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domingo, 4 de junho de 2017

Mauricio de Souza | O “pai” de Mônica, Cebolinha & Cia lança sua autobiografia


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Criado em um ambiente cercado de arte com pai poeta, compositor e pintor e mãe poetisa, a casa de Mauricio de Sousa sempre esteve cheia de livros que favorecia um ambiente bastante cultural
Mauricio começou a desenhar histórias em quadrinhos em meados de 1959, quando uma história da sua primeira personagem, o Bidu, foi aprovada pelo jornal. As tiras em quadrinhos com o cãozinho Bidu e seu dono, Franjinha, deram origem ao famoso menino de cabelos espetados Cebolinha, vindo logo depois a Mônica, o Cascão e outros quem compões a galeria do artista.

Reconhecido como um dos maiores nomes nacionais da arte de fazer quadrinhos, Mauricio de Sousa decidiu contar ele próprio a sua história. Com 81 anos, o pai da Turma da Mônica atendeu a pedidos e lança agora sua biografia Mauricio - A História Que Não Está no Gibi (Editora Sextante) e, segundo ele, deve ter outros volumes. “O artista nunca acha que está bom o suficiente, creio que estão faltando mais dois livros (risos), o ideal seria fazer uma trilogia”, afirma o quadrinista que declara estar arquitetando uma segunda obra. “Estou querendo centrar mais na infância, muita coisa que eu fiz quando criança, não o que aconteceu, mas o que fiz, tem coisa que vale a pena falar mais.”

De leitura leve e simples, o lançamento traz o depoimento de Mauricio ao jornalista Luís Colombini, a quem relata diversas passagens de sua vida, começando pela infância, na cidade de Santa Isabel, em São Paulo, até o momento atual. 

Documentário
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A autobiografia já teve seus direitos vendidos para o cinema e deve virar um documentário com previsão de estreia em 2018. Mais do que retratar a intimidade do biografado, porém, o livro joga luz sobre 60 anos de indústria de quadrinhos no Brasil, detalhando as evoluções econômicas e tecnológicas do mercado, além da extenuante vida de seus artistas, editores e empreendedores.

— Essa união de fatos da minha vida e do que aconteceu ao meu redor deu no que deu, no meu estúdio como é hoje. Todos os fatos de uma vida, da minha inclusive, se releem. Alguma coisa da minha experiência influencia o que acontece hoje e vai acontecer amanhã — diz o desenhista, que aproveitou um problema de saúde no ano passado para escrever. — Durante o tratamento, tive um tempinho, e então deu para terminar.

Referências: Estadão/Globo

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