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domingo, 23 de abril de 2017

Concha Acústica do TCA – Salvador BA ficou lotada para aplaudir o “Grande Encontro”


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Como em uma reunião de grandes e bons amigos, quem foi ao Teatro Castro Alves para ver a nova versão do show O Grande Encontro acompanhou uma belíssima apresentação de três dos mais talentosos artistas da MPB

Para começar bem, uma atitude digna de aplausos: o show marcado para as 19 horas começou exatamente no horário e, diante da pontualidade britânica de Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, muita gente perdeu os primeiros 30 minutos de espetáculo. Os três já entraram levantando o público que assistiu toda a apresentação de pé. Ninguém ficou sentado.

Em uma formatação diferente, os três começaram o show, cantaram quatro músicas quando Elba e Alceu saíram deixando Geraldo Azevedo em uma apresentação solo. Logo após, ele chamou Elba e contou um fato curioso. Após cantar em determinado palco, um fã mais ardoroso procurou-o no camarim, afirmando: “adorei seu show, mas você canta muitas músicas de Elba Ramalho...” Claro que plateia foi um riso em uníssono.

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Elba começou prestando homenagem a três monstros sagrados: Jackson do Pandeiro, (Na base da chinela), Luiz Gonzaga (Qui nem jiló) e Dominguinhos (De volta pro aconchego), além de outros sucessos da sua belíssima carreira iniciada em 1978, com o disco “Ave de Prata.

No último bloco, os três voltaram ao palco de uma Concha Acústica lotada e que acompanhou todo o repertório, - claro que não faltou a maioria das ‘figurinhas carimbadas’ dos três amigos, - e tocaram até as 21:05 h. Mais de duas horas de um show inesquecível e que vai marcar a capital baiana por muito tempo.

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Um outro destaque digno de registro foi a grande presença do publico jovem. Quem esperava ver uma plateia formada por cinquentões se surpreendeu não só com a predominância de pessoas na faixa dos 20/30 anos, mas como eles participaram intensamente do espetáculo, cantando cada uma das músicas do trio que montou o novo “O Grande Encontro”.

Para os fãs do quarto integrante do show montado há 20 anos, ficou uma ponta de nostalgia pela ausência de Zé Ramalho que, conforme informações de Elba Ramalho durante o espetáculo, preferiu tocar projetos pessoais.

Valeu Geraldo, Elba e Alceu. Voltem sempre. A Bahia sempre os receberá de braços abertos!

Euriques Carneiro

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