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terça-feira, 9 de maio de 2017

Lendas e mistérios que cercam a história do lendário faraó Tutancamon


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As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia

Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.


Este faraó era o lendário Tutancamon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. 

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Em 3 de janeiro de 1924, o arqueólogo britânico Howard Carter, que estava escavando a câmara mortuária de Tutancâmon, no Vale dos Reis do Egito por quase dois anos, encontrou o maior tesouro de sua vida, uma tumba de pedra contendo três sarcófagos, o último deles, feito de ouro maciço, continha os restos mortais de Tutancâmon, o faraó menino.

A tumba de Tutancâmon e as riquezas que ela guardava, alimentariam uma obsessão mundial pelo Egito Antigo, em especial, pelo governante morto há muito tempo, que reinou por apenas uma década, há cerca de 3.300 anos.

No aniversário da lendária descoberta de Carter, vejamos seis fatos surpreendentes sobre o faraó adolescente e seu lugar de descanso final.

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1 – Nunca existiu a maldição de Tutancâmon
Quando Carter entrou pela primeira vez no túmulo do faraó Tutancâmon em novembro de 1922, seu financiador George Herbert, um senhor rico com uma paixão pela egiptologia, estava ao seu lado. Quatro meses mais tarde, Herbert morreu de uma infecção no sangue, causada por eripsela, certamente contraída pela picada de um mosquito infectado.

Os periódicos especularam que o aristocrata inglês havia sido vítima da "maldição da múmia", supostamente inscrita em uma tabuleta de argila fora do túmulo de Tutancâmon. Os rumores ecoaram novamente após as mortes súbitas de outras pessoas que haviam visitado o Vale dos Reis. Acontece, porém, que jornalistas sensacionalistas fabricaram a história da inscrição. E, em 2002, cientistas examinaram as taxas de sobrevivência de 44 ocidentais que estiveram no Egito durante a escavação de Carter, concluindo que eles não correram nenhum risco de morrer prematuramente, a não ser, é claro, os que são comuns a todos os filhos da humanidade.

2 – A morte prematura de Tutancâmon foi provavelmente acidental

Durante anos, especulou-se que a morte do rei Tutancâmon, aos 19 anos, resultara de um golpe na cabeça, causado, talvez, por um rival assassino. Mais recentemente, no entanto, os especialistas determinaram que o dano no crânio de sua múmia ocorreu após a morte, durante o processo de embalsamento ou nas mãos da equipe de Carter. Assim sendo, como o rei menino morreu?

Em 2005, um estudo revelou que ele quebrou a perna e desenvolveu uma infecção no ferimento pouco antes da morte. Segundo uma teoria, o faraó sofreu a contusão ao cair do seu carro durante uma caçada. Enquanto isso, testes de DNA feitos em 2010, sugeriram que Tutancâmon tinha malária, o que pode ter agravado a infecção na perna ou o levado a cair, em primeiro lugar. Teorias alternativas sobre a morte do faraó Tutancâmon pululam por aí, incluindo a hipótese de que ele sucumbiu à mordida letal de um hipopótamo furioso.

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3 – Tutancâmon reverteu as reformas religiosas feitas pelo seu pai
Os historiadores descrevem o reinado de Tutancâmon como em grande parte sem intercorrências, mas o jovem faraó fez pelo menos uma grande reforma. Seu pai, Aquenáton, considerava o deus Aton como a divindade mais importante do panteão egípcio e incentivava seu culto acima de todos os outros. Aquenáton também transferiu a capital egípcia de Tebas para uma nova cidade dedicada a Aton. A Tutancâmon é dado o crédito de ter revertido essas mudanças religiosas impopulares, restaurando o deus Amon à sua antiga glória e trazendo a capital de volta para Tebas. Ele abandonou seu nome original, Tutankhaten ("imagem viva de Aton"), para Tutancâmon ("imagem viva de Amon").

4 – Tutancâmon foi, provavelmente, o produto de incesto
Em 2010, pesquisadores que realizaram análises de DNA nos restos mortais do faraó Tutancâmon e de seus parentes, fizeram um anúncio chocante. O rei menino, acreditavam eles, era o produto do incesto entre o faraó Aquenáton e uma de suas irmãs. A endogamia era galopante entre os membros da realeza egípcia, que se viam como descendentes dos deuses e desejavam manter a pureza das linhagens. Os peritos afirmam que essa tendência contribuiu para a maior incidência de defeitos congênitos, tais como fenda palatina os pés tortos, entre os antigos governantes egípcios. Tutancâmon também acabaria por casar-se com a filha de seu pai, sua meia-irmã Anchesenamon.

5 – Tutancâmon não foi sepultado sozinho
Aventurando-se mais no túmulo de Tutancâmon, Carter descobriu uma sala de tesouro repleto de objetos funerários inestimáveis, incluindo estátuas de ouro, jóias rituais, pequenos barcos que representam a viagem para o submundo e um santuário para os órgãos embalsamados do faraó. A câmara também guardava dois sarcófagos em miniatura com fetos dentro deles. Testes recentes de DNA sugerem que uma das múmias é a da filha natimorta de Tutancâmon e que a outra, provavelmente também era de seu filho. Especialistas acreditam que Tutancâmon não deixou herdeiros vivos, talvez porque ele e Anchesenamon só podiam conceber filhos com doenças congênitas fatais.

6 – Três milênios depois de sua morte, o outrora desconhecido Tutancâmon tornou-se um mito de popularidade
Durante vários anos seguintes à descoberta de Carter, nenhum governante, vivo ou morto, era mais popular do que o faraó menino do Egito. Anteriormente uma nota menor no tomo da história egípcia, Tutancâmon tomou o mundo de assalto. Mulheres usavam braceletes de serpentes e vestidos inspirados na icônica máscara funerária do faraó; múmias assombravam as telas dos cinemas; dançarinas no Folies Bergère, em Paris, executavam coreografias de temática baseada em Tutancâmon. A "Tutmania", como o movimento ficou conhecido, voltou a varrer os Estados Unidos quando uma coleção de objetos do túmulo do faraó percorreu o país de 1977 a 1979. A mania chegou a tal ponto febril que o comediante Steve Martin a ridicularizou em sua canção de 1978 chamada "King Tut"

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