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domingo, 11 de dezembro de 2016

Uruguai inaugurou no último dia 09 o primeiro museu da cannabis da América do Sul


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Embora sem estar inserido no rol de países que compõem a rota do “turismo de drogas”, como a região montanhosa do Marrocos (Rif), ou o bairro autônomo de Christiania, em Copenhagen (Dinamarca), com seu mercado livre de Cannabis, o Uruguai acaba de inaugurar o seu “Museu da Cannabis”

O Uruguai, onde a venda e produção da planta são legais desde 2013, inaugurou no último dia 09 um museu da cannabis, o primeiro na América do Sul, para dar a conhecer as potencialidades da planta num país onde a produção é legal, embora controlada.

O Museu da Cannabis de Montevidéu (MCM), no centro da capital do Uruguai, coloca o país "no circuito global" que inclui Amsterdã (Holanda), Barcelona (Espanha) e Califórnia (Estados Unidos da América), destaca a direção.

A ideia do museu surgiu na sequência da aprovação da lei que legalizou a venda e produção da ‘marijuana’ no Uruguai, em 2013, considerada pioneira. O diretor, Eduardo Blasina, em recente entrevista, sublinhou que a cannabis é "uma planta com múltiplas" aplicações, apesar de "o discurso se centrar numa única das suas características".

Cultivo milenarResultado de imagem para museu da maconha uruguai 2016

O visitante do museu poderá, assim, ficar sabendo que a cannabis se cultiva "há milhares de anos" e "tem uma variedade enorme de usos", acrescentou Blasina, sócio de uma das empresas autorizadas a produzir marijuana no Uruguai.

A legislação aprovada há três anos prevê que os interessados se inscrevam num registro oficial para ter direito a dez gramas de cannabis por semana, até um máximo de 40 gramas mensais. No entanto, as autoridades ainda não conseguiram concretizar este aspeto da lei.

Outros aspetos relacionados com a produção e a criação de clubes de cannabis estão já em prática e o país convive de forma harmônica com a liberação da ‘cannabis’.

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