quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Exposição "Ícones de Marcam" resgata personagens que marcaram época na publicidade


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Assim como nas novelas alguns personagens marcam época, a publicidade também tem seus ícones 

A Galinha Azul, que divulgava o caldo de galinha Maggi, por exemplo, era mais que uma propaganda: ela fazia parte da vida do consumidor. Tanto que chegou a ser "clicada" para a revista Playboy e até a dançar no palco do Gugu.

Para relembrar este e outros personagens publicitários que fizeram história, no Brasil e no mundo, o Instituto Cultural ESPM, por meio da Lei Rouanet, promove a exposição Ícones que Marcam, que reúne acervo repleto de personagens marcantes de propriedade do fotógrafo italiano Giacomo Favretto e do publicitário Evandro Piccino. A mostra é realizada em parceria com o Centro Cultural Fiesp, onde será a abertura para convidados nesta quarta-feira (16) e onde permanece em cartaz, com entrada gratuita, até o dia 11 de dezembro.

Durante a exposição, serão exibidos mais de 140 comerciais de televisão estrelados por personagens marcantes como o Menino dos Cobertores Parahyba, o Tucano da Varig, a Chiquita Banana da United Fruit e a Gang da Bardhal. Também estarão disponíveis seis diferentes minidocumentários, produzidos especialmente para o projeto. Cada um deles traça o perfil de um ícone, tendo como base entrevistas exclusivas com criadores, animadores e profissionais de marketing e publicidade.

Literatura escassa

Além da exposição, o projeto inclui o livro Ícones que Marcam, que teve sua produção e impressão realizada pela Referência Gráfica, responsável pelo PROPMARK. Na obra, estão reunidas fotos dos ícones expostos na Fiesp, de autoria de Favretto, e textos de Piccino.

"A literatura sobre esse tema é muito escassa, no Brasil e no mundo. Há poucos textos acadêmicos sobre o tema, que ainda é pouco estudado. Ainda tem muita coisa para ser mostrada nessa área, sobre quem criou, quando criou, mais referência. No livro a gente tenta justamente classificar e levantar histórias sobre esses ícones", comenta Piccino.

O projeto contempla ainda versões digitais da exposição e do livro. Segundo Geraldo Allonso Filho, diretor do Instituto Cultural ESPM, Ícones que Marcam é resultado de dois anos de um trabalho "insano". "Tudo isso é história", reforçou.

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