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sábado, 26 de agosto de 2017

Em 31 de agosto próximo, o mundo pode relembrar os 20 anos da morte da Lady Dy, acompanhando um documentário definitivo


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Vinte anos depois da morte de Diana de Gales, relembra-se o dia em que o mundo parou para chorar a morte da princesa do povo e uma das figuras mais emblemáticas do Reino Unido

No dia 6 de setembro de 1997, um milhão de pessoas saíram às ruas para acompanhar o féretro, enquanto 32 milhões de pessoas seguiram-no pela televisão no Reino Unido e aproximadamente 2500 milhões de pessoas em todo o mundo, tornando-se num dos eventos com mais audiência da história.

Documentário

Ainda falando das duas décadas de ausência de Lady Dy, um documentário proibido, que causou grande polêmica em Buckingham e que foi vetado até ao último momento pelas pessoas relacionadas com a princesa, está sendo disponibilizado. A audiência da estreia no Reino Unido, no Channel 4, foi um verdadeiro recorde para o canal. A história de Diana sempre foi contada através de outras pessoas mas agora, 20 anos depois da sua morte, é apresentado o retrato definitivo de Lady Di graças a uma recopilação de arquivos inéditos protagonizados por ela própria. 


Trata-se de uma série de vídeos e gravações áudios que foram gravados no palácio de Kensington entre 1992 e 1993, pelo seu professor de oratória Peter Settelen, contratado por Diana para vencer o medo de falar em público, e que acabou também por servir como um gênero de sessão de terapia. 

Nesses registros, é possível ver Diana de Gales a falar com absoluta franqueza e honestidade sobre detalhes de sua vida pública e privada, como as suas “estranhas e escassas” relações sexuais com Carlos de Inglaterra, o seu triste noivado, o posterior aparecimento de Camilla Parker Bowles, e em pleno ataque de sinceridade, chegou mesmo a sugerir que a morte de um dos seus guarda-costas, de quem esteve apaixonada, não foi um acidente. 

Lady Di também descreve o seu casamento como o “pior dia da sua vida” e salienta o suplício pelo qual tinha de passar para fingir uma falsa vida de conto de fadas. O prestigiado diretor Kevin Sim, vencedor do BAFTA, está encarregue de dar forma a todo este material inédito, várias horas de gravação às quais se somam ainda o testemunho das pessoas mais próximas a Diana. 

Desde a sua morte, este material foi objeto de disputas legais entre a família de Diana, que considera que é material privado e que lhes pertence, e Peter Settelen. Em 2004, depois de ter ganhado o processo, Settelen ficou com todo o material, mais de 21 horas de gravações.

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Dirigido por Leslie Woodhead, que venceu conceituados prêmios internacionais como os Emmys, os Peabodys e os BAFTAs, e narrado pela atriz Kate Winslet, este documentário recorda como foi esse dia contado pelas pessoas que lá estiveram. 

Figuras importantes da Abadia de Westminster, como o diretor do coro Martin Neary ou o fotógrafo oficial John Stillwell, pessoas que participaram na sombra, como Sir Malcolm Ross, o organizador do funeral, o capitão Richard Williams, que em conjunto com alguns dos seus homens levou o caixão aos ombros e Graham Craker, antigo oficial encarregue da segurança de Diana e dos dois príncipes, ou pessoas próximas da sua vida quotidiana como Jenni Rivett, a sua treinadora pessoal, falam em exclusivo para prestar homenagem à Princesa de Gales.

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