sábado, 29 de abril de 2017

Com apenas 5 anos de existência, o Parque Tecnológico da Bahia firma-se com referência em pesquisa no NE


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Prestes a completar cinco anos, o Parque Tecnológico da Bahia, em Salvador, vem se destacando no mercado de TI colocando o estado na vanguarda da tecnologia

A iniciativa procurou concentrar empresas e instituições de pesquisa e de inovação, tornando o estado uma referência na área de tecnologia, numa busca por mudar a ênfase agroexportadora da economia baiana. O prédio, batizado de Tecnocentro, custou R$ 53 milhões e abriga empresas, como a IBM, a Portugal Telecom e a Ericsson Inovação, além de instalações da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) firmou um convênio com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação para criar no polo uma unidade de bioinformática, cujos equipamentos estão sendo adquiridos.

O parque tecnológico vai espalhar-se por uma área de 581 mil metros quadrados e está dividido em 83 lotes, sendo 22 públicos e 61 privados. Já abriga 25 empresas, sendo 9 incubadas e 16 consolidadas. A segunda fase, que envolve a construção de infraestrutura de laboratórios, de uma escola de iniciação científica e de um museu, tem conclusão prevista para dezembro de 2014, com investimentos de R$ 59 milhões.
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O investimento do poder público vem, sobretudo, traduzido no Parque Tecnológico da Bahia, que completará cinco anos de funcionamento em setembro próximo. O espaço, gerido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e situado às margens da Avenida Paralela, abriga hoje 32 empresas de tecnologia, a maioria delas startups selecionadas via edital, processo que garante aos empreendimentos incentivos como isenção de impostos e financiamento.

Da iniciativa privada, a chegada de recursos de capitais de fundos de investimento privados é a principal mola - neste processo, investidores enxergam potencial em uma empresa que ainda está nascendo e aporta dinheiro na ideia do negócio. Mas empresários e pesquisadores costumam apontar um fator, até então escasso no mercado de tecnologia baiano, fundamental para a mudança de cenário: ideias realmente competitivas.

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