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sábado, 13 de agosto de 2016

CONHEÇA A HISTÓRIA DA ESCADARIA SELARON DO RIO DE JANEIRO


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A Escadaria Selaron liga o Largo da Lapa à parte do bairro de Santa Teresa próxima ao convento de mesmo nome. Decorada com inúmeros azulejos por um artista plástico, se tornou um ponto turístico do Rio de Janeiro atraindo inúmeros visitantes que se encantam com os painéis feitos com azulejos de várias partes do Brasil e do Mundo

A rua mais famosa do Rio de Janeiro fica num lance de escadas que ligam as ruas de Joaquim Silva e Pinto Martins nos bairros da Lapa e Santa Teresa. Oficialmente, é conhecida como a Rua Manuel Carneiro, mas a maioria das pessoas a conhecem como “Escadaria Selaron”, em homenagem ao pintor chileno Jorge Selaron, que construiu a escadaria como uma “homenagem ao povo brasileiro”.

Tudo começou em 1990 quando Selaron começou a reformar as escadas na frente da sua casa. A princípio, os vizinhos zombavam dele por sua escolha de cores enquanto cobria os degraus em fragmentos de azulejos azuis, verdes e amarelas – as cores da bandeira brasileira. Com o tempo, este projeto se tornou uma obsessão. Selaron usou, principalmente, materiais de construção civil, mas às vezes ele foi forçado a vender suas pinturas para financiar seu trabalho. Eventualmente, ele havia coberto toda a escada de 125 metros de comprimento com 250 degraus e mais de 2.000 azulejos coloridos.

Mas ele não havia terminado. Selaron continuou trabalhando na escada constantemente, trocando os azulejos de modo que era uma peça de arte sempre em evolução. Enquanto a popularidade da escada aumentava, visitantes de todo o mundo começaram a doar pisos e azulejos e Selaron começou a usá-los. Hoje, as escadas são decoradas com azulejos de mais de 60 países.

Além dos degraus, Selaron revestiu também várias muretas e muros de casas que se estendem ao longo da escada, assim com rampas muito inclinadas que existem em vários pontos da íngreme ladeira. Algumas banheiras antigas também foram colocadas em alguns pontos da escadaria, sendo que estas servem como canteiros de plantas.

"Fluxo de consciência"
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Os azulejos usados por Selaron, eram mesclados segundo o que parece ser uma espécie de "fluxo de consciência", ou seja, da forma como vem à mente no momento. Entretanto algumas partes apresentam composições com colocação de peças em simetria e em sequência.

Os azulejos, tanto os comuns nacionais, como alguns decorados ou com pintura artística, feitos por artistas brasileiros ou adquiridos em outros países eram doados à Selarom pelos entusiastas de seu trabalho. Deste modo, ao percorrer os degraus, pode-se ver uma vasta gama de azulejos com os mais diversos motivos, não somente nos espelhos das escadas como também nos paineis afixados nas muretas e muros das casas.

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