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domingo, 21 de maio de 2017

Virada Cultural SP |Karina Buhr: 'A Virada não é do Doria'; Pato Fu: zombaria com Aécio, Cunha e Temer'


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Em tempos de efervescência política, shows servem de palco para artistas demonstrarem a indignação com a corrupção e são acompanhados pelo público

Durante show na Virada Cultural de São Paulo, a primeira coisa que cantora Karina Buhr fez ao entrar no palco foi pegar uma camiseta com a inscrição "Fora, Temer" jogada da plateia, no CCSP (Centro Cultural São Paulo) e brincar: "É ruim até de vestir" . O público foi ao delírio.

Os espectadores ocuparam os 622 lugares da sala Adoniran Barbosa para ouvir a baiana radicada no Recife cantar músicas do seu terceiro álbum, "Selvática", com pegada rock e feminista. Algumas das letras foram retiradas ou adaptadas de seu livro de poemas "Desperdiçando Rima", editado em 2005 pela Rocco.

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Com a voz rasgada, ela agitou o público com os versos gritados de "Eu Sou um Monstro" ("Hoje eu não quero falar de beleza / Ouvir você me chamar de princesa / Eu sou um monstro").

Antes de cantar "Cerca de Prédio" ("Não te reconheço, minha cidade / Não se deixe, não se abandone"), Karina, veterana na Virada Cultural, falou sobre a primeira edição do evento sob a atual gestão municipal. "A Virada não é do Doria. O prefeito não é dono da cidade, nem da prefeitura", disse.

O presidente Michel Temer também foi lembrado. Em um pano colorido, de tema tropical, pendurado no sintetizador, era lida a frase "Fora, Temer".

Pato Fu
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Durante a apresentação da canção "Ando Meio Desligado", cover dos Mutantes, Fernanda Takai improvisou, sem sair da melodia: "eu não vejo a hora... desse b... sair". A plateia reagiu com mais gritos de "Fora Temer".

A vocalista também brincou com o sobrenome do tecladista da banda, Richard Neves, em referência a Aécio Neves. "Eu perguntei 'não tem algum nome do meio?' e ele me disse 'Tem, Cunha', disse a cantora, sobre o ex-deputado Eduardo Cunha. "Estou brincando, é só Richard Neves mesmo", completou.

Daniela Mercury
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Outra artista que demonstrou a sua insatisfação com o atual quadro político foi a cantora Daniela Mercury que abriu a programação da Virada Cultural ontem, sábado (20), no sambódromo do Anhembi, na Zona Norte da cidade

"Eu peço verdade para todos os políticos do país. É o que merecemos", afirmou a artista antes de subir ao palco, em entrevista.

Quando ela entoou ‘Tempo Perdido’,da banda Legião Urbana, bradou: “Renúncia, renúncia, já. Transparência, verdade, é isso que a gente quer; e a gente não tem cara de babaca!.

Tendência

Esse será o tom da maioria das apresentações artísticas Brasil afora que promete muito mais protestos daqui por diante, seja em shows musicais, apresentações teatrais ou quaisquer manifestações culturais.

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