segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Para incrementar o sabor das saladas, os molhos especiais são ótimos para torná-las saborosas


Consumir saladas, muito mais que um modismo, é uma necessidade para quem quer ter hábitos saudáveis e uma boa forma física, mas nem todo mundo é das saladas cruas. Para incrementá-las e dar-lhes outra cara à meia dúzia de folhas verdes sem graça, os molhos são fundamentais

A cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras tem novo ocupante: Geraldo Carneiro


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Poeta e letrista, o mineiro Geraldo Carneiro, de 64 anos, conhecido por sua poesia bem-humorada e pelas composições interpretadas por artistas como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Ney Matogrosso e Gal Costa, foi eleito na última quinta-feira como o novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL)

Ele recebeu 33 votos, e vai ocupar a cadeira número 24, deixada vaga com a morte do crítico teatral Sábato Magaldi, em julho. Mineiro de Belo Horizonte, nascido em 11 de junho de 1952, Geraldo Eduardo Ribeiro Carneiro é poeta, letrista e roteirista de televisão, teatro e cinema. Ele começou a manifestar interesse pela arte ainda jovem, influenciado pelos muitos escritores e músicos que frequentavam a casa dos seus pais – entre eles, o poeta Paulo Mendes Campos e os compositores Jacob do Bandolim e Tom Jobim.

Na TV, Carneiro estreou em 1976, como colaborador do escritor Bráulio Pedroso na minissérie Parabéns pra você, exibida pela TV Globo. Depois de um período na TV Manchete, voltou à Globo em 1989, onde escreveu roteiros de especiais, seriados e novelas. Entre outros trabalhos para a emissora, ele dividiu com Walther Negrão a autoria da minissérie O sorriso do lagarto, adaptada do livro de João Ubaldo Ribeiro e dirigida por Roberto Talma, em 1991.

No ano seguinte, escreveu o roteiro de Elas por ela, musical estrelado por Marília Pêra, com direção musical de Gonzaguinha. Foi também responsável pela adaptação de várias obras literárias para as faixas de programação Terça Nobre e Brasil Especial.

Teatro & Cinema
No teatro, estreou em 1979, com o musical Lola Moreno, escrito em parceria com Bráulio Pedroso. Entre outras peças, escreveu Folias do coração, Apenas bons amigos (ambas com Miguel Falabella), A bandeira dos cinco mil réis e Manu Çaruê. Também assinou as traduções de mais de uma dezena de peças, incluindo duas obras de William Shakespeare: A tempestade (The tempest) e Uma peça como você gosta (As you like it).

No cinema, assinou os roteiros dos filmes Eternamente Pagu (1987), de Norma Bengell, e O judeu(1996), escrito com Millôr Fernandes, Gilvan Pereira e o diretor do filme, Jom Tob Azulay.

Em novembro, haverá eleições para mais duas cadeiras da Academia Brasileira de Letras. No dia 3, para a de número 40, vaga desde a morte, em 22 de julho, do jurista Evaristo de Morais Filho, e no dia 24 será escolhido o novo ocupante da cadeira 22, que era do cirurgião plástico e escritor Ivo Pitanguy, falecido em 6 de agosto.

Referência: EBC

domingo, 30 de outubro de 2016

AEROPORTOS AO REDOR DO MUNDO, ONDE POUSOS E DECOLAGENS EXIGEM GOSTO PELA AVENTURA


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Aeroportos que causam frio na barriga nos passageiro não são exatamente uma novidade e, aqui no Brasil, temos exemplos como o de Congonhas SP e o de Ilhéus BA, onde as manobras são feitas em uma pista curta, com direito a muro, pista de rolamento o oceano bem à frente

Mas os equipamentos citados são ‘fichinha’ quando comparados a alguns outros que parecem ter sido construídos para os Indiana Jones da vida. Entre esses, um dos mais citados é o Princess Juliana (SXM), que se tornou um cartão-postal. Localizado na parte holandesa da ilha caribenha de St. Maarten, a pista à beira-mar atrai uma multidão de turistas à praia de Maho Beach todos os dias para assistir às grandes aeronaves pousando pertinho da areia.
Aeroporto de Saint Maarten [Foto: World Poker Tour - CC BY-NC 2.0]

O local é tão incrível, que o aeroporto já recebeu o título de pista comercial com o pouso mais impressionante do mundo. O cenário também não poderia ser mais perfeito: água azul-turquesa e areia branquinha.

Para os visitantes não perderem nenhuma chegada dos aviões, o badalado Sunset Bar & Grill dispõe diariamente a tabela de vôos em uma prancha de surfe fincada na praia de Maho Beach. Uma ótima pedida para aguardar a aproximação das aeronaves.
Aeroporto de Saint Maarten [Foto: Andrew Cohen - CC BY-NC-ND 2.0]

Nesses aeroportos, a perícia dos pilotos conta muito, mas há que acredite que eles sejam mais perigosos, mas para alguém que está há horas no ar e só quer colocar o pé no chão, ter de olhar para estas pistas de aterrissagem está longe de ser das coisas mais atrativas de se fazer.

Vejamos alguns dos aeroportos algo assustadores, mas alguns incrivelmente bonitos, do planeta:

Aeroporto Princesa Juliana, Antilhas Holandesas
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Esse aeroporto internacional é assustador por ser extremamente próximo da beira da praia e ter uma pista curta. Os aviões chegam a passar de 10 até 20 metros acima da cabeça as pessoas que estão por ali.

Aeroporto Juancho E. Yrausquin, Ilha de Saba, Caraíbas
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Esse aeroporto está cercado por altas montanhas e por penhascos que acabam no mar. Além disso, a pista é relativamente curta, o que cria um risco maior para pousos e decolagens. Alguns pilotos o consideram o aeroporto mais perigoso do mundo.

Aeroporto da Madeira, Ilha da Madeira, Portugal
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Esse é mais um aeroporto com pista curta, cercada pelo oceano de um lado e por altas montanhas de outro.

Aeroporto de Lukla, Nepal
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O canal History Channel considerou em 2010 esse como sendo o aeroporto mais perigoso do mundo. Ele é conhecido por ser o lugar onde várias pessoas começam a sua subida para o Monte Everest. Situado numa altitude de 2900 metros, a pista tem uma alta montanha em uma extremidade e uma queda de mil metros na outra.

Aeroporto Internacional de Toncontín, Honduras

O canal History Channel considerou esse como sendo o segundo aeroporto mais perigoso do mundo. A pista está situada em um vale cercado por montanhas e só há uma pista de entrada e uma de saída para os aviões, o que aumenta o risco dramaticamente.


Mudança de local do Centro de Convenções da Bahia preocupa o setor hoteleiro da capital baiana

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Desde o desabamento parcial do Centro de Convenções da Bahia, a pauta da discussão gira em torno da mudança do local do equipamento e o impacto que essa medida causará no trade turístico, especialmente para os hotéis situados no entorno do CCB

Já foi decidido que o centro será demolido depois que parte da estrutura desabou em setembro deste ano o governo da Bahia ainda analisa as possibilidades de locais para construção de um novo Centro de Convenções, inclusive se será construído no mesmo local após a demolição.

A ABIH, associação que congrega os hotéis da capital baiana vê que o reaproveitamento do Centro de Convenções é o melhor caminho para a cidade, desde que seja com as condições de segurança. A saída para outro local seria uma catástrofe no entendimento da associação.

A estimativa é que em torno de 10 mil leitos façam parte de hotéis na região do entorno do Centro atual, a exemplo dos bairros de Stiep, onde estão localizados 2.126 leitos, e a Pituba, onde há 2.200 leitos. Desde o último congresso realizado no Centro de Convenções, em 2013, 12 hotéis foram fechados em toda a cidade, segundo dados da entidade.

Verão chegando
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Com a chegada da alta estação, o trade trabalha com perspectiva de aumento da ocupação hoteleira já a partir do início de dezembro estendendo até o próximo verão. A estimativa da associação é de que, do Réveillon até fevereiro de 2017, seja registrada uma ocupação de 82% nos hotéis baianos. No último verão, a ocupação foi em torno de 72%.

Em recente coletiva de imprensa, a associação divulgou o Fórum Baiano de Hotelaria e Turismo para discutir as tendências do setor. O evento ocorrerá nos dias 8 e 9 de novembro no Hotel Sheraton da Bahia e contará com palestrantes como o ex-ministro Caio de Carvalho e a consultora Gabriela Otto.

Concomitantemente com o fórum, será realizada a Feira de Equipamentos, produtos e Serviços, com a perspectiva de gerar contrato de negócios, reunindo 40 expositores e um público de cerca de 20 mil pessoas.

Festival homenageia Mastroianni e o cinema italiano em São Paulo


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Com uma homenagem ao ator Marcello Mastroianni (1924-1996), o 12º Festival de Cinema Italiano começa no dia 14 de novembro, em São Paulo, com apresentação de alguns dos mais de 140 filmes em que ele atuou

O festival prossegue até o dia 20 de novembro, no Museu da Imagem e do Som (MIS) e entre os dias 1º e 7 de dezembro, no Cine Caixa Belas Artes. A ideia é mostrar a versatilidade de Mastroianni, considerado um dos maiores atores de todos os tempos.

Entre os filmes que serão exibidos na mostra estão A Noite, de Michelangelo Antonioni; Um Dia Muito Especial, de Ettore Scola; e Os Companheiros, de Mario Monicelli. Além da exibição de filmes, o festival traz também uma exposição fotográfica sobre a carreira do ator.

Após a homenagem, o festival apresentará uma programação contemporânea do cinema italiano, com 16 filmes inéditos, que serão apresentados em São Paulo, entre os dias 24 e 30 de novembro. O homenageado da programação contemporânea é o diretor Roberto Faenza, que estará presente à sessão de abertura, no dia 21 de novembro, no Auditório Ibirapuera.

No festival, Faenza vai apresentar seu novo filme, La Verità Sta in Cielo (A Verdade Está no Céu), que conta a história verídica de uma adolescente de 15 anos, Emanuela Orlandi, filha de um funcionário do Vaticano, que desaparece em 1983.

Mais informações podem ser obtidas pelo site do evento.

Fonte: EBC

sábado, 29 de outubro de 2016

· Álvaro Assmar estará no Café Rubi, apresentando canções do álbum The Old Road


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 A nova temporada do guitarrista baiano Álvaro Assmar, em Salvador, terá o nome do seu mais novo CD, “The Old Road”, e acontece nos dias 4 e 5 de novembro, às 20h30, no Rubi    

Acompanhado da Mojo Blues Band, formada por Eric Assmar (guitarra, violão e voz), Octávio Américo (baixo) e Reny Almeida (bateria), Álvaro mostrará ao público as canções do novo CD, além de músicas de outros discos seus, como “Rota Suicida”, “Crazy For You” e “When She Was Gone”.

 “The Old Road” é o sexto álbum de carreira do guitarrista baiano, tem 13 canções autorais, e está concorrendo ao Grammy Latino 2016 em quatro categorias. Esta indicação ao Grammy evidencia a maturidade musical de um artista que tem 31 anos de carreira e vive seu melhor momento.
Mais conhecido pela sua técnica de “slide guitar”, Álvaro Assmar é considerado, pela crítica especializada, um dos maiores guitarristas do país. Tem sido destaque em publicações internacionais, como a revista “Guitar Player” e o jornal norte-americano “Wall Street Journal”, que o elogiaram pela sua capacidade de misturar ingredientes nativos com o blues estadunidense, dando um sotaque particular à sua música.

O álbum “The Old Road” marca um momento muito importante na carreira de Assmar. Com uma ótima safra de composições, o disco mostra como um estilo de origem norte-americana pode assumir uma linguagem particular e voltada para as raízes brasileiras.

Serviço:
· O quê: Álvaro Assmar – The Old Road
Quando: 04 e 05/11 (sexta e sábado)
Horário: 20h30
Onde: Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel
Quanto: Couvert artístico = R$ 60,00

· Compra:

· Bilheteria: Café Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel
Tel: (71) 3013-1011
2ª a sábado, das 14h às 19h (em dias de apresentação, até às 20h30)
Site: cafeteatrorubi.com.br

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Dia Internacional da Animação: data de celebrar a arte de Reynaud


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A data comemora a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo. No dia 28 de outubro de 1892, Emile Reynaud exibiu o filme Pauvre Pierrot em seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. No Brasil o evento é realizado pela Associação Brasileira de Cinema de Animação – ABCA

Foi a 28 de outubro de 1892 que se registrou a primeira exibição de imagens animadas do mundo: a exibição do filme Pauvre Pierrot, por Emile Reynaud no seu teatro ótico, no Museu Grevin, em Paris.

O Dia Internacional da Animação foi criado em 2002 pela Association Internationale du Film d'Animation e é celebrado em mais de 40 países, incluindo Portugal, em comemorações que se estendem a várias cidades e dias.

As celebrações consistem na exibição de filmes de animação, em concursos de curta-metragens, em workshops de animação, demonstrações técnicas, exposições, entre outras iniciativas ligadas à animação. A Casa da Animação é quem organiza tradicionalmente as celebrações em Portugal. 


Animação via computador

A animação é uma arte que cria a ilusão de movimento através de uma sequência de imagens que exibem uma fase diferente de animação. A animação original era feita à mão mas atualmente a animação é feita principalmente por intermédio do computador, via CGI (Computer-generated imagery – imagens geradas por computador).

Pode celebrar o Dia Internacional da Animação participando numa das suas várias atividades. Também pode mostrar os seus desenhos animados preferidos aos seus filhos (os desenhos mais antigos) ou ver com os amigos e familiares novas animações conceituadas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

124 anos de Graciliano Ramos: ícone da literatura nacional


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No dia 27 de outubro de 1892 nascia, na cidade de Quebrângulo, no sertão de Alagoas, o escritor e jornalista Graciliano Ramos que, ao lançar "Vidas Secas" firmou seu nome entre os imortais da literatura brasileira

Em 1910, ele se mudou para Palmeira dos Índios, onde assumiu como prefeito da cidade, em 1928. Renunciou ao cargo dois anos depois e mudou-se para Maceió. Dos relatórios que escreveu quando prefeito, lançou o livro “Caetés”. Um pouco depois, escreveu “São Bernardo” (1934), adaptado ao cinema por Leon Hirszman. 

Em 1936, lançou “Angústia”. Neste mesmo ano, foi preso pelo governo de Getúlio Vargas, sob suspeita de participação na Intentona Comunista. Graciliano foi demitido do emprego na Imprensa Oficial e preso no Rio de Janeiro. Os sofrimentos na prisão estão em seu livro “Memórias do Cárcere”, de 1953, ano de sua morte – ele morreu no dia 20 de março de 1953, no Rio de Janeiro, vítima de câncer de pulmão. Graciliano foi solto em 1937 e transferiu-se para o Rio, onde continuou a escrever outros romances, contos e livros infantis.

Marco modernista
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Em 1938, depois lançou “Vidas Secas”, sua obra mais famosa, sobre os retirantes nordestinos. O livro também foi adaptado para o cinema pelo diretor Nelson Pereira dos Santos, em 1963, é um dos maiores expoentes da segunda fase modernista, a do regionalismo. O diferencial desse livro para os demais da época é o apuro técnico do autor. Graciliano Ramos, ao explorar a temática regionalista, utiliza vários expedientes formais – discurso indireto livre, narrativa não-linear, nomes dos personagens – que confirmam literariamente a denúncia das mazelas sociais.

O livro consegue desde o título mostrar a desumanização que a seca promove nos personagens, cuja expressão verbal é tão estéril quanto o solo castigado da região. A miséria causada pela seca, como elemento natural, soma-se à miséria imposta pela influência social, representada pela exploração dos ricos proprietários da região.

Os retirantes, como o próprio nome indica, estão alijados da possibilidade de continuar a viver no espaço que ocupavam. São, portanto, obrigados a retirar-se para outros lugares. Uma das implicações dessa vida nômade dos sertanejos é a fragmentação temporal e espacial.

Graciliano Ramos conseguiu captar essa fragmentação na estrutura de Vidas Secas ao utilizar um método de composição que rompia com a linearidade temporal, costumeira nos romances do século XIX.

Chiapa |A tribo mexicana que decidiu morrer antes de se submeter ao julgo dos espanhóis


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Para alguns a liberdade não tem preço, nem mesmo o preço da vida. Assim, aborígenes mexicanos decididos a não morrer nas mãos dos conquistadores espanhóis tiraram suas vidas em um suicídio coletivo, em que famílias inteiras se jogaram de um penhasco e morreram de braços dados

A triste situação aconteceu em 1534, durante expedição organizada por Diego de Mazariegos ao sudeste do México. Depois do fim de Tenochtitlán, os conquistadores espanhóis avançaram pela Sierra Madre de Chiapas. O objetivo era alcançar a tribo chiapaneca, que estava assentada entre as paredes do Desfiladeiro Sumidero e que tinha o controle da região e de outras comunidades que ali viviam.

O último grupo a ser conquistado estava no Peñón de Tepetchía. O grupo foi sitiado e, por ordem de Mazariegos, deveria ser exterminado. Os chiapanecas resistiram o máximo que conseguiram, apesar de sua inferioridade militar e numérica. Ao perceberem que a situação estava perdida, os aborígenes decidiram pelo suicídio coletivo.

Diante dessa situação, Mazariegos ordenou um cessar-fogo e realocou os aborígenes restantes, que fundaram a Chiapa de los Indios. Embora haja fatos históricos que contradigam esse suicídio em massa, a tradição oral dos nativos da região continua sendo reconhecida como um relato verdadeiro do ocorrido.

Fonte: History

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

IMS dobra de 1 para 2 milhões de imagens o seu acervo fotográfico com a incorporação do acervo dos Diários Associados


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O Instituto Moreira Salles (IMS) acaba de ampliar seu trabalho de preservação nessa área para a fotografia de caráter jornalístico, com a aquisição do arquivo de três antigos jornais cariocas que pertenceram à cadeia Diários Associados, império de comunicação criado por Assis Chateaubriand

São aproximadamente 700 mil fotografias e 300 mil negativos cobrindo um período que vai desde os anos 1920 até 2016. O conjunto, pertencente ao grupo Diários Associados, que já foi o maior conglomerado de mídia do Brasil, contém registros feitos para “O Jornal”, comprado por Assis Chateaubriand em 1924; para o “Diário da Noite”, fundado em 1929 pelo próprio Chateaubriand; e para o “Jornal do Commercio”, criado em 1827 e adquirido em 1959. A coleção passa agora a integrar o acervo do Instituto Moreira Salles que, com a incorporação do imenso e rico conjunto, dobra seu arquivo fotográfico, somando aproximadamente dois milhões de imagens.

A ampliação não é apenas quantitativa, frisa Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. A aquisição traz um repertório mais diversificado, abrindo uma nova vertente no instituto. “O acervo fotográfico do IMS tem sido construído em torno de conjuntos que permitem pensar a autoria, em coleções como as de Marcel Gautherot, Thomaz Farkas, José Medeiros e outros. O acervo de imprensa não é de construção de autoria, mas ajuda a promover uma reflexão do papel da fotografia como comunicação”, observa Burgi. “Fotojornalismo nós temos, claro, mas a imagem na imprensa é algo maior, através dela podemos ver parte da história do jornalismo no Rio de Janeiro”.

Dos três veículos, o de sobrevivência mais longa foi o “Jornal do Commercio”, que encerrou suas atividades em abril deste ano. O “Diário da Noite” fechou em 1964 e “O Jornal”, dez anos depois. Burgi aposta na existência de um material mais forte entre os anos 30 e início dos 70, auge das atividades dos Diários Associados, que editava ainda a revista “O Cruzeiro”, cujo acervo ficou com o jornal “Estado de Minas”.


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Registros de governos e políticos como Getúlio Vargas, Jânio Quadros, Carlos Lacerda, João Goulart e Juscelino Kubitschek são algumas das preciosidades históricas do arquivo, que já chegou organizado em pastas e caixas – embora o processo de identificação das fotos mais antigas não seja tão detalhado quanto nos dias de hoje. Imagens mais cotidianas, como cenas da vida cultural e social no Rio também contribuem para o enriquecimento do acervo. “O fotojornalismo registra pequenos e grandes momentos da História. Em 1938, por exemplo, há muitas imagens da seleção brasileira de futebol sendo celebrada nas ruas pelos torcedores. São fotografias muito interessantes”, adianta Burgi.

Além da ampliação dos campos de pesquisa – tanto para especialistas como para o público –, a chegada do conjunto abre também a possibilidade, ou melhor, a necessidade, como afirma o coordenador, de dinamizar a exposição desse acervo em sintonia com o conteúdo já existente no IMS.

‘A VIDA NÃO PRECISA SER SÓ TRABALHAR, PAGAR CONTAS E MORRER’ x ‘Felicidade e Sucesso sempre andam juntos’: de que lado você fica?


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Vendo uma postagem de um amigo em rede social, fui conferir o artigo ‘A VIDA NÃO PRECISA SER SÓ TRABALHAR, PAGAR CONTAS E MORRER’, escrito por Amanda Areias

Como achei as colocações da articulista algo radicais, resolvi pesquisar um outro que abordasse o mesmo assunto, e escolhi o texto abaixo de CLEYSON DELLCORSO, para compartilhar com aqueles que nos acompanham aqui no Artecultural. Leiam e tirem as suas próprias conclusões, mesmo porque, como diria Seo Tininho, “cada cabeça é um mundo"

Euriques Carneiro


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Felicidade e Sucesso sempre andam juntos

Felicidade e sucesso são parceiros de jornada e de um modo geral um depende do outro, mas não em qualquer ordem. Normalmente a felicidade vem antes do sucesso.

Como exemplo podemos imaginar uma pessoa que não tem felicidade em seu trabalho, certamente ela também não terá sucesso em sua carreira, tornando a vida profissional sem sentido. Todos nós almejamos a felicidade em nossa vida e com sua ausência temos a percepção de que ela é vazia e sem propósito.

O binômio felicidade e sucesso é tão significativo que cada vez mais, empresas procuram ajustar ou alterar completamente a sua filosofia de gestão para que os profissionais sejam felizes também no ambiente de trabalho o que em última análise representa maior e melhor produtividade, menos retrabalho e maior comprometimento com a organização, isto é, busca-se a convergência de propósitos.

A necessidade de reconhecimento é um pilar da autoestima. Uma empresa que não reconhece os pontos fortes e as virtudes de um colaborador, compromete a sua autoestima e faz com que a sintonia dele com a organização fique comprometida. A empresa deve reconhecer os pontos fortes e suprir os pontos fracos, quer seja através de treinamentos internos, quer seja por programas internos de coaching que devem dar sustentação ao profissional para que ele se sinta motivado para buscar seu próprio aprimoramento e desenvolvimento, não necessariamente sob o patrocínio da organização, afinal o profissional tem como dever estar atualizado naquilo que se propõe.

Uma empresa que tenha como objetivo implantar um clima de felicidade deverá adotar algumas posturas básicas: segurança, excelência, comunicação eficiente, integridade e respeito pelo profissional, pelos clientes e com a sustentabilidade. Estas características aplainam o caminho para o sucesso da organização.

De outro lado, não podemos diminuir a responsabilidade do profissional no processo.

Se a organização apresenta o cenário e as condições ideais para seus colaboradores, cabe a estes colocar todas as suas expertises a disposição do bem comum, fazendo o máximo para retribuir o reconhecimento com ações que levem a excelência o que resulta em sucesso para si e para a empresa, através de um ambiente onde a felicidade esteja em ambos os lados da mesa. Esta troca empresa x colaborador deve ser respaldada, por parte deste, pelo respeito, ética, lealdade e solidariedade com seus pares.

Quando estas condições estão presentes, existe reconhecimento mútuo e convergência de propósitos o que acarretará comprometimento e espírito de colaboração. Todos sabem que a felicidade individual será priorizada fazendo com que todos, em todos os níveis, sintam-se parceiros e coadjuvantes, reconhecendo a contribuição de cada um para o todo.

A roda gira a cada ato e mudança no processo com a colaboração efetiva dos interessados, num círculo virtuoso que leva ao sucesso. É através da felicidade em fazer parte de um grupo colaborativo e comprometido com o bem comum, interno e externo, que se chega a excelência.

Estas ações satisfazem a todos, do colaborador ao acionista, cada um conforme as suas necessidades, pois fica comprovada a tese que felicidade dá lucro.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

‘Indiana Jones 5’ só será lançado em 2019 mas já gera expectativa


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Sem os mágicos efeitos especiais de George Lucas, mas estrelado mais uma vez por Harrison Ford e dirigido por Steven Spielberg, Indiana Jones 5 será lançado em julho de 2019

Confirmado! Estreia marcada! Indiana Jones 5 chegará aos cinemas em 19 de julho de 2019, anunciou a Disney agora há pouco. A quinta aventura da série terá Steven Spielberg na direção e Harrison Ford como o protagonista, como não poderia deixar de ser. Atualmente o astro está com 73 anos.

Muito se fala na apresentação de um novo personagem que irá assumir a franquia nos próximos anos, mas nada foi confirmado pelos envolvidos por enquanto. Chris Pratt é um dos mais cotados.

Kathleen Kennedy e Frank Marshall serão os produtores. George Lucas, autor da ideia original e produtor executivo dos quatro longas anteriores, não foi citado no anúncio oficial.

Apesar da confirmação da estreia do novo Indiana Jones estar agendada para 2019, mas nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista recente, o produtor Frank Marshall disse que o longa deve ser uma continuação direta de O Reino da Caveira de Cristal (2008).

David Koepp, de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, será o roteirista. John Williams fará a trilha sonora. A franquia estrelada por Ford começou em 1981, com Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida.