carregado de fulô

Fogareiro, abanador

Um matador destemido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior


Um soldador de panela

Debaixo da gameleira

Sovaqueira, balinheira

Uma maleta amarela

Rapariga na janela

Casa de taipa e latada

Nuvilha dando mijada

Na calçada do doutor

Toalha no aquarador

Um terreiro bem varrido

isso é cagado e cuspido

paisagem de interior


Um forró pé de serra

Fogueira, milho e balão

Um tum-tum-tum de pilão

Um cabritinho que berra

Uma manteiga da terra

Zoada no mei da feira

Facada na gafieira

Matuto respeitador

Padre prefeito e doutor

Os home mais entendido

Isso é cagado e cuspido

Paisagem de interior
                                                                             -o-o-o-o-o-o-o-o-

Uma versão cearense do Jessier Quirino
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No mesmo estilo do poeta paraibano, o cearense de Alto Santo, Bráulio Bessa e ainda adolescente apaixonou-se pela poesia de seu conterrâneo Patativa do Assaré (1909-2002), a partir de uma trabalho escolar de pesquisa sobre o grande poeta de cordel e autor de ícones do cancioneiro nordestino, a exemplo da célebre “Triste Partida”, imortalizada na voz de Gonzagão.

Bráulio Bessa, “o neto de Dedé sapateiro”, como é conhecido em sua cidade natal, entrou em contato com a poesia de Patativa e se tornou um “fazedor de poesias”, como ele mesmo se define.

Desde 2012, Bráulio criou o blog “Nação Nordestina”, que logo conquistou milhares de seguidores. Com a força do projeto e o objetivo de divulgar a literatura de cordel, o poeta reuniu sua paixão pela cultura popular, pela poesia matuta de cordel e a internet, e em sua cidade natal, através do celular gravou um vídeo onde faz um protesto contra as drogas e postou na internet. O vídeo fez grande sucesso chegando ao ambiente da televisão e Bráulio passou a se apresentar em programas de entrevistas, onde declamava e contava suas histórias.

A partir do convite para apresentar-se no programa matutino ‘Encontro’, sua carreira foi catapultada e ele se apresenta todas as sextas na citada atração televisiva com o quadro intitulado “Poesia com Rapadura”. E foi na última sexta-feira, 27.04, que ele, tendo como fundo musical acordes forrozeiros de uma Orquestra Sanfônica, declamou uma poesia onde exalta o coração nordestino e com uma temática muito semelhante ao “Paisagem do Interior”, de Jessier Quirino. A letra, que tem personagens e flagrantes na mesma linha de inspiração, ainda não está disponível na net, mas a apresentação pode ser conferida no link

http://redeglobo.globo.com/videos/t/tudo-da-globo/v/encontro-com-fatima-bernardes-programa-de-sexta-feira-27042018-na-integra/6694621/

Dois poetas, duas cabeças pensantes a serviço da cultura e dos valores nordestinos. Só nos resta comemorar e aplaudir!

Euriques Carneiro

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Maceió: a capital das Alagoas continua sendo um dos melhores destinos da Região Nordeste


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Praias belíssimas, culinária ímpar e muito lazer fazem de Maceió uma cidade repleta de programas de dia ou à noite que fazem a festa de locais e visitantes

Nas praias, as formações de recifes formam piscinas naturais de águas cristalinas tomadas por peixinhos, como as de Pajuçara e de Paripueira. E tem ainda a lagoa de Mundaú que, desbravada a bordo de saveiros, descortina as atividades das populações ribeirinhas e toda a riqueza da flora e da fauna da região.

Na Orla Central - formada pelo trio Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca, além da mais afastada Cruz das Almas -, as atrações incluem barracas animadas, calçadão, ciclovia e, no caso de Pajuçara, um passeio de jangada até à barreira de recifes, repleta de peixes coloridos e sanfoneiros! Mas as mais procuradas estão fora desse circuito e para lá acorrem milhares de turistas durante todo o ano.

Praia do Gunga


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Uma das mais charmosas do litoral alagoano, ela descortina de um lado, um extenso pontal de areia branca às margens da Lagoa do Roteiro, com águas calminhas e do outro, uma sequencia de coqueirais a perder de vista, mar aberto e falésias coloridas apreciadas em passeios de bugre. O "conjunto da obra" faz da praia do Gunga um dos cartões-postais de Alagoas. Além da paisagem perfeita, oferece piscinas naturais, estrutura de lazer (aluguel de equipamentos náuticos), bares, restaurantes e lojas de artesanato. Um mirante, na entrada que dá acesso à praia, descortina vista panorâmica da região.

Paripueira 

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As piscinas de Paripueira, a 2,5 quilômetros da costa, são menos concorridas que as de Pajuçara, garantindo águas ainda mais claras e maior quantidade de peixes. O passeio é feito em lanchas, dura cerca de duas horas e inclui snorkel. A praia fica a 33 quilômetros do Centro de Maceió.

Praia do Francês 
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Uma das praias mais conhecidas de Alagoas, a praia do Francês fica a apenas 20 quilômetros de Maceió, no município de Marechal Deodoro. O tom das águas - que vai do verde claro ao azul intenso - é tão variado quanto seu público.
No canto esquerdo, protegido por recifes que formam piscinas naturais, a frequência é de famílias com crianças e da turma do burburinho, que lá encontram gigantescas e animadas barracas especializadas em frutos do mar.

E ainda tem passeios de barco com fundo de vidro ou de jangada até os recifes; aluguel de caiaques, de pranchas de stand up paddle e de equipamentos para snorkel.

Maragogi
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Fincada no coração da Costa dos Corais e situada entre Maceió e Recife está Maragogi. A vila chama à atenção pelo belo conjunto que reúne mar cristalino, areias finas, coqueirais e recifes, sem contar a excelente infraestrutura de hospedagem. Além dos elementos paradisíacos, a paisagem é incrementada ainda pelas Galés, as enormes piscinas naturais a seis quilômetros da costa, repletas de peixes e acessíveis por catamarãs e lanchas que partem da praia central.

Hoje, o acesso é controlado e o limite é de 720 pessoas por dia. Em compensação, outras piscinas também estão abertas ao público, como Taocas, Barra Grande e Barreira de Peroba - elas são menores, mas estão mais preservadas que a Galés.

Mas como nem tudo são flores, a oferta gastronômica em Maragogi é limitada a um único restaurante de qualidade, mas muito caro. Aí o turista fica refém desse estabelecimento que, sem concorrência, pratica o preço que quer.

OUTRAS ATRAÇÕES


Feira de Artesanato da Pajuçara 

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O mais tradicional espaço de lazer da Orla Central, o mercado fica no coração da Pajuçara e começa com uma curiosidade: bem ao lado do Mercado têm dois conjuntos de coqueiros em duas espécies de ilha. Um desses conjuntos conta com 4 coqueiros e outro com 3. Claro que o local é conhecido como “Sete Coqueiros”.

O centro de artesanato conta com 250 lojas repletas de artigos regionais feitos com palha, madeira, cerâmica, fibra do coqueiro, couro, barro e, como não poderia faltar, as famosas rendas e os tradicionais bordados.

Mercado do Artesanato
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Quase em frente à Feira da Pajuçara, fica o Mercado de Artesanato que comercializa basicamente os mesmos produtos da feira, mas o Mercado conta com uma infraestrutura melhor, tendo inclusive amplo estacionamento para ônibus de turismo. Também é diferencial do Mercado o espaço gastronômico com iguarias da culinária alagoana como a imbatível tapioca com os mais diversos recheios.

RESTAURANTES 

A variedade é de enlouquecer quem está de dieta: peixe fresco, camarão, lagosta, tapiocas, carne de sol com nata, queijo coalho, baião de dois, cuscuz de milho, paçoca sertaneja, galinha à cabidela... Esqueça a comidinha fitness porque Maceió vai aguçar sua gula. A cidade tem restaurantes de diversos tipos, pratos deliciosos e preços que, em alguns casos, não são dos mais atrativos.

Bodega do Sertão
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Para experimentar diversos pratos da cozinha regional, o Bodega do Sertão é uma das melhores opções em Maceió. O restaurante funciona no modelo self-service e expõe sobre um fogão a lenha os autênticos pratos da cozinha do Nordeste brasileiro (inclusive da alagoana). No local você poderá degustar os mais variados pratos da culinária nordestina, mas o destaque é para a Carne do Sol na Nata, um capricho dos deuses.

Preço: não é barato mas é justo para o que a casa oferece.

Parmegianno
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Uma das melhores opções gastronômicas da cidade, o Parmegianno é um restaurante com cardápio completíssimo e potencial para agradar muita gente. O lugar faz sucesso pelo seu cardápio que inclue camarões, lagostas, peixes, carnes e frango, cada um servido com esmero e qualidade.

Destaque para o Filé a Parmegianno Gigante, de carne, camarão ou frango, que serve bem até 7 adultos e vem com ótimos acompanhamentos. Na unidade da Jatiuca, este prato custa módicos R$ 149,00.

Preço: muito bom, mas fique atento ao fato de, apesar do mesmo nome, os preços variarem de uma para outra filial. Pelo mesmo filé que custa R$ 149,00 na Jatiuca, você vai pagar R$ 199,00 na filial da Pajuçara.

Imperador dos Camarões
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O Imperador dos Camarões, como sugere o nome, tem como prato principal o camarão. São diversas opções no cardápio e, provavelmente, ao ver outros clientes recebendo os pedidos em suas mesas, você já estará convencido de que escolheu um bom lugar para fazer sua refeição.

O prato mais pedido é o chamado "chiclete de camarão", cujo nome foi inspirado no fato ser preparado com cinco tipos de queijos e a mistura forma um verdadeiro chiclete.

O restaurante fica na Pajuçara, em dois endereços distintos: um deles em uma barraca de praia, no meio do calçadão mesmo, e outro em um quarteirão próximo, na avenida beira-mar. Enquanto o restaurante da praia tem uma atmosfera despretensiosa e o visual para o mar, o outro é mais formal e parece ter preços mais altos.

Preço: se você procura um restaurante mais em conta, caia fora do Imperador. Os preços são salgados e as porções bem pouco generosas. Qualidade e preço não cantam a mesma música nesse restaurante.

NOTA DESTOANTE

Para contrastar com as praias belíssimas e as demais atrações da capital alagoana, um dado negativo: a quantidade de pedintes e vendedores de bugigangas em geral não deixam ninguém em paz. Nas barracas das praias, na Orla Central e até nos restaurantes à beira mar, não se pode sequer conversar com a pessoa do lado sem ser importunado a cada 5 minutos. E alguns dos pedintes, - pessoas gozando de perfeita saúde, - chegam a ser agressivos quando não conseguem o seu intento.


Essas são algumas dicas do Artecultural sobre a belíssima Maceio. Para saber mais, visite-a. Para conhecer ou para voltar lá, vale a pena a viagem!

Euriques Carneiro

terça-feira, 17 de abril de 2018

Inteligência, Cultura e Sabedoria: até onde estes conceitos podem estar interligados?


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Cada criatura humana, - independentemente de raça, credo ou classe social, - está impreterivelmente envolvido, na inteligência, na cultura e na sabedoria, mas estes conceitos não podem ser confundidos entre si

Caros amigos que nos acompanham aqui no Artecultural. Recebi hoje de uma diletíssima amiga, um questionamento superinteressante. Disse-me ela: “Euriques, para você, inteligência, cultura e sabedoria são conceitos semelhantes?...”

Achei o tema instigante e resolvi escrever um pouco sobre ele.Na verdade, existem correntes de pensamento que colocam em um mesmo balaio estas três vertentes do ser humano, a inteligência, a cultura e a sabedoria, mas componho o grupo que as enxerga com nuances bastante distintas. Se não vejamos: 


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Inteligência – o Criador dota os seus filhos de inteligência, em maior ou menor grau e, dessa forma, podemos dizer que ela é nata, você traz no seu DNA. A inteligência vai definir a sua capacidade de aprendizado, o quanto você absorve de informações e em que tempo, o seu posicionamento diante de conflitos e situações onde é exigida a capacidade de compreensão e discernimento... Complementaríamos dizendo que a inteligência é a sua capacidade de transformar informações em conhecimento, isso nos vários ramos da atividade humana, seja ele física, emocional ou intelectual. 


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Cultura – conceitualmente falando , podemos definir cultura como tudo aquilo que absorvemos de fora para dentro, que compreende, o conhecimento adquirido pelo estudo, pelo repertório assimilado, pela domínio e compreensão das diversas vertentes das artes. Mas engana-se quem pensa que culta é aquela pessoa de fala de balé clássico a física nuclear, que gosta de ópera, declama Camões, já leu tudo de Gabriel Garcia Marquez, é poliglota e navega no mundo da erudição.

É igualmente culto o detentor da sabedoria popular, onde a sofisticação dá lugar às manifestações simples do povo, às suas raízes e às suas tradições, cujo somatório de cabedal cultural vai ampliando o saber. Desta forma a culinária, os cantos e as festas populares, a própria língua regionalizada fazem parte da cultura de determinada parcela da população. 


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Sabedoria – como diria Sr Aristides, uma figura folclórica do bairro onde cresci, “aí é outro departamento...”. A sabedoria vai muito além de inteligência e cultura, pois ela é uma andança ao longo da existência do indivíduo e nesta caminhada constante, vai-se amealhando a experiência de vida. Entrelaça-se aí a inteligência buscando a cultura que pode levar à sabedoria. ‘Ou não’, plagiando o santamarense Caetano Veloso.

O sábio tem tirocínio, discernimento acima da média e define claramente quando deve falar e quando deve emudecer, quando intervir e quando deixar a vida seguir seu rumo. Por isso os sábios são mais profundos e inspiram as pessoas ao seu redor. Ele possui a capacidade de desvendar os mistérios insolúveis para muitos, evitar as trilhas espinhosas e aí não se trata de ter inteligência para descobrir a boa estrada na vida e nem cultura para fazer a correta leitura do mapa para ver as estradas a percorrer. O sábio sabe por onde caminhar, constrói seu próprio caminho e ainda é capaz de influenciar pessoas a fazerem o mesmo.

Finalizando: ser inteligente e/ou culto grande parte das pessoas pode ser. Já sábio... aí é outro departamento!

Euriques Carneiro

57 anos da Invasão da Baía dos Porcos: um dos grandes fiascos americanos


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Há 57 anos, ataque supostamente ultrassecreto — anunciado antes pelo New York Times e pela Rádio Moscou —terminava com 1202 presos e um rotundo fracasso dos EUA

No dia 17 de abril de 1961, a agência de notícias UPI divulgou ter recebido uma nota do embaixador argentino em Cuba, Julio Amoedo, sobre uma força invasora que havia desembarcado no sul da ilha de Fidel Castro.

Há 20 anos, em 22 de fevereiro de 1998 foi divulgado pelo Arquivo Nacional de Segurança dos EUA, que a operação militar havia começado a ser planejada pela CIA (Agência Central de Inteligência) em agosto de 1959, por ordem do presidente Dwight Eisenhower. A ideia inicial era preparar exilados cubanos para se infiltrarem em Cuba e organizarem uma dissidência anticastrista. Para tanto, a CIA lançou, em março de 1960, seu Programa de Ação Encoberta Contra o Regime de Castro, com um orçamento previsto de US$ 4,4 milhões.

O documento de 150 páginas, escrito em fins de 1960 pelo almirante Lyman Kirkpatrick, revela que, em setembro de 1960, passou a dominar a ideia de um ataque armado. A CIA estava convencida de que poderia derrubar Fidel Castro, da mesma forma como havia deposto o governo reformista de Jacobo Arbenz, na Guatemala, em 1954. A agência de espionagem garantia que o povo cubano, farto de entrar em filas, esperava um sinal de rebelião. O objetivo estratégico dos EUA, no entanto, era conter um alastramento do comunismo na América Latina.
Rebelião interna simulada 


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Para executar a invasão, exilados cubanos e herdeiros das empresas norte-americanas nacionalizadas pelo governo de Fidel Castro formaram o Exército Cubano de Libertação, com armamentos norte-americanos e bases de treinamento no Panamá e na Guatemala. Para simular uma rebelião interna do exército cubano, os aviões dos EUA envolvidos na invasão foram camuflados com a estrela da força aérea de Cuba.

Castro soube do ataque com antecedência e já esperava a invasão na ilha. Che havia passado a informação a ele. Acredita-se que algum dos exilados treinados pelos EUA era um espião que passava informações ao governo cubano. Quando as forças invasoras chegaram à Baía dos Porcos, as tropas de Fidel, treinadas e equipadas pela União Soviética, derrotaram os exilados em três dias.

Não que Fidel precisasse da ajuda de Che. A Rádio Moscou havia anunciado o ataque quatro dias antes. “O problema para a CIA era criar uma força invasora poderosa o suficiente para vencer... mas não tão forte a ponto de revelar o apoio americano. A invasão, em essência, tinha que ser cubanizada – feita para parecer amadora.” Nesse ponto, a agência fez um belo trabalho: em três dias, os 1202 rebeldes que escaparam da morte estavam na prisão em Havana.


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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Universidades que garantem acesso da comunidade negra terão verba de R$ 340 mil doadas pela cantora Beyoncé


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A cantora texana Beyoncé doará cem mil dólares (cerca de R$ 340 mil) para universidades criadas para garantir o acesso da comunidade negra ao ensino superior

O anúncio foi feito após a artista se apresentar no festival Coachella, nos Estados Unidos, no último sábado, 14, com um show repleto de símbolos do empoderamento negro, característica esta que ela vem mostrando há cerca de 4 anos.

A cantora, que se tornou a primeira mulher negra a ser uma das atrações principais do festival, mantém um programa de bolsas escolares e anunciou nesta segunda-feira, 16, que as universidades Xavier, Wilberforce, Tuskegee e Bethune-Cookman vão receber aproximadamente R$ 85 mil cada uma.

Essas instituições foram criadas após a Guerra Civil Americana para garantir o acesso de negros ao ensino superior, uma vez que a maioria das universidades privadas não aceitava sua inscrição. Essa segregação só foi proibida após a aprovação do Ato de Direitos Civis de 1964.

O show de Beyoncé foi marcado pelas participações de seu marido Jay-Z e da irmã Solange, citações a Malcolm X e Nina Simone e o reencontro da girl band de Beyoncé, Destinys Child.

Referência: estadao

domingo, 15 de abril de 2018

Codex Gigas - A Bíblia do Diabo é o maior livro da Idade Média


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A Bíblia "Codex Gigas" é o maior manuscrito da Idade Média, foi escrito por um monge que teria vendido a alma ao Diabo e há uma macabra lenda sobre o que o demo fez nele

A Idade Média é um período da história que guarda alguns dos mitos e escritos mais misteriosos. Um deles é o maior manuscrito medieval do mundo, o “Codex Gigas”, uma bíblia profana gigante que, segundo a lenda, foi escrita em condições sobrenaturais por um monge que vendeu a alma ao arcanjo caído, Lúcifer.

O manuscrito pesa 74 quilogramas, mas o que realmente impressiona é a gigantesca dimensão do livro (quase 1 metro de comprimento: 92 x 50.5 x 22 cm). Apesar de tudo, o mistério reside no conteúdo das 624 páginas: foi feita no século XIII por um só homem e, sem qualquer explicação aparente, uma página inteira é dedicada a um desenho sinistro de um demônio.

Acredita-se que o livro foi feito num convento beneditino da região de Boemia. Não se conhece o autor deste manuscrito, nem em que circunstâncias foi feito o desenho do diabo, mas os especialistas ficaram surpreendidos com a excelente caligrafia e a ausência de erros. 


Um monge excomungado
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A lenda diz que esta “Bíblia do Diabo” foi trabalho de um monge que foi sentenciado à morte por esmagamento entre duas paredes, após quebrar os votos. Para não ser executado, o monge sugeriu fazer uma cópia da Bíblia durante apenas uma noite. Os juízes aceitaram. O monge foi-se apercebendo que não ia conseguir terminar tamanha tarefa. Em desespero, fez uma oração a Lúcifer, o arcanjo caído, também conhecido como diabo. 

O monge pediu então a ajuda do demônio para terminar o livro em troca da sua alma. O diabo terá então completado o manuscrito e o monge acrescentou numa das páginas, uma imagem de Lúcifer, em sinal do seu apreço. A lenda diz ainda que esta “Bíblia do Diabo” está amaldiçoada e que traz doença e desastres. Ainda é desconhecida a origem desta lenda.
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Muitos historiadores apoiam a teoria de que o castigo do monge copista era comum. Contudo, inúmeros estudiosos acreditam que o autor do manuscrito entrou numa clausura de 5 anos para escrever o livro. Segundo dados do National Geographic, seriam necessários 5 anos de escrita para completar o livro, sem contar com as ilustrações. Um dos mistérios que ainda está por desvendar é o uso da mesma tinta em todas as páginas. Era habitual mudar-se de tinta com o passar das semanas.

A “Bíblia do Diabo” já esteve em exposição em Praga e agora se encontra na Biblioteca Nacional de Estocolmo.



Rreferência: https://observador.pt

sábado, 14 de abril de 2018

Paraty, RJ: charme e glamour de uma bela cidade histórica


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A belíssima cidade Paraty, no Rio de Janeiro, guarda belezas históricas e naturais de encantar os viajantes desde o Centro Histórico até as praias e ilhas

Chegando à cidade, tem-se a impressão que o tempo parou em Paraty. A cidade do litoral sul carioca com forte herança colonial fica perto do oceano, entre de dois rios e da Serra do Mar, e guarda belezas históricas e naturais na mesma medida. O ritmo do caminhar é mais lento pelas ruas de pedra pé-de-moleque, e carros sequer passam pelo lendário centro histórico.

Mas não se engane: a atividade cultural é das mais intensas, e a quantidade de praias e deslumbres naturais atraem gente do mundo todo, tornando a cidade efervescente e sempre com algo interessante para fazer.

Como chegar a Paraty
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O aeroporto mais próximo de Paraty fica no Rio de Janeiro, a 256 quilômetros. Vindo de carro, o acesso é pela estrada Rio-Santos. Há opções de ônibus, oferecidos por empresas como Costa Verde e Colitur.

Lembrando que é proibido o trânsito de automóveis no Centro Histórico – portanto, use sapatos confortáveis para andar pelas ruas de pedras. Para chegar às ilhas e praias, barcos e escunas são as melhores opções.
Festas de Paraty

Se depender do clima, não há época ruim para visitar Paraty, já que as temperaturas são agradáveis o ano todo. Mas se a ideia é passar por lá nas datas mais movimentadas, há pelo menos três grandes festas em Paraty que merecem ser conferidas.

A maior, claro é a Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, que reúne grandes escritores da literatura nacional e internacional, com palestras, debates, sessões de autógrafos e shows musicais – em 2017, aconteceu entre 26 a 30 de julho. Já a Festa do Divino ocorreu 50 dias depois da Páscoa, seguindo uma tradição portuguesa com fanfarra pelas ruas e uma grande procissão pelo Centro Histórico. 

E o Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty é outro evento tradicional da cidade, que aconteceu em agosto, quando os principais alambiques da região vendem e oferecem degustações das famosas cachaças, e a programação inclui muitos shows locais.
O que fazer em Paraty

Centro Histórico
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Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, o Centro Histórico de Paraty pouquíssimo mudou desde os séculos 18 e 19. Nas ruas de pedra irregular, não podem passar automóveis – no máximo passa uma charrete carregando casais de turistas deslumbrados com tanto charme.

Ou seja, nada melhor do que caminhar vagarosamente e apreciar a beleza dos casarões coloniais com suas portas de madeira, dos sobrados de janelas multicoloridas, dos cafés e restaurantes com mesinha na rua e de prédios históricos como a Igreja de Santa Rita, erguida em 1722.

Para aprender mais sobre tanta história, que tal fazer um passeio a pé guiado? O Tour acontece todos os dias (exceto quarta-feira), com versões em português (às 10h30) e em inglês (17h), saindo da Praça da Matriz.

Dica: escolha um hotel ou pousada no Centro Histórico, para vivenciar ao máximo o espírito colonial da cidade.

Praias e ilhas
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Prepare-se para uma tarefa dificílima: escolher qual das mais de 60 ilhas e 90 praias visitar em Paraty. É verdade que a grande maioria fica afastada do centro e acessível somente de barco ou por meio de trilhas. Mas qualquer esforço vai valer e muito a pena!

A melhor dica é fazer passeios de escuna ou barco e percorrer diferentes ilhas. Há roteiros mais tradicionais, por praias mais próximas, até mais rústicos e aventureiros, mas quase todos com paradas para mergulho.

Os roteiros mais comuns passam pelas praias Vermelha e da Lula, e as ilhas Comprida e do Algodão. Uma opção bacana é ir até o Saco do Mamanguá, um braço de mar de oito quilômetros que avança sobre o continente e forma um fiorde, considerado o único no país.

Cachoeiras e piscinas naturais
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Paraty também tem muitas e lindas cachoeiras, abençoadas pela Serra do Mar. Na estrada para Cunha, encontram-se quedas d´água que formam piscinas naturais absolutamente perfeitas para banhos. Alugue um jipe e percorra várias delas, como a Pedra Branca e Tobogã.

A Vila de Trindade, a cerca de 25 quilômetros do centro, é um recanto de beleza e rusticidade. Há diversas praias selvagens como a do Sono, do Cepilho, de Fora e a mais famosa – a do Cachadaço, que forma uma espetacular piscina natural, um dos cartões-postais da região. Não por acaso, a região atrai uma galera mais jovem e aventureira.
Esportes de aventura

Os fãs de hiking e caminhadas vão encontrar uma infinidade de opções de trilhas por Paraty. Uma opção bastante popular é a Travessia da Juatinga, com trilhas do tempo dos escravos, que passam por diversas comunidades caiçaras (onde se pode hospedar e fazer refeições).

Para os adeptos da adrenalina, as opções de esportes de aventura também são variadas, indo do surfe à canoagem oceânica, da vela ao mergulho. Aliás, mergulhar nas águas cristalinas da Baía da Ilha Grande é programa imperdível – basta escolher uma das operadoras disponíveis na cidade. E prepare-se para encontrar pelo caminho, se tiver sorte, muitas tartarugas e golfinhos.

Onde comer (e beber) em Paraty
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É possível montar um roteiro gastronômico dos mais diversificados em Paraty, graças às variadas nacionalidades representadas nos restaurantes do Centro Histórico.

Mas nada como explorar a deliciosa culinária regional, que destaca os frutos do mar e a indispensável banana da terra. Há opções populares de restaurantes, como o Paraty 33, que lembra uma taberna antiga, com direito a música ao vivo; ou o Banana da Terra, romântico e com releituras modernas da cozinha caiçara.

Os fãs de cachaça não podem deixar de visitar um (ou alguns) dos alambiques da cidade. O Maria Izabel é o mais tradicional, produzindo a bebida em barris de carvalho e jequitibá. O Coqueiro é o mais antigo, comandado pela mesma família há cinco gerações. E no Engenho D’Ouro há um restaurante próprio.

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'De Santo Amaro a Xerém': a turnê conjunta de Maria Bethânia e Zeca Pagodinho percorre cinco cidades até o final de maio


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A arte sempre tem seu lugar e em tempos de Brasil conturbado, um alento para os amantes de uma boa música: Zeca Pagodinho e Maria Bethânia estão dividindo o palco no espetáculo 'De Santo Amaro a Xerém'

Sábado passado (7), a dupla estreou em Olinda, no Grande Recife, a turnê conjunta De Santo Amaro a Xerém, cujo título faz referência às origens da cantora baiana e do sambista carioca.

A ideia do projeto surgiu a partir de um bem-sucedido encontro que os dois tiveram em 2016. Zeca convidou Bethânia para participar de seu CD/DVD O Quintal do Pagodinho, no qual fizeram um festivo dueto de Sonho Meu, famoso samba de Delcio Carvalho.

O entrosamento foi singular e agora a dupla está com viagens marcadas para cinco cidades brasileiras: Salvador (dia 14 de abril), Rio de Janeiro (21 de abril), Belo Horizonte (6 de maio), São Paulo (18 e 19 de maio) e Brasília (30 de maio). 


Tem música inédita feita por Caetano Veloso
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Bethânia pediu ao irmão Caetano uma composição inédita para acrescentar ao novo projeto. E o maior letrista vivo da MPB entregou Amaro Xerém, classificado pelo crítico Mauro Ferreira como um "samba de roda à moda baiana, mas que dialoga com o samba do Brasil, em sintonia com os versos de Caetano".

Zeca e Bethânia cantam a música em dueto no início e no fim do show. Infelizmente, os dois afirmaram que não têm intenção de registrar o espetáculo em CD ou DVD. Isso significa que para conhecer Amaro Xerém, os fãs precisam ter um assento na plateia do show.

Sim, entre clássicos do samba e do pagode, músicas inéditas e homenagens às escolas de samba carioca Mangueira e Portela, a dupla canta no palco 40 canções – 13 delas em dueto. O roteiro reúne algumas pérolas como Você não Entende Nada, Cotidiano, Desde Que o Samba é Samba e Deixa a Vida Me Levar.

Portelense de coração, Zeca Pagodinho interpreta nesse show três sambas históricos da agremiação carioca: Portela na Avenida (1981), Lendas e Mistérios da Amazônia (1970) e Foi um Rio que Passou em Minha Vida, clássico de Paulinho da Viola.

Bethânia também tem seu momento de homenagem à sua escola preferida, Mangueira. Sozinha, ela interpreta no palco seis canções ligadas à história da escola carioca. O destaque fica por conta de A Surdo 1, presente de Adriana Calcanhotto, que compôs o samba em 2016 depois de a Mangueira ser campeã celebrando a trajetória de Bethânia.


Para os mais ansiosos, segue abaixo a letra do samba:
No alto brilha um

Risco raro

Que passa do mal ao bem

Por cima formando

Um aro

Por baixo

Um trilho de trem

De Guadalupe ao Amparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

(Zeca)

O que passa

É mais que claro

É todo mundo e é ninguém

Do generoso ao avaro

De Gaza a Jerusalém

Do bem barato

Ao bem caro

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

Aí amor amor amaro

Aí cheirinho de Xerém

Ai amor — paro

Ai amor — vem

(Zeca)

Com você nada comparo

Aquele seu vai-e-vem

Quando eu todo me descaro

Do Leblon a Buranhém

Desculpe o meu

Despreparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

(Maria Bethânia)

Por essa luz eu disparo

Sem repetir nhenhenhém

O Brasil é que é meu faro

Levaremos tudo além

É no samba que eu preparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

Aí amor amor amaro

Aí cheirinho de Xerém

Ai amor — paro

Ai amor — vem

Aí amor amaro

Ai cheirinho de Xerém

Ai amor - paro

Ai amor - vem

Por essa luz disparo

Sem Repetir nhennhennhém

O Brasil é que é meu faro

Levaremos tudo além

É no samba que eu preparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A queda da França na Segunda Guerra Mundial


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Basta pesquisar na net para perceber que histórias sobre a segunda guerra não faltam. Existe uma infinidade de filmes, documentários e livros sobre o tema, muitos verdadeiros, outros nem tanto...

Até chegar à França, os nazistas haviam enfrentado países pequenos e de poucos recursos humanos e materiais, quase sem tradição militar. Esperava-se que a França fosse resistir com mais eficiência, pois contava igualmente com a colaboração de um corpo expedicionário britânico. Vis a vis, os exércitos franceses tinham um número equivalente em homens, tanques e aviação, além de terem sido vitoriosos em 1914/1918. No entanto, a catástrofe francesa foi ainda maior pelo inesperado ímpeto das tropas nazistas.

Abaixo, relacionamos fatos que ocorreram na Franca, no período em que Paris esteve sob a ocupação nazista, citando 12 acontecimentos que entraram para a história da humanidade. Para quem já visitou ou pretende visitar a Cidade Luz, pode fazer um paralelo com algumas das cenas aqui retratadas e entender melhor tudo o que ocorreu na França neste período tão sombrio da história da humanidade. 

1 – Erro na estratégia militar facilitou a invasão da França pelos alemães
A Segunda Guerra começou oficialmente em setembro de 1939, quando a Alemanha invadiu a Polônia. A expansão nazista foi bem rápida e em junho de 1940, já havia chegado à França. A Segunda Guerra foi um dos maiores vexames militares da história francesa. Em princípio, o governo francês, na tentativa de deter o avanço alemão, colocou seus soldados na fronteira com a Alemanha, na chamada “linha Maginot”. Contudo, essa estratégia revelou-se totalmente errada, já que os nazistas atacaram a França pela Bélgica, que havia sido conquistada recentemente, chegando quase sem nenhuma dificuldade a Paris em 14 de junho de 1940. No dia 22, a França assinou a rendição. 

2 – Uma nova capital para a França

O acordo firmado pelos alemães e o então presidente francês François Lebrun dividiu a França em duas: a zona ocupada pelos nazistas e a zona não ocupada (zona livre), governada pelos franceses e com a capital na cidade de Vichy, ao sul, acordo esse que serviria aos interesses dos alemães. Nos termos do acordo, o exército francês deveria ser dissolvido. Além disso, a França deveria arcar com o custo da invasão alemã. 

3 – Rendição da França e a vingança de Hitler

Hitler exige que a total rendição francesa se inicie em Compiegne, ao norte da floresta de Paris, o mesmo local da rendição dos alemães na Primeira Guerra Mundial. Hitler inclusive manda trazer à Paris o mesmo vagão de trem onde os alemães assinaram sua rendição 22 anos antes. Hitler pretendia, desta forma, humilhar os franceses e vingar a derrota alemã. 

4 – Trânsito de automóveis civis totalmente proibido

Carros particulares, Taxis e Ônibus foram proibidos de circular pela cidade, sendo permitido somente o trânsito de veículos militares ou com autorização especial dos nazistas. 

5 – Férias em Paris era presente de Hitler a seus oficiais
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O Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista Joseph Goebbels (que segundo o testamento de Hitler, deveria ser o seu sucessor) queria passar a ideia de que a “Cidade-Luz” nunca perdera o seu brilho, por isso o turismo em Paris era estimulado para dar a impressão de que Paris sob o dominio alemão não perdera seu charme e encanto. Hitler costumava presentear seus oficiais com férias em Paris. Inclusive foi criado um programa chamado “Paris Para Todos, Uma vez”. 

6 – Obras do Louvre longe dos nazistas 

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Em 1938, quando Hitler invadiu a Áustria e parte da Tchecoslováquia, autoridades francesas, prevendo o pior, iniciaram a operação de transferência das obras de arte do Museu do Louvre para castelos fora de Paris, longe do alvo dos alemães. Usando empresas de transporte, milhares de obras de arte, embaladas em caixas de madeira seguiram, sem nenhuma escolta ou segurança, para o Vale do Loire. Um total de 5.446 caixas foram transferidas em mais de 200 viagens. 



No dia seguinte da declaração de guerra da França à Alemanha, 3 de setembro de 1939, o Louvre já estava vazio. Nas fotos acima vemos os corredores do Louvre totalmente vazios e a retirada da Vitória de Samotracia, uma das obras-primas do museu. Em 1945, depois da libertação de Paris, as obras foram restauradas e finalmente devolvidas ao museu. 

7 – E a festa continuou…
Depois da tomada de Paris pelos alemães, todos os cinemas foram fechados. No dia 25 de junho, depois da assinatura do armistício, sessenta cinemas reabriram suas portas em Paris, dos quais quatro ficaram reservados às tropas alemãs (Soldaten Kino): Rex, Marignan, Empire e a sala do Palais de Chaillot. A partir de julho, foram reabrindo outros cinemas. Apesar do clima tenso, os cinemas, bares e cabarés viviam cheios durante a ocupação, porém os filmes americanos e ingleses foram banidos, assim como o jazz, pois, de acordo com um jornal que colaborava com a ocupação, tinham um sabor “negro-judeu”.
Durante a exibição dos filmes de propaganda do poder instalado ou do jornal cinematográfico alemão – que era exibido em versão francesa com o título de “Actualités Mondiales” – os espectadores vaiavam e a projeção continuava com a sala semi-iluminada, a fim de que a polícia municipal pudesse identificar melhor os manifestantes. Nas salas de espera, os exibidores colocavam cartazes pedindo ao público que não vaiasse, porque o cinema poderia ser fechado caso isso ocorresse. 

8 – Édith Piaf cantando para prisioneiros franceses 

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Durante os 52 meses em que Paris esteve ocupada, alguns cantores como Maurice Chevalier e Édith Piaf realizaram turnês musicais nos campos de prisioneiros de guerra franceses, com cachês pagos pelos nazistas, fornecendo propaganda do “bom tratamento” dado a eles pelos alemães. 

9 – Picasso na Paris ocupada

Pablo Picasso optou por permanecer em Paris durante a ocupação, vendendo discretamente seus quadros, porém recusou-se (temendo represálias) a assinar uma petição pela liberdade de um amigo, o poeta Max Jacob, preso pela Gestapo (polícia secreta alemã) — documento que até mesmo colaboracionistas assinaram. Jacob morreu no terrível campo de concentração de Drancy. 

10 – Coco Channel espiã de Hitler?

Documentos encontrados recentemente nos arquivos do Ministério de Defesa da França e das polícias secretas francesa e alemã mostram que uma das mais prestigiadas figuras da moda em todo o mundo, Coco Chanel foi a agente F–7124 da Abwehr, a agência de inteligência de Hitler, durante a ocupação nazista da França, de 1940 a 1944. “Wesminster” era o seu código. A revelação é do documentário A sombra da dúvida, apresentado pelo historiador Franck Ferrand e veiculado no canal France 3.

Segundo Ferrand, Coco Chanel, “uma antisemita, homofóbica e alpinista social” ao voltar a Paris, em 1940, hospedou-se no Hotel Ritz, na Place Vendôme, quartel general das forças nazistas e tornou-se amante do barão Hans Gunther von Dincklage, um agregado militar da embaixada alemã que tinha um alto posto na Gestapo. Sua atuação não se limitou a apontar judeus no mundo da moda. Ela também cumpriu diversas missões de espionagem. Em 1943 seus chefes ordenaram que ela convencesse Winston Churchill, a quem conhecia pessoalmente por ser amigo de seu ex-amante, o Duque de Westminster, a assinar um cessar-fogo com a Alemanha. Churchill nunca a recebeu. Chanel foi viver na Suíça após a libertação de Paris. 

11 – O General alemão que salvou Paris da destruição total
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Quando os aliados invadiram a Normandia no chamado “Dia D” e as tropas aliadas chegavam perto de Paris, Hitler deu a ordem para deixar Paris arrasada por explosões de dinamite nas pontes e grandes edificios e bombas incendiárias nos bairros centrais. O General alemão Dietrich von Choltitz, um amante das artes e consciente do que Paris representa para o mundo, interrompeu as comunicações com o alto comando alemão e negou-se a deixar tudo em ruínas. Desta forma as pontes históricas, o Louvre, e tantas outras edificações se salvaram intactas. 

12 – Os Filhos da Ocupação
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Após o fim da guerra, estatísticas apontavam pelo menos 200.000 “filhos da ocupação”, que eram crianças nascidas dos relacionamentos de mulheres francesas com oficiais alemães neste período. Estas mulheres foram reconhecidas como “nacionalmente indignas” e sofreram, além da degradante humilhação em público, penas de seis meses a um ano de prisão, seguida da perda total de direitos civis por mais um ano, quando ainda eram violentadas e insultadas nas ruas. Muitas tinham a cabeça raspada. Muitas vezes só raspar a cabeça não bastava, eram despidas, abusadas, desenhavam a suástica nos seus rostos, ou queimavam a marca com ferro em brasa na testa. Muitas, não suportaram a vergonha daquela situação e sucumbiram cometendo suicídio.
Na foto acima, podemos ver Adolf Hitler em Paris, com a Torre Eiffel ao fundo, um dia depois da rendição formal da França, em 23 de junho de 1940. À sua esquerda está Albert Speer, Ministro Alemão de Armamentos e arquiteto-chefe de Hitler, e à direita, Arno Breker, professor de artes visuais em Berlim e escultor favorito de Hitler. Um cinegrafista desconhecido visto no primeiro plano, registra a cena que entraria para a história.

Referência: http://parissempreparis.com.br

Procissão do Fogaréu: tradicional maior do município de Serrinha BA caminha para o centenário


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A cidade de Serrinha, no interior baiano, promove há 90 anos a Procissão do Fogaréu, uma tradição que atrai locais e visitantes para uma manifestação de fé e religiosidade



Procissão do Fogaréu, sempre na noite da Quinta-feira Santa, é o ponto alto das celebrações que devem reúne sempre cerca de 20 mil pessoas, que se transformou em um ícone do turismo religioso baiano, que também realiza após a missa do Lava Pés, que relembra a Santa Ceia. A caminhada reúne milhares de fiéis e tem início na catedral, com a encenação da prisão de Jesus. 

Toda a representação da Paixão de Cristo é realizada em três diferentes pontos da cidade. A Procissão do Fogaréu também encanta moradores e visitantes da cidade pela beleza das luzes conduzidas por fiéis como tochas a iluminar o caminho percorrido por Jesus após sua prisão.

A procissão, que é acompanhada por centenas de pessoas todos os anos, parte da Igreja da Catedral, passa pela Praça Luiz Nogueira e se encerra num momento muito especial na Colina de Nossa Senhora Santana. 


Evento ecumênico

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A Procissão começa sempre após o encerramento da Missa realizada na Catedral. A cerimônia dura cerca de duas horas e é marcada pela presença em massa da população serrinhense e visitantes.

Pessoas de vários credos religiosos estão sempre presentes no evento, que não se restringe a um evento católico. Isso demonstra o valor cultural da Procissão do Fogaréu para o município de Serrinha. Em mais uma oportunidade, a cidade foi agraciada com um evento que simboliza a fé e a tradição do povo e a determinação de manter a tradição.

Em 2019, Bumba-meu-boi pode ser reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade


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Visando incluir a manifestação cultural no rol internacional, o dossiê de candidatura foi entregue ao Ministério das Relações Exteriores para o reconhecimento internacional concedido pela Unesco

Uma das mais tradicionais manifestações culturais do país, o Complexo Cultural do Bumba-meu-boi pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O primeiro passo para o reconhecimento internacional concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi dado nesta quinta-feira (5) com a entrega do dossiê de candidatura do bem cultural ao Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A cerimônia de entrega teve a presença da secretária executiva do Ministério da Cultura, Mariana Ribas; a presidente do Iphan, Kátia Bogea; o diretor do Instituto de Patrimônio Imaterial, Hermano Queiroz; e o superintendente do Iphan no Maranhão, Mauricio Itapary.

Cultura popular
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Somente no Maranhão, o Bumba meu boi é difundido por mais de 400 grupos, em 79 municípios. No estado, que segundo Kátia "respira" e é "totalmente contaminado" diante das primeiras notas dos instrumentos, a manifestação é dividida em cinco estilos principais, conhecidos como sotaques: Matraca, Orquestra, Zabumba, Baixada e Costa-de-mão.

Fascinado pelo Bumba Meu Boi desde os 8 anos, o servidor do Banco Central Tarquínio Costa Cardoso, participante do Meu Boi do Maracanã, do Maranhão, e Seu Teodoro, de Brasília, disse considerar "sagrada" a alegoria do animal. Cardoso, que é integrante dos grupos há mais de 30 anos, acredita que o status, se concedido pela Unesco, trará mais condições de o trabalho ser divulgado e um orçamento menos apertado para o desenvolvimento das atividades. Foi por se envolver desde pequeno com o Bumba Meu Boi que ele chegou aos 65 anos sabendo tocar pandeiro, tambor-de-onça e matraca.

Unesco
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aso o comitê responsável pela definição dê um parecer favorável, o Brasil passará a ter cinco bens reconhecidos sob a classificação, junto a Arte Kusiwa - Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi (2003), o Samba de Roda no Recôncavo Baiano (2005), o Frevo: expressão artística do Carnaval de Recife (2012), o Círio de Nossa Senhora de Nazaré (2013) e a Roda de Capoeira (2014).

Referências: g1.com.br / EBC

Festival Internacional de Arte de SP começa hoje no Pavilhão da Bienal


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A 14ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte), que ocupa o Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, na capital paulista, entre os dias 11 e 15 de abril, reúne galerias de arte e design expoentes no mercado de 16 países

O evento conta com performances de longa duração e uma seção dedicada a designers independentes, além de galerias nacionais e estrangeiras que participam do evento pela primeira vez, chegando a um total de 140 expositores.

“Em um cenário de instabilidade econômica do país, a solidez e relevância conquistadas junto ao mercado garante que a SP-Arte continue sendo um destino para galeristas do mundo inteiro. Para 2018, queremos reforçar nossas atenções nas novidades produzidas no setor. Além da permanência de galerias já consagradas, a feira também reserva espaço para novos expositores, que trazem olhares inéditos sobre a produção artística”, disse Fernanda Feitosa, diretora e fundadora da SP-Arte.

Assim como no ano passado, a feira terá visitas guiadas. Ao todo, mais de mil pessoas participaram dessas visitas em 2017. “Neste ano, insistiremos nesta aposta, que vem ao encontro de um de nossos principais objetivos: trabalhar pela formação de público, tanto de novos apreciadores como de colecionadores de arte. Queremos proporcionar a nossos visitantes uma imersão neste universo”, disse Fernanda. Haverá também lançamento de livros e debates com especialistas, artistas e colecionadores.

Expositores
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Entre os nomes de destaque das galerias de arte do mundo que retornam à SP-Arte estão David Zwirner e Marian Goodman (Nova York), White Cube (Londres), Neugerriemschneider (Berlim) e Kurimanzutto (Cidade do México). Já as galerias Blank (Cidade do Cabo), Fragment (Moscou) e Cayón (Madri) são destaques entre as novatas internacionais do evento.

Das galerias nacionais, participam não só as tradicionais como Dan, Bergamin & Gomide, Vermelho, A Gentil Carioca, Casa Triângulo, Fortes D’Aloia & Gabriel, Luisa Strina e Millan, mas chegam também 15 novatas, entre elas Adelina, Verve, Base e Mapa, todas paulistanas, e as cariocas Cassia Bomeny e Gaby Indio da Costa.

Assim como no ano passado, a feira terá visitas guiadas. Ao todo, mais de mil pessoas participaram dessas visitas em 2017. “Neste ano, insistiremos nesta aposta, que vem ao encontro de um de nossos principais objetivos: trabalhar pela formação de público, tanto de novos apreciadores como de colecionadores de arte. Queremos proporcionar a nossos visitantes uma imersão neste universo”, disse Fernanda. Haverá também lançamento de livros e debates com especialistas, artistas e colecionadores.

A programação completa está no site da SP-Arte. O evento estará aberto ao público de quinta a sábado, das 13h às 21h, e no domingo, das 11h às 19h.


Fonte: Agência Brasil