sábado, 29 de julho de 2017

“O ódio que você semeia” - Livro de Angie Thomas que aborda o preconceito racial


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Um livro com uma história juvenil repleta de choques de realidade, tão necessário em tempos tão cruéis e extremos que tem como objetivo gerar discussão sobre o preconceito racial

Este é 'O ódio que você semeia', de Angie Thomas, lançamento da Galera Record, disponível desde 10 de julho.

O livro surgiu de uma ideia da autora que se inspirou no movimento americano Black lives matter. A campanha surgiu nos Estados Unidos para combater, principalmente, mortes de negros por policiais brancos. Além disso, o livro já teve os direitos adquiridos para virar filme.

A 20th Century Fox prepara a produção que terá a atriz Amandla Stenberg (Jogos vorazes) no papel da protagonista Starr, Wyck Godfrey e Mary Bowen da Temple Hill e State Street também fazem parte da produção, e George Tillman Jr. vai dirigir a partir do roteiro adaptado por Audrey Wells.

Sinopse:

Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.

Não faça movimentos bruscos.
Deixe sempre as mãos à mostra.
Só fale quando te perguntarem algo.
Seja obediente.

Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.

Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos – no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início.

Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa. Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. Este é um livro que não se pode ignorar.

Exposição sobre o Holocausto é atração no Museu do Amanhã - Rio


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Espaço cultural voltado para a ciência, o meio ambiente e a reflexão sobre o futuro da humanidade, o Museu do Amanhã lança um olhar sobre um período tenebroso da história mundial com a exposição Holocausto – Trevas e Luz

O Holocausto foi um triste capítulo na história da humanidade. Não muito distante. Iniciado com a ascensão de Adolf Hitler ao poder na Alemanha, em 1933, e intensificado durante a Segunda Guerra Mundial, consistiu na perseguição e no aniquilamento de cerca de 6 milhões de judeus pelos nazistas e seus colaboradores.

Um projeto de extermínio de um povo, amparado em sistemas burocráticos. Ciganos, pessoas com deficiência, homossexuais, negros, testemunhas de Jeová e dissidentes políticos também foram perseguidos por razões étnicas ou nacionais.

Mas mesmo em condições extremamente adversas, muitos conseguiram se refugiar em outros países, outros se rebelaram e pegaram em armas para lutar, e vários conseguiram simplesmente resistir e sobreviver.

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A exposição Holocausto - Trevas e Luz, realizada pelo Museu do Amanhã em parceria com o Museu do Holocausto de Curitiba, convida à reflexão sobre a importância da convivência, e sobre como queremos viver uns com os outros, hoje e amanhã. Ela será aberta ao público no dia 26 de julho e ficará na Galeria do Tempo do Museu do Amanhã até 15 de outubro.

Seu objetivo é reforçar a necessidade de que aprender e recordar são ações fundamentais para que o Holocausto sirva como um alerta e um ensinamento para a nossa e futuras gerações. Com isso, poderemos evitar e combater inúmeros genocídios e graves violações dos direitos humanos que continuam ocorrendo em várias partes do planeta, incluindo o Brasil.

É preciso promover a convivência e lidar com a diferença para que possamos seguir rumo a Amanhãs mais plurais.

Fonte: museudoamanha.org.br

Exposição interativa em caminhão celebra a língua portuguesa na Flip


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Uma das atrações da 15ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que está aberta ao público do local até domingo (30) 


Depois da Flip, a exposição interativa Energia da Língua Portuguesa, montada em um caminhão, percorrerá todas as regiões do Brasil nos próximos dois anos. A mostra é uma ação em apoio à recuperação do Museu da Língua Portuguesa, com sede em São Paulo, que teve seu acervo destruído após um incêndio em 2015. O local só será reaberto ao público em 2019.

“Achamos que uma vez que a abertura do museu está programada somente para 2019, até lá tínhamos que ter uma forma de envolver as pessoas nesse processo de restauração e difundir um pouco mais a grande riqueza que o idioma português tem, a diversidade do idioma nos vários países, os vários sotaques no Brasil. Tem uma série de informações curiosas sobre a língua e é isso que nós estamos levando nessa exposição itinerante”, explicou Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, empresa portuguesa de energia que montou a exposição.

Depois de Paraty, a exposição interativa segue para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. A mostra tem 300 metros quadrados e utiliza a estrutura móvel de um caminhão. Por meio de diferentes atividades interativas, ela permite que os visitantes conheçam mais sobre os países que falam a língua portuguesa, as peculiaridades e diferenças do português falado no Brasil e em Portugal e curiosidades sobre expressões comuns deste idioma, que é considerado o quinto mais falado do mundo.

Periscópio



Na área interna, por exemplo, o público pode manuesar um periscópio em que as pessoas rodam em 360 graus e conseguem olhar para dez países onde se fala português hoje em dia. "É uma viagem, um mergulho no português que se fala no mundo inteiro”, disse Setas. No chão, está marcado o nome de cada país e, na parede, podem ser apreciadas fotos e expressões curiosas de cada um deles.

Em outra instalação, o visitante pode dublar trechos de poemas com o sotaque que escolher e compartilhar em suas redes sociais. E um jogo dentro da exposição desafia o visitante a soletrar palavras selecionadas aleatoriamente por uma máquina. Quem acertar, ganha um livro. Chama a atenção também a atividade que exibe e explica o significado de expressões utilizadas no dia-a-dia nos países lusófonos, como "Inês é morta", "tem boi na linha", "bicho de sete cabeças", "as paredes têm ouvidos", "a cobra vai fumar", entre outras.

Quando sai do caminhão, o visitante é convidado a recitar um poema e, posteriormente, essas gravações constituirão um vídeo com a participação do público. Na área externa da exposição, são desenvolvidas outras atividades que incluem produção de pôsteres com a citação literária favorita do visitante, ambiente para leitura e o chamado light painting. Por meio da técnica, os visitantes escrevem palavras no ar com auxílio de uma luz, que são captadas em fotografias.

Nos próximos meses a exposição seguirá para o Rio de Janeiro (4 a 6 de agosto), Cachoeiro de Itapemirim (11 a 13 de agosto), Vitória (18 a 20 de agosto), Linhares (25 a 27 de agosto), São José dos Campos (2 de setembro), Guararema (9 de setembro) e Guarulhos (16 de setembro).

Fonte: EBC

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Flica 2017 - Festa Literária Internacional de Cachoeira BA acontecerá em outubro


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Evento que está entre os três mais importantes do país, acontece entre os dias 5 e 8 de outubro, na histórica Cachoeira, no recôncavo baiano, com autores notáveis e programação infantil

A Festa Literária Internacional de Cachoeira já se tornou tradição no calendário de eventos literários do Brasil. A sétima edição, entre os dias 5 e 8 de outubro, segue trazendo para o Recôncavo Baianos influentes nomes da literatura nacional e internacional, com programação para adultos e crianças. Em 2017, como nas edições anteriores, estão programados debates literários, lançamento de livros, exposições, apresentações artísticas, contações de histórias e saraus.

Todos os anos, escritores de diversos matizes se reúnem para debater e interagir com o público, que tem acesso gratuito a todas as atrações do evento. Política, música, biografias, religião e principalmente literatura de ficção, a criação literária, são temas presentes nas mesas de debate da Flica. A festa costuma atrair mais de 20 mil visitantes a Cachoeira, cidade que durante a Flica respira literatura em múltiplas manifestações.

Ruy Espinheira Filho
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Em 2017, o escritor Ruy Espinheira Filho será o homenageado. Autor de mais de 20 livros, recebeu diversos prêmios, como o Nacional de Poesia Cruz e Sousa, Nestlé, Ribeiro Couto, da União Brasileira de Escritores, de Poesia da Academia Brasileira de Letras, Portugal Telecom, Rio de Literatura, além de ganhar o Jabuti. Tem contos e poemas em diversas antologias publicadas no Brasil e no exterior (Portugal, Itália, França, Espanha e Estados Unidos).

Para esta edição, já foram confirmados nomes como Maria Valéria Rezende, Franklin Carvalho, Ricardo Lísias e Daniela Galdino, além dos mediadores Milena Britto, Wesley Correia e Mônica Menezes. Entre as mesas que foram idealizadas estão “Memória, obsessões e outras matérias-primas da ficção”, “Intervenções, agitações e desvarios” e “A poesia em suas infinitas estações”.

Nas seis últimas edições, nomes internacionais como Pepetela (Angola, 2013), Gonçalo M. Tavares (Portugal, 2014), Sapphire (EUA, 2015), Matei Vişniec (Romênia, 2014), Uzodinma Iweala (EUA/Nigéria, 2012), Javier Moro (Espanha, 2012), Juan Gabriel Vásquez (Colômbia, 2016), Helon Habila (Nigéria, 2015) e Kiera Cass (EUA, 2013) estiveram no espaço do Claustro da Ordem Terceira, sede dos debates.

Do Brasil, já se apresentaram na Flica estrelas literárias como Ana Maria Machado (2016 e 2014), Martha Medeiros (2015), Mary Del Priore (2016), Cristovão Tezza (2013), Laurentino Gomes (2013), Milton Hatoum (2016), Antonio Prata (2016), Xico Sá (2012), Conceição Evaristo (2016), Fabrício Carpinejar (2013) e Marcia Tiburi (2012).

Não faltaram nomes baianos, como Mãe Stella de Oxóssi (2014), Antônio Torres (2015), João José Reis (2012), Ubiratan Castro (2011), Hélio Pólvora (2011), Ruy Espinheira Filho (2012), Capinan (2012), Jaime Sodré (2012), Ordep Serra (2012) e Makota Valdina (2013).

Uma novidade deste ano será a curadoria. O escritor e jornalista Tom Correia assume este ano a função que foi ocupada, em 2016, por Emmanuel Mirdad, um dos idealizadores e coordenador geral da Flica.

Autor de quatro livros individuais de contos e com participação em várias coletâneas, Tom iniciou sua trajetória ao vencer o Prêmio Braskem de Literatura, com “Memorial dos medíocres”. Com diversos trabalhos em jornalismo literário, sua relação com a Flica surgiu desde a primeira edição. Em 2013, ele foi um dos autores convidados e, no ano seguinte, mediou uma mesa.

Espaço criança
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Há sempre espaço para as crianças. Livros e brincadeiras criam um universo lúdico para a Fliquinha, um espaço literário direcionado aos pequenos. A curadoria é de Lília Gramacho e Mira Silva, que já estão no posto há cinco anos.

Aos amantes da literatura de todas as idades e gostos, a Flica é um espaço para contemplar o mundo das letras, sendo um dos maiores eventos literários do país. As mesas de debate ocorrem, desde a primeira edição, no já mencionado Claustro, enquanto a Fliquinha tem lugar no Cine-Theatro Cachoeirano, outro prédio tombado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Parte da programação acontece no Espaço Educar para Transformar, localizado em frente à Câmara Municipal de Cachoeira. Lá, o público pode participar de diferentes atividades, como lançamento de livros, exposições, apresentações artísticas, contação de histórias e saraus.

Referência: http://flica.com.br

Tarsila do Amaral | Exposição em NY terá a artista brasileira como homenageada


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130 obras da artista brasileira desde a década de 1920 serão exibidas na mostra, intitulada "Tarsila do Amaral: Inventando a Arte Moderna no Brasil"

A pintora brasileira é um das mais destacadas nomes da arte nacional e a mostra, intitulada “Tarsila do Amaral: Inventando a Arte Moderna no Brasil”, exibirá 130 obras da década de 1920 com pinturas, desenhos e fotografias obtidas de coleções nos Estados Unidos, na América Latina e na Europa.

A exposição no MoMA, onde permanecerá de 11 de fevereiro a 3 de junho de 2018, mas antes a compilação poderá ser vista de outubro até 7 de janeiro no Instituto de Arte de Chicago, que foi um dos parceiros na empreitada que levou a obra de Tarsila para os EUA.

Trajetória
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Nascida em São Paulo em 1886, Tarsila do Amaral é considerada um ícone da arte moderna latino-americana e uma das impulsoras do movimento modernista no Brasil.

A artista viajou para Paris em 1920, onde desenvolveu um estilo muito característico através do uso de traços sintéticos e volumes sensuais para representar paisagens e cenas locais com uma rica variedade de cores.

Em janeiro de 1928, Tarsila pintou o quadro “Abaporu”, uma pessoa alongada e isolada acompanhada de um cacto, que rapidamente se tornou um dos símbolos do movimento modernista brasileiro.

A exposição do MoMA incluirá algumas das obras da época parisiense da artista e algumas das pinturas de grande escala produzidas em sua volta ao Brasil, no início dos anos 30.

Entre os destaques da mostra estarão “A Negra” (1923), “Antropofagia” (1929) e, é claro, “Abaporu” (1928), que é o quadro mais valioso de um pintor brasileiro e que se encontra sob a posse de um colecionador argentino.

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Ancine: 2016 registra recorde de público nos cinemas brasileiros


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O ano de 2016 foi considerado excelente para os mercados de distribuição e exibição cinematográficas, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) 

Além do recorde de público de 184,3 milhões de espectadores e renda bruta de R$ 2,6 bilhões, dados da agência revelam também que 99,6% das salas de exibição no país já contavam com tecnologia digital de projeção no ano passado.

As informações constam dos informes anuais publicados no site da Ancine e confirmam grande parte dos dados antecipados em janeiro por informe preliminar mostrando que em 2016 houve crescimento no número de bilhetes vendidos, recorde de lançamentos nacionais e conclusão do processo de digitalização das salas.

De acordo com o Informe de Mercado de Distribuição em Salas de Exibição, os 142 filmes brasileiros lançados nos cinemas renderam o maior patamar de ingressos vendidos desde a década de 90, levando 30,4 milhões de pessoas às salas e representando 16,5% do total de bilhetes vendidos.

Também foi relevante o aumento na participação das distribuidoras nacionais na renda auferida com a exibição de obras brasileiras, que chegou a 95,8%. O documento apresenta ainda rankingscom as maiores bilheterias do ano, informações e análises sobre a ocupação das salas pelos filmes brasileiros e estrangeiros nas estreias e sobre o desempenho das empresas distribuidoras no mercado.

Salas de exibição
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Já o Informe de Mercado do Segmento de Salas de Exibição tem como destaque a conclusão do processo de digitalização do parque exibidor brasileiro. O relatório mostra que quase todas (99,6%) as salas de cinema do país já contam com a tecnologia digital de projeção. O número de salas de exibição no país continuou crescendo, fechando o ano com 3.160 salas em funcionamento, próximo ao recorde observado na década de 70, quando o país chegou a ter 3.276 salas.

Outro dado que consta do informe da Ancine é a queda no número de habitantes por sala de cinema no Brasil, que caiu de 88,6 mil em 2010 para 65 mil em 2016. Essa redução decorre do ritmo de crescimento do número de salas nos últimos seis anos, sempre superior ao aumento populacional e é mais intensa nas regiões Norte e no Nordeste.


Fonte: EBC

domingo, 23 de julho de 2017

120 anos da ABL | A casa que já abrigou os maiores intelectuais da história cultural brasileira


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Na composição atual da ABL há nomes controversos, no mínimo, mas as salas do Petit Trianon, onde estão bustos de Castro Alves, Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, entre outros, já abrigaram a nata da intelectualidade nacional

Com fundação datada de 20 de julho de 1897 por iniciativa de um grupo de escritores, tendo à frente o mais importante deles na época, Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras (ABL) comemorou no último dia 20, os 120 anos de existência, com uma solenidade no salão nobre do Petit Trianon, sede histórica da instituição, no centro do Rio.

Tendo Machado de Assis como um dos fundadores e para a qual dedicou os último anos de sua vida, nada mais justo que ele seja um dos principais homenageados. O prédio, que abriga a nata da intelectualidade brasileira, fica no Centro da cidade (Avenida Presidente Wilson 203) e é um importante centro cultural para moradores e visitantes.

Fundador ilustre


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Machado já chegava à casa dos 60 anos quando foi eleito por unanimidade o primeiro presidente da Academia, que tinha como inspiração a Academia Francesa. Um grupo de intelectuais da Revista Brasileiro teve a ideia de criar um local de valorização da literatura nacional e foi buscar respaldo do já renomado escritor. Ter Machado como presidente significava nada de brigas ou desavenças. O escritor foi presidente da casa por 10 anos e só deixou o posto por causa de sua morte.

Para os apreciadores da literatura portuguesa, visitar a "Casa de Machado" é um passeio e tanto. O Petit Trianon, como é chamado o prédio que é sede da ABL, foi doado pelo governo francês em 1923. É uma réplica do Petit Trianon do Palácio de Versalhes. Na entrada do prédio, repousa Machado, esculpido em bronze, acompanhando o vai e vem de visitantes e acadêmicos. Ao lado, já em estilo moderno, está o Palácio Austragésilo de Athayde que é a ponte da ABL com o futuro e espaço de diversas atividades culturais.

Nas salas do Petit Trianon estão bustos de Castro Alves, Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Fagundes Varela e Gonçalves Dias. É chamada de Sala dos Poetas Românticos. Uma grande reprodução do estatuto da Academia, de 1897, assinado por Machado de Assis, Joaquim Nabuco, entre outros, está afixada na Sala das Sessões. Na Sala Machado de Assis, encontram-se objetos pessoais do "bruxo do Cosme Velho": livros, a escrivaninha onde trabalhava e um belo retrato a óleo de Machado. Todo o acervo pode ser visto em visitas guiadas, que acontecem sempre às 14h.

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A consulta ao acervo pode ser feita pela Internet nas bibliotecas Rodolfo Garcia e Acadêmico Lúcio de Mendonça. O acervo da ABL é de valor incalculável. A Academia, desde sua fundação, recebe doações de bibliófilos do mundo todo. Fazem parte do seu acervo as primeiras edições de obras clássicas da literatura mundial, além de um grande número de obras raras dos séculos XVI a XX, destacando-se a edição princeps de Os Lusíadas, de 1572, e um raríssimo exemplar das Rhythmas, impresso em Lisboa, no ano de 1595, de Luís de Camões.

A programação cultural pode ser consultada no site da ABL ou no Facebook da instituição: https://www.facebook.com/academia.org.br. Cercada de bons restaurantes, próxima ao metrô da Cinelândia, a ABL é uma opção de passeio no Centro do Rio. Mesmo que você não goste de literatura ou dos livros, aprecie o jardim, o café, esbarre com algum acadêmico e puxe conversa. Machado ficará orgulhoso.

Referência: Bahia Já

Obras de arte do acervo do Masp ficam em exposição em Brasília até setembro


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Até o dia 18 de setembro, os moradores de Brasília poderão conhecer obras-primas do acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp) 

Entre as obras expostas estão quadros de Van Gogh, Picasso, Degas, Gauguin, Manet, Burle Marx, Portinari e Djanira, entre outros. A exposição Entre Nós está no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e conta com 100 obras de artistas consagrados nacionais e internacionais.

Entre as obras que poderão ser conhecidas estão a Ressurreição de Cristo, de Rafael; Ecce Homo ou Pilatos apresenta Cristo à multidão, de Jacopo Tintoretto; A arlesiana, de Vincent Van Gogh e Retrato de Tarsila, de Anita Malfatti. O Masp tem a maior coleção de arte da América Latina.

A ideia da mostra é apresentar a transformação da sociedade e da própria arte ao longo dos séculos, tendo como referência a representação da figura humana. Estarão expostas obras em diferentes movimentos artísticos, desde a arte pré-colombiana à fotografia moderna, os períodos do Pré-Renascimento, Renascimento, Iluminismo, Impressionismo, Pós-Impressionismo, Modernismo e arte contemporânea.

As obras poderão ser apreciadas nas Galerias I e II do CCBB, das 9h às 21h. A entrada é franca. Hoje (22), o CCBB está fechado durante todo o dia.

Fonte: EBC

‘Ninguém nasce no paraíso’ – Documentário aborda a proibição de partos em Fernando de Noronha


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Em Fernando de Noronha espécies em extinção como a tartaruga marinha, encontram políticas de preservação, mas a espécie humana nativa encontra-se em extinção diante da atual proibição do nascimento na ilha

Há 17 anos, as gestantes do arquipélago são expulsas aos 7 meses de gravidez para darem à luz em Recife ou Natal. Nesse cenário, mulheres lutam pelo direito ao parto e contam histórias sobre suas gestações em contexto de ameaças, criminalização, violências físicas e psicológicas e é esse drama que Alan Schvarsberg mostra no ótimo ‘Ninguém nasce no paraíso’.

Desde 2004, quando foi desativada a única maternidade na ilha, no Hospital São Lucas, sob a justificativa de que o custo de manutenção da estrutura era alto demais para a média de 40 partos por ano realizados na ilha principal, a única habitada, que todas as gestantes, aos 7 meses de gravidez são obrigadas a ir dar à luz os seus bebês em Recife ou Natal.

O impedimento já dura 13 anos e causa indignação entre os moradores, que falam em "violação do direito de nascer". Filmado em 2015, o documentário ‘Ninguém nasce no paraíso’, do brasiliense Alan Schvarsberg, conta a história de mães insatisfeitas com a situação. Ele descobriu o tema quando ministrava uma oficina de videoativismo em Noronha há quatro anos.

Legalmente, não há proibição formal para o nascimento de crianças em Fernando de Noronha. No entanto, a Coordenadoria de Saúde do arquipélago, que tem sede em Recife, se encarrega de fazer com que as mães deixem o local a partir da 34ª semana de gestação – mesmo que seja preciso insistir.

Falta de infraestrutura

Mesmo que as parturientes se disponham a pagar um médico para fazer o parto, as assistentes sociais explicam que não tem UTI nem recursos básicos e, se alguma complicação acontecer, podia ser um problema de difícil solução em virtude da dificuldade de deslocamento.

A coordenadoria de saúde da ilha ressalta que as gestantes fazem pré-natal pela rede pública em Noronha até o sétimo mês de gravidez e, depois, são encaminhadas para Recife, com todas suas passagens de ida e volta, cujo voo dura 1 hora e 20 minutos, – incluindo um acompanhante – pagas pelo poder público.

Em casos específicos, podem também receber hospedagem no hotel Uzi Praia durante todo o período na capital pernambucana, com três refeições e transporte para as consultas médicas. E seus partos são feitos do IMIP, hospital de referência em pediatria na capital.

Falta da família
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Apesar das despesas custeadas, uma das queixas mais comuns entre as mães é a solidão e a falta de opções de lazer durante a espera pelo nascimento do bebê – especialmente quando não se tem tanto dinheiro.

Ficar longe da família e dos amigos, tendo o trajeto do hotel para o hospital e do hospital para o hotel, como opção a ficar dentro de um quarto olhando pra as paredes, é uma experiência pouco agradável, especialmente para quem está à espera de um filho.

O documentário
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Alan Schvarsberg, diretor do documentário ‘Ninguém nasce no Paraíso’, acredita que a expressão "nó de Noronha", que aprendeu na ilha, pode ajudar a explicar o porquê de as reclamações das mulheres nem sempre chegarem às autoridades.

"O 'nó de Noronha' expressa a relação de interdependência da comunidade diante da realidade de viver numa ilha. Pelo fato de tudo vir do continente, até a água potável, as pessoas todas se conhecem e dependem umas das outras e da administração. Então há o receio de falar alguma coisa e sofrer represálias", afirma.

"A meu ver, esta é uma forma de extermínio muito perversa da população local. As mulheres podem registrar seus filhos, nascidos em Recife, como noronhenses, mas a gestação está se tornando algo muito traumático. Isso está fazendo com que, pouco a pouco, menos mulheres queiram engravidar", afirma.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Exposição “Mundo Jurássico” é atração em shopping de Feira de Santana


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Em uma cidade desprovida de atrações de lazer e cultura como Feira de Santana, na Bahia, a exposição “Mundo Jurássico” atrai não só as crianças mas também uma legião de adultos

Apesar do seu ar de cidade grande com população beirando os 700 mil habitantes, - que a torna a cidade do interior da Bahia maior que nove capitais de diversos estados da federação, - Feira de Santana tem muito pouco a oferecer a nativos e turistas.

Diante dessa falta de opções, uma simples exposição de bonecos plásticos em forma de dinossauros soltando grunhidos é motivo mais que suficiente para encher o shopping da cidade de crianças e até mesmo de adultos que não se cansam de fazer selfie ao lado das ‘perigosas’ criaturas antepassadas.

A exposição
Dinossauro

O Shopping Boulevard se dispôs a proporcionar uma aventura pré-histórica de volta ao Mundo Jurássico dos Dinossauros. Com criaturas em tamanhos bem próximos dos que seriam os dinossauros reais, a atração promete encantar crianças e adultos com uma exposição que mistura um parque temático, com visita educativa e entretenimento, resgatando a idade jurássica com réplicas robóticas que imitam sons e movimentos dos dinossauros, além de contar com uma cenografia incrível!

A exposição de dinossauros é aberta ao público com diversas cenas espalhadas nos corredores do shopping, além da cenografia montada na Praça de Eventos que conta com exibições de vídeos, simulação de escavações e área interativa. A mostra ficará até o dia 30 de julho, durante os horários de funcionamento do Shopping.

Serviço:

Que: Exposição “Mundo Jurássico”

Onde: Boulevard Shopping – Feira de Santana

Quando: até 30 de julho

Quanto: grátis

terça-feira, 18 de julho de 2017

“LOUCURAS ANUNCIADAS” - Coleção de gravuras de Goya será exposta na Caixa Cultural SP


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Coleção de gravuras que revela o período artístico mais obscuro do artista espanhol - entra em cartaz no dia 29 de julho na CAIXA Cultural São Paulo e estará aberta à visitação até 24 de setembro

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 29 de julho a 24 de setembro, a mostra Loucuras Anunciadas, do artista espanhol Francisco de Goya (1746-1828). 

A coleção, também chamada de Disparates, que reúne 20 gravuras, é uma edição póstuma da Academia de Belas Artes de Madri, que adquiriu as pranchas em 1864. O ciclo apresentado em São Paulo é considerado o mais obscuro e complexo da produção de Goya.

O período em que as gravuras foram feitas não é muito preciso; de acordo com especialistas, devem ser de 1815 a 1820. Goya tinha decidido não publicá-las, por causa da perseguição aos iluministas à época.

As enigmáticas gravuras são as últimas obras gráficas de Goya. Disparates é uma série que revela visões, violência, sexo, deboche das instituições relacionadas com o regime absolutista, crítica aos costumes e ao clero.

Gravuras ampliadas
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A mostra contará com duas grandes gravuras impressas para que as pessoas se fotografem diante das imagens. Uma delas, contará com sacos, tal como na gravura original Os ensacados (Los ensacados), que estará na exposição. A gravura remete à opressão, ao desespero e à própria sensação da surdez. Goya perdeu a audição aos 46 anos.

Acessórios e vestuários também ficarão à disposição, para que as pessoas possam se caracterizar e fazer suas próprias produções para fotografia. As gravuras ampliadas medem 1,8m X 2,75m. Além disso, estarão disponíveis ainda diversas máscaras e dois espelhos, um côncavo e outro convexo, para que os visitantes se vejam por outras perspectivas.

A mostra encerra temporada na Caixa Cultural Curitiba no dia 02 de julho e, após estada em São Paulo, seguirá para a Caixa Cultural Brasília, onde ficará em cartaz do dia 09/01/2018 ao 04/03/2018. 

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Serviço:

1. Exposição “Loucuras Anunciadas – Francisco de Goya”
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro) – próximo à estação Sé do metrô
Abertura: 29 de julho de 2017 (sábado), às 11h
Visitação: de 29 de julho de 2017 até 24 de setembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horário: 9h às 19h
Informações: (11) 3321-4400
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência

2. Palestra Vida e obra de Francisco Goya
Palestrante: Mariza Bertoli - curadora da exposição
Data: Dia 19 de agosto de 2017, sábado, às 11h
Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro.
Classificação indicativa livre para todos os públicos.
Capacidade: 50 participantes
Inscrições: (11) 3321-4400


Fonte: www.caixacultural.com.br

Brasil produziu os filmes ibero-americanos mais vistos em 2016


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Em 2016, foram produzidos 900 filmes pelos países ibero-americanos, classificação que inclui os países latino-americanos e da Península Ibérica: Portugal e Espanha 

O grupo foi o quarto do mundo em volume de produções, ainda que a arrecadação represente apenas 0,92% do total mundial, de acordo com a segunda edição do Anuário do Cinema da Ibero-América. A informação é da agência EFE.

Os filmes mais vistos foram os brasileiros Os Dez Mandamentos - O Filme, obra de Alexandre Avancini, com 11,35 milhões de espectadores, e Minha mãe é uma peça 2, de César Rodrigues, com 8,18 milhões de espectadores.

Esses dois filmes são seguidos pelos mexicanos ¿Qué Culpa Tiene el Niño? , de Gustavo Loza, com 5,98 milhões, e No Manches Frida, dirigida pelo espanhol Nacho. G. Velilla, com 5,20 milhões. A espanhola Sete Minutos Depois da Meia-Noite, de Juan Antonio Bayona, teve 4,61 milhões de espectadores.

A informação faz parte de estudo, apresentado hoje na sede de Casa da América em Madri, que analisa a situação em 22 países – 20 de fala hispana, mais Brasil e Portugal –, que contam com uma população de 677 milhões de pessoas.

9% da bilheteria mundial
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Enquanto os filmes externos à região foram 4.515 e arrecadaram US$ 3,43 bilhões - o que supõe 8,89% da bilheteria mundial -, os 900 filmes produzidos internamente arrecadaram no total US$ 355,6 milhões com 102,6 milhões de espectadores. Esses filmes são vistos principalmente em seus países de origem.

O país com mais estreias de filmes próprios foi a Argentina, com 208, o que representa 23,11% do total da região; seguido da Espanha, com 188 (20,88%), e Brasil, com 170 (18,88%).

Mas no que se refere a espectadores, foram os brasileiros os que mais consumiram cinema nacional, com 33,62 milhões de espectadores, seguidos dos mexicanos, com 31,27 milhões, e os espanhóis, com 16,46 milhões.

Os países analisados são Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

O anuário foi elaborado pela Barlovento Comunicação e MRC e conta com o apoio da Fundação Euroamérica, a Fundação Ortega-Marañón e a colaboração de Casa da América.

Fonte: EBC

domingo, 16 de julho de 2017

McGillin's: uma das tabernas mais tradicionais do mundo atrai visitantes para a Filadélfia


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Quantos restaurantes no planeta podem se orgulhar por ostentar 157 anos de funcionamento ininterrupto mantendo a qualidade quase bi-centenária?

O Old Ale House de McGillin's abriu suas portas no ano em que Lincoln foi eleito presidente dos EUA, pouco depois de o Liberty Bell, - o que se confunde com a própria história do Estado, - ter sido fundido e muito antes do início das fundações do que viria a ser a Prefeitura de Filadélfia.

As torneiras de cerveja do McGillin's jorram desde 1860 - tornando-se a mais antiga casa em operação contínua na Filadélfia e uma das mais antigas tabernas do mundo. O McGillin's superou Strawbridge, a Guerra Civil e até a proibição imposta pela Lei Seca.

A taberna comemorou seu sesquicentenário em 2010, mas continua sendo uma das maiores atrações da cidade, com suas paredes cobertas com cartazes e fotos históricas e ostentando uma curiosidade: em todos esses anos foi dirigida por apenas três famílias.

Abaixo, uma cronologia da trajetória do McGillin's desde a sua fundação até os dias de hoje!

1860

Catherine e William McGillin abriram o Bell in Hand Tavern. Os imigrantes irlandeses, que criaram as 13 crianças no andar de cima, logo se tornaram conhecidos como "Ma" e "Pa" e os trabalhadores que freqüentavam o bar o chamavam de "McGillin's". A taberna cresceu para incluir a casa de ostra ao lado, a aléia / banheiro e a casa no andar de cima.

1862

Vitória mexicana sobre os franceses na Batalha de Puebla - agora marcada pelo Cinco de Mayo, comemorado anualmente no McGillin's, com um toque irlandês.

1871
A construção da prefeitura começa (completada em 1901) a dois quarteirões de McGillin's. Toda licença de licor desde 1871 fica no muro de McGillin.

1876
A América celebra o 100º aniversário, o Centenário. John Wanamaker Department Store abre ao virar da esquina de McGillin's (agora Macy's). Wanamaker assina parte da coleção de McGillin's de sinais icônicos da Filadélfia.

1879
Woolworth abre. Seu sinal foi adicionado à coleção de sinais de McGillin's quando ele fecha em 1997.

1880

O cliente de McGillin's, WC Fields, nasceu. "Filadélfia é um lugar maravilhoso; Passei uma semana lá uma noite."

1885

McGillin's comemora o 25º aniversário.

1887

Gimbel Brothers abre na Filadélfia. Seu sinal foi adicionado à coleção emblemática de sinais da McGillin's quando fecha em 1987.

1901 


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Pa McGillin morre e Ma McGillin assume a direção. Sem insistência, Ma tem uma lista de itens que não foram permitidos. A lista lê como o registro social, incluindo alguns dos cidadãos mais proeminentes de Filadélfia.

1910
McGillin's comemora o 50º aniversário com uma nova fachada. O nome muda oficialmente para a Olde Ale House de McGillin's.

1920

Proibição promulgada. Durante a Proibição, Ma McGillin contrata um cozinheiro chefe.Serve comida e sorvete e, talvez, alguns copos de chá foram inclinados no segundo andar.

1930

O prato Cheesesteak da Filadélfia é inventado e se torna um dos mais vendidos da McGillin's.

1933

Proibição termina e o Mc McGillin's tira a chave do bolso do peito e reabre a porta da frente do pub.

1935
O McGillin's comemora o 75º aniversário.

1937


Ma McGillin morre aos 90 anos. Filha, Mercedes McGillin Hooper, uma das 13 crianças que cresceram na sala acima da taberna, dirige a Casa da Ale até 1958, com seu sobrinho Doc.

1941

Batalha de Pearl Harbor. Milhares de soldados e marinheiros passam pelas portas de McGillin's a caminho da frente.

1958
Irmãos Henry Spaniak e Joe Shepaniak (sim, eles soletram de forma diferente) compram o bar da família de McGillin. Três gerações depois, ainda está na família - com os mesmos valores e preços antiquados.

1960 


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A Old Ale House de McGillin's comemora o 100º aniversário.

1964

Ethel Merman, frequenta o McGillin's, onde relembra seus dias de infância na estrada com seus pais Vaudeville. Diz ao proprietário Henry Spaniak "Diga a qualquer um que eu estou aqui e nunca mais voltarei."

1971

Tennessee Williams visita McGillin's. É aberta a casa Corajosa e, quando é fechado em 2008, seu sinal é adicionado à coleção de sinais de McGillin.

1977

Lit Brothers fecha após quase 100 anos. Assinatura adicionada à coleção de McGillin's de sinais emblemáticos de Filadélfia.

1985

McGillin's comemora o 125º aniversário.

1987

One Liberty Place divide o horizonte de Filadélfia. Maldição de Billy Penn nasce e, ao ser fechado em 2008, surge a expressão: “Não culpe McGillin - estávamos aqui 41 anos antes da Câmara Municipal”.

1993
O pub foi vendido para a segunda geração da Spaniaks - a filha de Henry, Mary Ellen Spaniak Mullins e o genro Chris Mullins. A estréia real de McGillin's Real Ale & McGillin's Lager sobre o rascunho, Philadelphia Craft Beer Scene começa.

2003

JE Caldwell, um joalheiro nos negócios desde 1939, fecha e é mais uma assinatura adicionada à coleção de sinais icônicos da McGillin's.

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2006-2007

O nome de McGillin's figura na lista de Top 100 Nightclubs & Bars nos EUA pela Nightclub & Bar Magazine - 2 anos seguidos! A terceira geração da família Spaniak se junta à equipe de gestão da McGillin's - Christopher Mullins, Jr., filho de Mary Ellen e Chris Mullins e neto de Henry Spaniak. Os sinais Deux Cheminees e Strawbridge & Clothiers foram adicionados à coleção de McGillin's. O primeiro abriu em 1970 e o último em 1868.

Os filhos de Ben são criados aqui no McGillin's.The Sons of Ben, um grupo de torcedores da Liga da Filadélfia da Major League Soccer, foi criado no McGillin's!

2008
A revista Gourmet nomeia o McGillin's "uma das 14 adegas mais legais dos EUA". Iniciadas as aparições do McGillin's em mídias sociais (Twitter e Facebook) - provando que “se pode ensinar um velho cachorro novos truques”! Maldição de Billy Penn termina, os Phillies ganham a World Series! Um grande relógio é instalado no McGillin's!

2010 


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O McGillin's já é um nome na história americana ao comemorar o 150º aniversário com uma festa gigante, com a visita de Budweiser Clydesdales e uma introdução do IPA de McGillin em 1860. McGillin ganha o prêmio "Best Bartender" da revista Philadelphia.

2011
O McGillin's ganha o prêmio "Best Happy Hour" da revista Philadelphia.

2012
Revista Completa nomeia o McGillin's para a lista dos 50 Melhores Pubs Irlandeses na América. Irish Pubs Global nomeou McGillin para a lista dos melhores bares irlandeses da América. McGillin ganha o melhor prêmio Happy Hour da DrinkPhilly.com 


2013

Os nomes de Fodor McGillin é um dos dez melhores bares históricos nos EUA e um dos melhores bares irlandeses da América. Irish Central nomeou McGillin para a lista de 10 melhores Irish Pubs nos EUA. A Fox News nomeou McGillin para a lista de Top Irish Pubs nos EUA. A CBS indicou o McGillin para a lista dos melhores Karaoke Spots em Filadélfia.
Le Bec Fin, que iniciou o renascimento do restaurante da Filadélfia em 1970, fecha e é maus um sinal é adicionado à coleção no McGillin's.

2014
O McGillin's é nomeado uma das melhores adegas do Dia de São Patrício nos EUA, segundo o Huffington Post. McGillin's está na lista do thrillist.com de Best Irish Pubs nos Estados Unidos e é eleito 1 dos 10 Melhores Pubs Irlandeses no País por bustle.com, além de ser indicado como um dos 10 Melhores Autênticos Pubs Irlandeses na América por American Profiles. Yahoo Travel e Gayot elegem o McGillin's para a lista dos 10 melhores Irish Pubs nos EUA. Indicado como uma das atrações turísticas mais populares em Filadélfia pelo Philadelphia Business Journal

Julho de 2016
O vice-presidente Joe Biden visita McGillin's. Durante a semana, a Filadélfia hospedou o DNC, o programa matinal da manhã do MSNBC, McGillin, "Morning Joe", hospedado por Joe Scarborough e Mika Brzezinski.Políticos locais e nacionais visitaram McGillin's durante a semana, o destaque foi o vice-presidente.

sábado, 15 de julho de 2017

Projeto Tamar Praia do Forte sedia exposição sobre a primeira geração de tartarugas


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Projeto pioneiro no país, o Tamar, em Praia do Forte, recebe a exposição ‘Uma Homenagem Á Primeira Geração de Tartarugas Marinhas de Sobrenome Tamar’ 
Uma das poucas tartaruguinhas liberadas pelos pesquisadores nas primeiras solturas de filhotes do Projeto TAMAR, em 1982, chega aos 35 anos de trabalho, o TAMAR colhe agora os frutos de uma parceria com as comunidades litorâneas brasileiras e com a Petrobras.

Historia do Tamar
O Museu do TAMAR da Praia do Forte foi criado em 1982. Junto com a base de pesquisa, ocupa uma área total de dez mil metros quadrados, cedida pela Marinha do Brasil/Comando do IIº Distrito Naval, no entorno do farol Garcia D’Ávila.

A biodiversidade, a beleza natural e a riqueza histórica e cultural desta região turística fazem do Museu um dos mais frequentados do Brasil, atendendo a cerca de 600 mil pessoas/ano, entre membros da comunidade, estudantes, pesquisadores e turistas brasileiros e estrangeiros. Está juntamente com o de Florianópolis, entre os 5 museus mais visitados do Brasil em suas respectivas regiões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM.

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Entre tanques e aquários, são 600 mil litros de água salgada com exemplares da fauna marinha da região e de quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, em diferentes estágios do ciclo de vida. Tem multimídia, cinema, vídeo, aquários, tanques, exposição permanente de painéis fotográficos, loja e restaurante. Um espaço cultural recebe eventos com artistas nacionais, internacionais e locais. As informações estão distribuídas por todo o espaço, através de painéis em português e inglês.

Serviço:

Quando: Sábado - 15/07/2017, 08h30 às 17h30

Classificação: Livre

Onde: Espaço Cultural Projeto Tamar

Endereço: Av. Farol Garcia D'Ávila Praia do Forte Praia do Forte - Salvador e RMS

Vivendo crise sem precedentes, Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra mais de um século de apresentações gratuitas


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Para festejar 108 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, realiza a edição de 2017 do evento comemorativo que já é uma tradição no calendário cultural da cidade

No dia do aniversário, sexta-feira, 14 de julho, o TMRJ esteve de portas abertas para receber o público com uma programação extensa e diversificada, contando com apresentações dos três corpos artísticos da instituição (ballet, orquestra e coro), além da participação de convidados especiais.

O programa foi aberto às 9h30, com a Banda Marcial, dos Fuzileiros Navais, que se apresentou nas escadarias do Theatro Municipal. Em seguida, teve “Um espetáculo de operetas”, com a Academia de Ópera Bidu Sayão, seguida dos alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa que apresentaram três balés, “Alegria Russa”, “Mozart” e “Les Sylphides”. Houve ainda a homenagem que Sacha Rodrigues fez a seu avô Nelson Rodrigues, lendo um texto no qual o dramaturgo nos conta como foi a estreia de “O Vestido de Noiva”.

À tarde, no foyer do teatro, foi a vez de “A morte do cisne”, número de balé com piano e violoncelo, dançado por Deborah Ribeiro, primeira solista do Balé do Theatro Municipal. Às 16h o público poderá assistir aos Pequenos Mozart e Amadeus, conjunto de violinos composto por crianças a partir de 3 anos que se vestiram com roupas da época do grande compositor Wolfgang Amadeus Mozart.

Coroando a programação de domingo, a Orquestra Sinfônica, o Coro e o Ballet do Theatro Municipal apresentarão, às 20h, a cantata “Carmina Burana”. Com coreografia assinada por Rodrigo Negri, primeiro solista do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A cantata composta pelo alemão Carl Orff foi apresentada em curta temporada em junho atingindo absoluto sucesso de publico e crítica.

Crise sem precedentes
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A comemoração ocorre em meio à grave crise financeira no estado que atingiu em cheio a instituição. Os funcionários chegaram a entrar em greve por falta de pagamento no fim do ano e apresentações tiveram que ser canceladas.

Com três meses de salários atrasados, a situação é gravíssima. “Nós estamos fazendo um sacrifício muito grande, um esforço para não deixar o teatro fechar. Não é pelo patrão ser o governo, mas o dono do teatro é o povo do estado. A gente já está penalizado, então penalizar o povo mantendo o local fechado não seria justo”, afirma o líder da categoria.

“Nesse momento de crise, é o nosso remédio, é o que nós podemos oferecer. O mais importante em falar de crise é falar de criatividade, de esperança, e importância do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para o Brasil inteiro, ele está no coração de todos nós,” explicou.

Fruto da ação do homem? Iceberg de 1 trilhão de toneladas se desprende da Antártida


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Descomunal bloco de gelo mede 5,8 mil quilômetros quadrados, pesa um trilhão de toneladas e está à deriva, segue monitorado mas não deve alterar nível do oceano
Um iceberg de 5.800 quilômetros quadrados de extensão, o equivalente a 3,8 vezes a área da cidade de São Paulo, desprendeu-se nesta semana da Antártida, no extremo sul do planeta. O desprendimento do gigante de gelo batizado de A68 ocorreu entre a segunda (10) e esta quarta-feira (12), informou a agência espacial americana, Nasa.
Cientistas vinham monitorando há vários anos o crescimento da fenda que deu origem ao desgarramento do iceberg , que pesa mais de 1 trilhão de toneladas (1.000.000.000.000.000 quilos). O imenso bloco de gelo, com espessura entre 200 e 600 metros, deve ficar à deriva flutuando conforme os fluxos glaciais, mas seu destino é incerto.

O desprendimento do A68 é um dos maiores eventos do gênero já registrados pela ciência moderna. Mas, ainda assim, os cientistas asseguram que o gigante de gelo não deve impactar no nível do oceano pois ele já estava em contato direto com o mar antes mesmo de se desgarrar do território da Antártida.

Interferência do ser humano?

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O A68 estava preso a uma área do continente gelado batizada de Larsen C. Embora o gelo deva continuar crescendo naturalmente no local, a área foi reduzida em mais de 12%, o que faz com que o panorama da Península Antártica tenha sido alterado para sempre.

Os cientistas de Swansea temem que a ruptura leve o Larsen C a seguir os caminhos de seu vizinho, Larsen B, que também perdeu um fragmento significativo de seu território após a abertura de uma fenda em 1995. O Larsen B acabou se desintegrando completamente em 2002. 

Grandes icebergs se separam da Antártica naturalmente, por isso os cientistas não estão ligando a rachadura à mudança climática induzida pelo homem. O gelo, porém, é uma parte da Península Antártica que vem esquentando rápido nas últimas décadas.
Os caminhos percorridos pelo iceberg A68 continuarão sendo acompanhados pelos cientistas da universidade galesa.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

A sociedade do século XXI e os ensinamentos que podemos tirar do “Mito de Sísifo”


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Na contemporaneidade, com a busca incessante pelo sucesso e onde o ‘ter’, muitas vezes, vale mais que o ‘ser’, está nos levando ao Mito de Sísifo? Buscamos protelar a morte, galgar postos no trabalho e se destacar de tal forma que podemos estar em uma disputa entre humanos e deuses?

Debruçando-se sobre a matéria, pode-se chegar à conclusão que há uma relação muito próxima entre os processos psicológicos do homem moderno e a imensa gama de conhecimento que nos foi deixado como herança pelos povos antigos.

O “Mito de Sísifo” é um estágio intermediário entre a cognição inconsciente e consciente, como uma ponte necessária e facilitadora e é possível estabelecer muitos paralelos entre os mitos e o que está acontecendo na psique e na vida de uma pessoa ou sociedade.

Mas e o que seria esse ‘mito’? Que lição podemos tirar dele? Analisemos abaixo um resumo sob a ótica de Augusto Sperchi, editor do blog saberepreciso.com

Euriques Carneiro

O mito de Sísifo

Sísifo era um pastor de ovelhas e filho de Éolo, o deus dos ventos. Era tido como a pessoa mais ardilosa que já existiu. Morava num povoado chamado Éfira e, ao melhorar as condições do lugar, passou a chamá-lo de Corinto, que mais tarde se tornou uma grande cidade. Casou-se com Mérope, filha do deus Atlas e que compõe uma das plêiades.

Um dia, Sísifo percebeu que seu rebanho diminuíra. Estava sendo roubado. Então, marcou suas ovelhas, seguiu o rasto delas e foi dar na casa de Autólico. Arrolou testemunhas da ladroagem e enquanto os vizinhos discutiam sobre o roubo, rodeou a casa em busca de mais alguma ovelha e encontrou a filha do ladrão, Anticleia. Seduziu-a e a engravidou, vingando-se do malfeitor.

Voltando para casa, Sísifo, que andava sempre escondido, presenciou Zeus, o deus do Olimpo, raptando Egina, filha de Asopo. Não deu outra, aproveitando-se do fato, Sísifo, em troca da construção de um poço para sua cidade, entregou o deus sedutor. Claro que Zeus ficou sabendo que Sísifo o tinha dedurado, então pediu que seu irmão Efaístos o levasse para o Hades, mundo subterrâneo onde viviam as almas condenadas.

Pressentindo a fúria de Zeus, Sísifo pede à esposa que não o enterrasse após sua morte e, chegando ao Hades, arma uma cilada para Efaístos e o aprisiona. Conversa com Perséfone, a esposa do deus, e a persuade a deixá-lo voltar e organizar o seu funeral, além de punir os que negligenciaram seu enterro. Ela lhe concede a volta por apenas três dias. Mas, voltando à superfície, ele passa a viver normalmente com sua esposa, como se nada tivesse acontecido.

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Vendo aquele absurdo, pois ninguém deveria enganar a morte, Zeus ordenou que Hermes o conduzisse novamente ao Hades e que lá recebesse um castigo exemplar. Deveria rolar uma enorme pedra morro acima, até o topo. Porém, chegando lá, o esforço despendido o deixaria tão exangue que a pedra se lhe soltaria e rolaria morro abaixo. No dia seguinte, o processo se daria novamente, e assim pela eternidade, como forma de envergonhá-lo pela sua esperteza em querer enganar os deuses e a morte.

Esse mito narra o esforço inútil de uma pessoa, seu árduo e rotineiro trabalho, que nunca será concluído. Também fala do desejo humano de ser eterno, como os deuses, vencendo a morte.

Quantas pessoas estão rolando pedra morro acima? Quantas insistem num caso que nunca terá solução? Ou teimando em mudar outra pessoa para se satisfazer? Exercendo uma função rotineira e vazia? Quantas se acham num martírio sem fim? A maioria? Quantas vivem sob o domínio das ideologias sem questioná-las? Quanto dinheiro é gasto no inútil esforço de parar o tempo e se tornar jovem para sempre?

Até aqui tudo parece ser absurdo, pois quando se tenta reduzir a impossibilidade do mundo a um princípio racional e razoável, nada faz sentido. Mas, levar a sério até o que é absurdo, é reconhecer a contradição entre o desejo da razão humana e da insensatez do mundo. Sem o homem, não há absurdo. Então, por que viver uma vida vã e inútil? Ora, o que conta não é a melhor vida, mas como se deve vivê-la. Daí a liberdade. Todavia, para a maioria, ela também é um absurdo e libertar-se é preciso.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Ilha que surgiu ‘do nada’ é atração turística nos EUA, mas pode desaparecer a qualquer momento


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Uma atração inesperada no leste dos EUA apareceu há pouco tempo atrás: a ilha chamada Shelly Island, ou “Ilha Conchuda”, na Carolina do Norte

O curioso da ilha é que dependendo da maré e das condições climáticas, ela pode chegar a 1,6 km de extensão e 145 metros de largura. No começo era apenas um banco de areia, mas com o passar do tempo cresceu e se tornou uma ilha, que fica ao sul de um ponto turístico do país, chamado Cape Point, do Parque Nacional Costeiro de Cabo Hatteras, na Carolina do Norte.

A ilha foi vista pela primeira vez em abril do ano passado, e foi descrita como um monte de areia saindo da água. Dave Hallac, diretor do Parque Nacional, diz que assim como a ilha apareceu facilmente, ela também pode desaparecer de uma hora para outra. Chad Koczera, um turista de Connecticut, fez algumas fotos do lugar e postou em suas redes sociais.

Segundo ele, “Minha namorada e eu estávamos dirigindo até o Cape Point para coletar caramujos depois de uma tempestade, quando vimos um banco de areia no meio do mar, onde não se podia chegar de carro. Levei um drone e percebi, lá do alto, que havia realmente uma bela ilha ali. Mas não tivemos a oportunidade de chegar até ela por causa da forte correnteza.” Koczera disse que voltou mais cinco vezes na ilha, inclusive foi lá que ele pediu a sua namorada em casamento.

Sem nome oficial
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Pelo fato da ilha ainda não ter um nome oficial, os visitantes resolveram nomeá-la, como um nome provisório é claro, de Shelly Island. O ponto pode se tornar uma grande atração turística nos EUA, até porque, ao redor da ilha existem várias embarcações naufragadas e ossos de baleias, segundo o historiador local Danny Couch.

Pode até se tornar um forte ponto turístico, porém, as chances da ilha desaparecer com tanta rapidez como apareceu, são grandes. Especialistas dizem que as margens dos bancos de areia ali estão mudando constantemente. “É muito possível que Shelly Island cresça e se conecte com o continente. E é possível também que ela vá diminuindo até desaparecer por completo”, disse Hallac.

Hallac ainda recomenda que quem por acaso quiser conhecer o lugar, que faça uma visita ao Cape Point para ver, pois ela pode desaparecer a qualquer momento. Ele ainda chama a atenção para que os visitantes não tentem nadar ou cruzar o canal para chegar até a ilha, pois a correnteza pode arrastar facilmente uma pessoa e porque na região já foram vistos tubarões e arraias.

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Gonzagão & Ivete Sangalo cantando juntos? Milagres da tecnologia em Nazaré BA


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A histórica cidade de Nazaré, conhecida popularmente como Nazaré das Farinhas, pode não estar vivendo seus melhores dias em termos de desenvolvimento e crescimento mas o seu legado cultural continua a produzir fatos relevantes


Nazaré, famosa por abastecer pelotões que lutavam em várias frentes, trouxe de volta o Gonzagão na última edição de São João 2017, fazendo dueto com a cantora Ivete Sangalo. E a baiana se emocionou com o encontro inédito que teve com o Rei do Baião, durante o show realizado no dia 25 de junho. 

Graças à tecnologia de ponta e utilizando o recurso da holografia unida ao áudio original das gravações do cantor, Ivete fez um dueto com Luiz Gonzaga no Cine Rio Branco, o mais antigo em funcionamento do Brasil , construído em 1927. O clip da gravação será lançado nesta quarta-feira (12/07).

“Cantar ao lado de Luiz Gonzaga foi um grande sonho. E de verdade, eu nunca achei que seria possível realizar. O que Gonzagão representa é incrível, e com certeza essa oportunidade significa muito para minha vida e carreira.”, disse a cantora.

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O projeto envolveu a reconstrução digital de Gonzagão começando por escaneamento em 3D, modelagem e captura de mais de 100 expressões faciais, sincronização labial da trilha cantada e motion capture para o processo de match movie. 

O cantor e compositor nordestino, que nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, no município de Exu, extremo noroeste do estado de Pernambuco, faleceu em Recife, em 02 de agosto de 1989, é um dos mais emblemáticos nomes da música brasileira e foi eleito “O Nordestino do Século XX”.

Referência (texto e fotos): correio24h

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Os 35 anos da morte de Jackson do Pandeiro serão relembrados com muitas homenagens


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Neste 10 de julho o Brasil relembra os 35 anos da morte de Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo e uma das figuras exponenciais da música brasileira
Entre várias homenagens que serão prestadas nesta data e para celebrar a memória do cantor e compositor, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abrigará um festival em tributo a ele. 
A primeira edição do Festival Harmonia dedicará no dia (20) um show em tributo ao artista, com músicas suas interpretadas por nomes como Lenine, Roberta Sá, as instrumentistas do Trio Capitu e o grupo musical Carlos Malta & Pife Muderno, responsável pela base sonora da apresentação.
Releitura
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“A ideia de uma releitura da obra do grande mestre Jackson do Pandeiro veio do diretor musical Carlos Malta. Da boa relação dele com Roberta Sá e dos planos que tinham de tocar juntos músicas nordestinas, surgiu a oportunidade de trazê-las para o festival. A proposta de agregar o Lenine casou de forma perfeita e pudemos, inclusive, realizar a analogia do nome do espetáculo com a música ‘Jack soul brasileiro’. Como estamos no Theatro Municipal, nada melhor que contar também com a classe do Trio Capitu, com as três artistas eruditas tocando MPB”, diz Rodrigo Rezende, que assina a curadoria do espetáculo.

Trajetória de sucesso
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Foi em Alagoa Grande, em 31 de agosto de 1919, que nasceu José Gomes Filho, que mais tarde viria a se tornar conhecido como Jackson do Pandeiro. 
Queria ser sanfoneiro. Mas a sanfona era um instrumento caro, e sendo o pandeiro mais barato, foi esse que recebeu de presente da mãe, Flora Mourão, cantadora de coco, a quem desde cedo o menino ouvia cantar coco, tocando zabumba e ganzá.

Com a morte do pai, veio com a mãe e os irmãos morar em Campina Grande, onde começou a trabalhar como entregador de pão, engraxate e pequenos serviços. Na feira de Campina, entre um mandado e outro, assistia aos emboladores de coco e cantadores de viola.

Aos dezessete anos, largou o trabalho na padaria para ser baterista no Clube Ipiranga. Em 1939, já formava dupla com José Lacerda, irmão mais velho de Genival Lacerda.

No o início da década de 40, Jackson foi morar em João Pessoa, onde continuou a tocar nos cabarés, e logo depois na Rádio Tabajara, onde ficou até 1946.

Em 1948 foi para o Recife trabalhar na Rádio Jornal do Comércio Foi aí que o diretor do programa sugeriu que ele trocasse o Jack por Jackson, que era mais sonoro e causava mais efeito quando anunciado ao microfone.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, foi que Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: Sebastiana, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.
Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque, com quem se casou em 1956 vivendo com ela até 1967. Fizeram uma dupla de sucesso, ele cantando e ela dançando ao seu lado, tendo participado de dezenas de filmes nacionais. A paixão por Almira era tão grande que Jackson chegou a colocar várias músicas no nome dela. Depois doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, de quem também se separou pouco antes de falecer.

Persistência
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No Rio, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com O Canto da Ema, Chiclete com Banana, Um a Um e Xote de Copacabana. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

Músicos que o acompanharam como Dominguinhos e Severo dizem que ele era um grande “sanfoneiro de boca”, o que significa que apesar de não saber tocar o instrumento ele fazia com a boca tudo aquilo que queria que o sanfoneiro executasse no instrumento. O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.
No palco, tinha uma ginga toda especial, uma mistura de malandro carioca com nordestino. Ficou famoso pelas umbigadas que trocava com a parceira e esposa Almira.

Já com sessenta e três anos, sofrendo de diabetes, ao fazer um show em Santa Cruz de Capibaribe, sentiu-se mal, mas não quis deixar o palco. Já estava enfartado, mas continuou cantando, tendo feito ainda mais dois shows nessas condições, apesar do companheiro Severo, que o acompanhou durante anos na sanfona, ter insistido com ele para cancelar os compromissos: ele não permitiu. Indo depois cumprir outros compromissos em Brasília passou mal, tendo desmaiado no aeroporto e sendo transferido para o hospital. Dias depois, faleceu de embolia cerebral, em 10 de julho de 1982.

domingo, 9 de julho de 2017

Segunda quinzena de julho marcará o Festival de Inverno 2017 em Paranapiacaba


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O 17º Festival de Inverno de Paranapiacaba, tradicional evento cultural e gastronômico da região metropolitana de São Paulo, ocorrerá nos dois últimos finais de semana do mês de julho

Evento consagrado já tradicional, organizado pela Prefeitura de Santo André, na Vila de Paranapiacaba. Este ano será realizada a sua 17ª edição.

Artistas de vários segmentos culturais, cantores e bandas de altíssimo nível, alegrarão os nossos “dias de Festival”, em palcos espalhados pela Vila ou em apresentações itinerantes. Os vários shows e apresentações ocorrem simultaneamente em vários pontos da Vila, durante todos os dias do evento.

Enquanto se curte os eventos, poderá se deliciar nas dezenas de barracas de comidas e bebidas típicas da região e de todos os sabores. As barracas são montadas especialmente para o “Festival de Inverno”, para melhor atender os vistantes.

O Festival de Inverno 2017 ocorrerá nos dois últimos finais de semana do mês de Julho, nos dias 22, 23, 29 e 30 de Julho de 2017 (fonte: Secretaria de Cultura de Santo André). As atrações serão definidas pela Prefeitura de Santo André. Quando obtivermos essas informações as divulgaremos aqui, por este mesmo canal.

Patrimônio arquitetônico
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A Vila de Paranapiacaba, localizada no município de Santo André (SP) – no limite entre o planalto paulista e a serra do mar –, é um patrimônio arquitetônico originário da ocupação inglesa na região da serra para a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, no final do século 19.

A vila, que inicialmente era um acampamento de operários, após a inauguração da ferrovia, em 1867, foi transformada na Estação Alto da Serra, para cuidar da manutenção do sistema. Devido à sua localização, último ponto antes da descida da serra, a Vila de Paranapiacaba começou a ganhar importância.

No ano de 1987, o patrimônio arquitetônico e natural de Paranapiacaba foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (órgão estadual) e, em 2002, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).