sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Banco do Brasil | Capital Federal ganha museu museu de arte permanente



Como parte das festividades de celebração dos seus 208 anos, o Banco do Brasil inaugura museu de arte permanente em Brasília e expõe 77 obras de arte feitas por brasileiros, além de contar a história do banco

Na última quarta-feira (12/10), Dia das Crianças, Brasília ganhou um novo espaço voltado para as artes visuais. O Museu Banco do Brasil fica no mesmo prédio que abriga o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), usualmente palco das maiores exposições internacionais que a cidade recebe.

O novo espaço contará a história da instituição bancária, inaugurada em 1808, por meio de instalações modernas, depoimentos de funcionários, objetos e documentos históricos. Também vai expor obras de arte. Todos os itens são parte do patrimônio do banco – catalogado e organizado para o lançamento do museu.

“Além de preservar a memória do banco, consolidamos a instituição na produção cultural brasileira”, explica Maria Ignez Mantovani Franco, diretora da Expomus, empresa responsável pela criação do museu. Esse objetivo está sintetizado na primeira mostra, “Acervos do Brasil — História, Cultura, Cidadania”.

Inspiração em Athos Bulcão

Com desenho inspirado nas obras de Athos Bulcão, artista bastante popular na capital, o museu possui 6 mil metros quadrados, ocupando boa parte do primeiro andar do prédio do CCBB. Lá, “Acervos do Brasil: História, Cultura e Cidadania” se divide em dois módulos.

O primeiro, “História”, foca nos documentos e na história do banco, trazendo vídeos com depoimentos de funcionários da estatal, mobiliários de época, telefones antigos, linha do tempo e uma grande instalação feita com carteiras de trabalho — com fotos de antigos funcionários..

O segundo módulo, “Cultura e Cidadania” visa expor o acervo artístico da instituição. Ao todo 77 pinturas, gravuras e esculturas feitas por brasileiros foram distribuídas numa sala de design moderno e arrojado. Estão lá grandes nomes da arte moderna nacional, como Candido Portinari, Di Cavalcanti, Tomie Ohtake, Athos Bulcão, Djanira, Burle Marx e Fayga Ostrower.

Referência: Metropolis


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