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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

E se o que você aprendeu na escola não fosse mais verdade nos dias de hoje?


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Nada nesta vida quase nada é estático e os exemplos se sucedem mostrando que alguns fatos que você aprendeu ao longo da vida, por erros de tradução ou simplificações mal feitas, simplesmente não são verdade

Nem sempre a culpa é de alguém: a própria ciência avança e transforma aquilo que conhecemos como fatos, em geral se adequando à realidade complexa em que vivemos.O site Business Insider reuniu algumas dessas pérolas – e nós selecionamos alguns dos “fatos” que vivem sendo ensinadas errado para te explicar direitinho. 


1. Existem três (ou cinco) reinos dos seres vivos

Reino animal (Animalia), vegetal (Plantae) e das bactérias (Monera) eram os “originais” dos livros didáticos. O dos protozoários (Protista) e dos fundos (Fungi) se tornaram adições comuns – mas nem esse apêndice dá conta da classificação mais atualizada dos seres vivos. Costumávamos jogar grande parte dos micro-organismos na mesma caixinha. O problema é que sabemos, hoje, que eles representam a enorme maioria das espécies do planeta. Conhecemos 1,7 milhão delas, já classificadas pela ciência. Mas estima-se que exista um total de 9 milhões de espécies na Terra – e mais de 5 milhões seriam tipos diferentes de micro-organismos.

2. A Muralha da China é a única estrutura humana que pode ser vista do espaço

Esse já de cara não parece um fato muito consolidado, não é mesmo? A verdade é que tudo depende da distância em que você está da Terra. Da Lua, segundo um dos astronautas da Missão Apollo, você só vê uma esfera esbranquiçada, com pontos de azul e no máximo uns sinais de vegetação. Já da subórbita próxima, em que ficam os satélites, dá para enxergar luzes das grandes cidades, represas, aeroportos… Grandes estruturas em geral, especialmente quando estão “destacadas” por uma camada de neve. O mesmo vale para a Muralha da China.

3. Diamante é a estrutura mais dura que existe
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O recordista desta categoria muda com frequência, já que seguimos descobrindo como combinar diferentes compostos (geralmente a pressões altíssimas) para criar materiais mais resistentes. A maioria deles é extremamente raro na natureza, mas pode ser criado em laboratório simulando as condições extremas de surgimento.

É o caso da lonsdaleíta, parecida com o diamante: também é composta de átomos de carbono, mas em outro arranjo geométrico, que a torna 58% mais resistente que ele. Pelo que sabemos do seu comportamento, provavelmente é forjada naturalmente em impactos de asteróides. Outro é o nitrato de boro de wurtzita, que surgiria em erupções vulcânicas muito violentas.

4. As bruxas de Salém foram queimadas na fogueira

De acordo com Richard Trask, arquivista da cidade (que hoje se chama Danvers), a queima de mulheres acusadas de bruxaria não aconteceu em Salém. O vilarejo, que fica em New England, nos EUA, ainda seguia a lei britânica na época, que punia a bruxaria (acusação “guarda-chuva” para qualquer não conformismo feminino à época, vale acrescentar) com enforcamento.

Queimar mulheres vivas foi uma tática mais difundida na Europa Ocidental, por recomendação da Igreja. Olha só, que “alívio”.

5. Os escravos construíram as pirâmides do Egito

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A narrativa bíblica e os filmes acabaram influenciando a história, nesse caso – muita gente associa a escravidão do povo de Israel no Egito à construção das pirâmides. Em primeiro lugar, não há menção nenhuma disso na Bíblia. Em segundo lugar, as evidências arqueológicas indicam que os trabalhadores que construíram as pirâmides eram egípcios livres. 

Alguns arqueólogos e historiadores defendem que esses homens eram subordinados a nobres, para os quais deviam uma parcela do seu tempo de trabalho, de forma similar ao feudalismo. Não seria uma escolha, propriamente dita, ficar carregando blocos de pedra, mas também não seria trabalho forçado sem qualquer remuneração. Na realidade, as evidências apontam para uma função que era até bastante privilegiada. 

Os trabalhadores tinham sua própria cidade, seu próprio cemitério e uma alimentação quase luxuosa para a época. O trabalho era sim, precário e árduo, mas era feito por gente de status social mais elevado que o de escravos.

Referência: Super Interessante

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