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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Viajantes de todo o mundo visitam o Peru e o destino não se resume a Cusco e Machu Picchu



O legado das civilizações pré-hispânicas, descoberto nos últimos séculos no Peru, e carregado de misticismo e mistérios ainda por desvendar, sempre exerceu enorme fascínio em turistas de todas as partes do mundo

Cusco e Machu Picchu sempre se destacaram por seus impressionantes sítios arqueológicos que revelam o alto grau de desenvolvimento a que chegaram os povos que habitaram a cordilheira andina antes da conquista por parte dos espanhóis, em 1553.
Esses dois polos turísticos concentram, há décadas, o maior número de visitantes — no ano passado, 1,5 milhão de turistas visitaram Machu Picchu, aproximadamente 60% dos 2,5 milhões de estrangeiros que viajaram ao país. A maior parte usou Lima, a capital peruana, apenas como ponto de entrada e saída do país, ou desembarcou diretamente em Cusco.
No entanto, os roteiros turísticos começam a mudar. Ninguém abriu mão de subir e descer as ruínas de Cusco e Machu Picchu, ainda destinos de viajantes do mundo inteiro, mas Lima começa a despontar nos roteiros turísticos como parada obrigatória. E a razão é muito simples: a cidade está irreconhecível para aqueles que já a visitaram antes da virada do século, depois de passar por uma transformação urbana inédita, acelerada nos últimos cinco anos. 
Repaginada e modernizada, a capital peruana, erguida sobre um deserto às margens do Oceano Pacífico, de paisagem árida, ganhou praças amplas e muito bem cuidadas, e teve seus bairros mais antigos e charmosos totalmente remodelados. Ganhou cara de metrópole sem virar as costas para o passado por meio da preservação de vários sítios arqueológicos, chamados de Guacas, e construções barrocas e renascentistas do período colonial, concentradas no centro histórico em torno da Praça das Armas.
Com a “casa arrumada”, a Lima de hoje conquista de cara os turistas por seu bom astral, suas belezas naturais, ruínas de templos pré-hispânicos e museus surpreendentes para percorrer durante o dia. Nas primeiras horas, os visitantes estranham a falta de telhados nas casas e demais edificações, arrematadas somente por lajes. E a explicação é muito simples: em Lima não chove. 
Para se ter uma ideia, a precipitação anual média é de 15,7mm por ano e a última chuva forte foi há 39 anos. O clima da capital peruana é diferenciado também. As estações são marcadas por céu azul e calor forte no Verão e nublado no Inverno, dando a impressão que o céu vai desabar a qualquer momento, mas que nada, no máximo cai apenas uma garoa fina de vez em quando, que não chega sequer a molhar o chão.
Vida noturna


A vida noturna de Lima também cativa o turista por ser agitada e digna de qualquer cidade de primeiro mundo. Se a gastronomia peruana sempre foi um ponto de honra e mundialmente aclamada por chefs e gourmets por seus sabores, odores, cores e texturas, ela tem sido alvo de uma verdadeira revolução que não deixou de pé nem mesmo o ceviche. Ícone da cozinha andina, o prato recebeu nos últimos anos retoques e sofisticações pelas mãos de uma nova geração de chefs formados nas 22 escolas de gastronomia abertas nos últimos anos na capital. Toda uma celebração!
A orla marítima de Lima também tem outra cara e ganhou a Praça do Amor e o Shopping Larcomar, instalado a 150 metros do nível do mar, de frente ao oceano. Ambos foram erguidos com projetos de paisagismo que emolduram uma região antes árida e desprovida de áreas verdes. Projeto ousado e moderno, o shopping agrupa lojas de artesanato mais sofisticado, e bem mais caro que em mercados populares. Bares, restaurantes e baladas estão também ali com agradáveis mesas dispostas na varanda.
Dessas sacadas se pode ouvir a arrebentação das ondas do Pacífico, de cujas águas, todos, inclusive os nativos, preferem manter distância por dois motivos compreensíveis: mar bravo e uma temperatura que poucos se sujeitam, em torno dos 10 a 12 graus o ano todo, em razão de uma corrente marítima. Nem os surfistas se atrevem e se deslocam a paragens mais calmas e com ondas mais adequadas à prática do esporte, com preferência pelas costa mais ao Norte do país.
Metrópole

Com 8 milhões de habitantes, na capital peruana, assim como noutras cidades grandes, o trânsito é caótico, as buzinas ensurdecem, e o transporte público, tanto de ônibus como de vans, revela sua precariedade de cara e aponta para uma necessidade urgente de investimentos que retirem das ruas veículos velhos e deteriorados.
Essa deficiência está diretamente relacionada à enorme frota de táxis, usados em larga escala pela população local. É uma boa opção para turistas que viajam por conta própria. Mas aqui vai uma dica: o serviço não é regularizado, nos veículos não há taxímetro e cada passageiro deve combinar o preço da corrida antes que o motorista acelere. 
Claro que a barganha é obrigatória em qualquer operação que se faça com dinheiro nas ruas do Peru, mas isso se aprende rápido. Como referência, uma corrida de táxi que atravessa a capital pode custar cerca de 30 soles, pouco mais de R$ 20,00.

Fonte: missaodesafio.wordpress.com

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