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terça-feira, 20 de junho de 2017

Bibi Ferreira comemora os 76 anos de carreira com o show “4xBibi”


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Uma das maiores damas dos palcos brasileiros segue, com seu espetáculo que inclui canções de nomes consagrados da musica universal como Amália Rodrigues, Sinatra e Edith Piaf

No auge dos 76 anos de carreira, Bibi Ferreira se apresenta em cidades do Brasil e do exterior com a turnê do espetáculo 4xBibi, em que empresta sua voz marcante para uma homenagem a nomes tão grandiosos como o seu, dentre eles, Edith Piaf, Frank Sinatra, Carlos Gardel e Amália Rodrigues. 

A turnê foi retalhada para recordar as histórias dos bastidores e para que Bibi mate a saudade dela mesma durante todos estes anos. Atriz, compositora, diretora e cantora, Bibi Ferreira é um dos grandes patrimônios culturais brasileiro, e Goiânia tem a honra de receber esta grande dama dos palcos.

Com simplicidade, elegância e maestria, Bibi empresta mais uma vez sua voz para relembrar canções e histórias, e revelar curiosidades inéditas sobre os bastidores das produções e shows durante todos estes anos de carreira. Uma das histórias é sobre a maior fadista de todos os tempos, Amália Rodrigues, que declarou que, se alguém fosse interpretar sua vida, seria a artista brasileira. Amália assistiu à Bibi cantando Piaf, nada menos que 14 vezes, em Lisboa.

Matando a saudade do público e dela própria, ao interpretar canções tão marcantes o show 4xBibi foi preparado especialmente para as comemorações do Jubileu de Diamante de Bibi, que teve início no Rio de Janeiro, e seguiu para São Paulo, Petrópolis, Recife e Nova Iorque. No espetáculo, a intérprete se apresenta acompanhada por um sexteto e sob a regência do maestro Flávio Mendes, responsável também pelos arranjos e direção musical. A narração e a idealização ficam a cargo de Nilson Raman, que assina o roteiro ao lado de Flávio e Bibi.

E, acompanhada dos músicos, ela interpreta, dentre outras, Fadinho Serrano e Povo Que Lavas no Rio, de Amália Rodrigues; Esta Noche Me Emborracho, de Carlos Gardel; algumas baladas românticas de Sinatra, como The Lady Is a Tramp e New New, e canções como Millord, L’Accordeniste, de Piaf.

Discreta em sua vida pessoal, o show é a oportunidade de os fãs escutarem curiosidades que colocam Bibi mais próxima do público.

Uma artista completa
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“Não quero mais morrer! Nasceu a primavera da minha vida. Ganhei uma filhinha de nome Abigail, a quem chamarei de Bibi. Ela vai cantar, representar e fazer muitas coisas bonitas em um palco”, escreveu o ator Procópio Ferreira, pai de Bibi Ferreira, a um amigo. E, em fevereiro de 1941, o grande ator Procópio Ferreira apresentava ao público carioca sua filha, Bibi Ferreira, como uma das atrações do espetáculo La Locandiera, de Goldoni. O que ele não imaginava é que aquela jovem se tornaria a artista mais importante dos palcos brasileiros.

Talento precoce
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Bibi fez sua estreia teatral aos 24 dias de vida, quando substituiu uma boneca que desapareceu pouco antes do início da peça Manhãs de Sol, escrita por seu padrinho. E a futura dama dos palcos brasileiros subiu ao palco no colo de sua madrinha, de quem herdou o nome. Depois de 76 anos de carreira e de passar por todas vertentes artísticas, Bibi é considerada a maior artista brasileira em atividade. 

A dama dos palcos, como é conhecida, foi a única brasileira a ser reverenciada pelo jornal The New York Times que, em 20 de setembro de 2016, estampou: Brazil’s Grande Dame of the Stage Can’t Stop Singing, Even at 94. (“A Grande Dama dos Palcos Brasileiros Não Para de Cantar, mesmo aos 94 Anos”).

Seu primeiro programa, o Brasil 60, inaugurado em 1960 na TV Excelsior, usava um recurso moderno da época, o videotape, para transmitir reportagens das capitais brasileiras, aposentando o programa ao vivo que, até então, era comum na TV brasileira. E, na mesma emissora, foi a estrela do Bibi Sempre aos Domingos. Em 1968, voltou à televisão, mas sem o tape, com o musical Bibi ao Vivo, com direção de Eduardo Sidney. 

Bibi preza o programa ao vivo, e conta que não gostava de se ver no videotape. “Parei (de fazer programas de TV) quando perdemos as coisas feitas ao vivo, e surgiu o videotape. Achei que perdeu a graça. Você está no meio de uma entrevista maravilhosa, o papo fluindo, e alguém grita ‘corta!’. Não dá”, comenta Bibi.

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