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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Elvis Presley continua rendendo fama e fortuna 40 anos após sua morte


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Decorridos 40 anos, muitos se perguntam até hoje como é que o rei do rock, Elvis Presley, faleceu e em que circunstâncias

Isso já foi assunto de diversos artigos, livros e estudos, tanto que muita gente ainda pensa “será que Elvis morreu, mesmo?”.

A resposta para a pergunta “como e quando Elvis morreu” é simples e triste. Ele faleceu dia 16 de agosto do ano de 1977, no banheiro da mansão que ficou mundialmente conhecida como Graceland, situada em Memphis, no Tennessee. Elvis Presley tinha 42 anos no momento de sua morte. Estava no chão do banheiro deitado em uma poça do próprio vômito. Ao ver o músico naquele estado, sua equipe contatou uma ambulância e correram para o Baptist Memorial Hospital, onde, depois de várias tentativas em reanimá-lo, morreu às 15:30 h. Sua autópsia foi realizada às 19:00 h.

O relatório do médico legista oficial lista “arritmia cardíaca” como a causa da morte de Presley, porém, mais tarde, admitiu ser um ardil da família junto com os médicos Dr. Jerry T. Francisco, Dr. Eric Muirhead e Dr. Noel Florendo para encobrir a verdadeira causa da morte: um coquetel de dez medicamentos tomados em doses absurdas.

Relação de Elvis Presley com as drogas?
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Embora muitos ainda achem que a morte de Elvis foi resultado de atividades alimentares negativas e falta de exercício, não há dúvidas de que o uso de drogas foi o principal fator. Porém, maconha e cocaína, por exemplo, não tiveram tanta culpa, e sim as drogas legais, prescritas por médicos mas usadas abusivamente. Elvis tinha um grande apreço por aquilo que costumavam chamar de “downers”: pílulas, analgésicos para dormir e outras substâncias que diminuem o nível de atividade no cérebro.

Diante de um horário rigoroso de trabalho criado pelo seu manager, “Coronel” Tom Parker, Presley começou a usar “uppers” para ter disposição pela manhã e “downers” para ajudá-lo a relaxar e dormir à noite. Até o início dos anos setenta, Elvis tinha vindo a contar com essas pílulas como equipamento necessário para a sua carreira agitada: uma média shows dia sim dia não de 1969 até junho de 1977 e três álbuns por ano para a RCA.

Para conseguir esses medicamentos, Elvis precisava de médicos, mas, quem não queria ajudar a grande estrela do momento? Quando visitava qualquer tipo de médico, ele convencia os doutores a prescrever tais remédios e analgésicos. O cantor chegou a carregar uma cópia do Physician Desk Reference – uma enciclopédia de drogas lícitas para sempre saber exatamente o que pedir e quais sintomas deveria emular.

Ganhos 40 anos depois
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A morte deu um impulso no poder de venda não apenas de Elvis, mas de pessoas que resolveram explorar negócios ligados ao ídolo do rock e permitiu que vários fãs empreendedores pudessem viver da venda de objetos relacionados a seus ídolos.

O valor do legado de Elvis continua bastante alto - a lista da Forbes de estrelas mortas que mais lucram diz que ele (ou melhor, sua família) acumulou US$ 27 milhões (R$ 85 milhões) em 2016, e vendeu um milhão de discos.

O notório gosto de Elvis por comida pouco saudável, com destaque para o seu sanduíche favorito que, dizem, consistia de duas fatias de pão frito recheadas de bacon crocante e bananas fritas cobertas com geleia e manteiga de amendoim.

Graceland vendeu 11 mil sanduíches a visitantes no ano passado. Mas não estamos falando de Graceland, a residência oficial de Presley em Memphis que hoje é aberta à visitação, e, sim, de Graceland Randers, na um museu sobre Elvis na Dinamarca.

A atração turística no norte do país é propriedade de um super fã dinamarquês, Henrik Knudsen, de 53 anos, que construiu uma cópia da mansão de Graceland para manter a lenda do rock viva na Escandinávia. Ele fundou um fã clube de Elvis no país e sua réplica da mansão foi inaugurada em 2011. No ano passado, o local recebeu 150 mil visitantes.

Negócio lucrativo

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A construção da casa custou R$ 11 milhões, com museu e subsolo, um salão de convenções, uma loja e um café, mas em seis meses Henrik ganhou dinheiro suficiente para pagar seus investidores.

Com o sucesso, veio também um processo da Elvis Presley Enterprises, o braço corporativo criado pela Fundação Elvis Presley para gerenciar o licenciamento mundial de produtos relacionados cantor, por violação da marca registrada Graceland.

Outro fanático por Elvis que ganha a vida com seu herói, Sid Shaw, é dono do site Elvisly Yours, que desde Londres vende produtos licenciados a fãs de mais de 50 países. Ao longo dos anos ele vendeu canecas, fantasias, revistas, livros, pôsteres, crachás, camisetas, pratos, ímãs, óculos escuros de Elvis e tapeçarias temáticas, entre outros.

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