terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Cantora portuguesa Carminho lança disco onde canta Jobim, Chico, Bethânia e Marisa Monte


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O novo álbum da fadista Carminho, dedicado a Tom Jobim, foi lançado no dia 2 de dezembro e nele participam outros nomes de peso da cultura brasileira como Fernanda Montenegro, Maria Bethânia, Marisa Monte e Chico Buarque

O CD Carminho canta Tom Jobim, gravado no Rio de Janeiro, nos estúdios da Biscoito Fino, já está à venda desde o dia 2 de Dezembro em Portugal, no dia 5 no Brasil e tem “lançamento previsto para o primeiro trimestre do próximo ano” em outros países, anunciou em comunicado a Warner Music.
A cantora portuguesa foi acompanhada nas gravações pela Banda Nova, o último agrupamento que acompanhou Tom Jobim e que é composto por Paulo e Daniel Jobim, respectivamente filho e neto do compositor, e ainda por Jaques Morelenbaum (violoncelo) e Paulo Braga (bateria).

A gravação do CD partiu de um convite da família de Tom Jobim a Carminho, adianta a mesma fonte, referindo que a fadista “mergulhou no cancioneiro do compositor” para escolher os 14 temas que constituem o álbum, entre os quais A felicidade. Com Marisa Monte, com quem partilhou no Verão passado o palco do CoolJazz, em Oeiras, Carminho interpreta Estrada do sol, com Maria Bethânia, Modinha e com Chico Buarque, o tema Falando de amor

A atriz Fernanda Montenegro, de 87 anos, distinguida com um Urso de Prata e a única brasileira nomeada para um Oscar (pelo filme Central do Brasil, 1999), tem uma participação especial no tema Sabiá, declamando um excerto do poema Canção do exílio, de Gonçalves Dias.

Carreira no Brasil
Ao longo da sua carreira, Carminho tem gravado com artistas de outras áreas musicais, notadamente com os brasileiros Chico Buarque, Milton Nascimento, Marisa Monte, Ney Matogrosso, Nana Caymmi, ou com o espanhol Pablo Alborán.

No Brasil, a intérprete tem tido um considerável êxito com concertos esgotados no Rio de Janeiro e em São Paulo, foi tema de capa do jornal O Globo, e o músico Caetano Veloso, que escreveu para ela O sol, eu e tu, referiu-se à fadista como um “suave milagre” e a “mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de uma década”.

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