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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Comemorando 15 anos de carreira, a Orchestra Santa Massa foi destaque na festa de encerramento das Olimpíadas Rio 2016


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Bem mais conhecida fora dos limites de Pernambuco do que na terra natal, a banda pernambucana Orchestra Santa Massa foi destaque no encerramento da Olimpíada Rio 2016 no último domingo, onde se apresentou para um público de cerca de 70 mil pessoas

A banda, formada por Hélder Aragão (DJ Dolores), Maciel Salú (voz e rabeca), Isaar (voz), Fábio Trummer (voz e guitarra) e Jam da Silva (percussão), se apresentou durante a cerimônia de encerramento da Rio 2016, no Estádio do Maracanã, para um público presente estimado em 70 mil pessoas e com expectativa de mais de 3 bilhões de telespectadores em todo mundo.

O grupo ainda convidou para a apresentação o Maestro Spok (voz e sax), André Julião (sanfona) e Yuri Queiroga (baixo). O repertório inclui músicas da própria Santa Massa e de Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Jacinto Silva e ainda uma canção composta especialmente para ocasião, de autoria de Maciel Salú.

O ano de 2016 é de comemoração para a banda Orchestra Santa Massa, que celebra 15 anos de carreira. A Santa Massa é reconhecida por unir música eletrônica a ritmos populares brasileiros, sem pecar pelo excesso.

Trajetória
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A Santa Massa é fruto de um projeto do Hélder (Dj Dolores), reunindo músicos de diversas áreas distintas para criar uma unidade musical deu inicio a Orquestra Santa Massa. Formada por 4 músicos pernambucanos. Isaar França é vocalista e percussionista, faz parte também do grupo Comadre Fulozinha. Fábio Trummer é guitarrista e vocalista, integrante da banda Eddie. Mr. Jam cuida da percussão e acompanha a banda de Lula Queiroga. Por último está Maciel Salu, rabequeiro e vocalista, com trabalho solo. A fusão de um DJ com músicos de formações distintas chamou atenção da crítica e fez com que em pouco tempo se destacassem no meio musical.

DJ Dolores & Orchestra Santa Massa tiveram uma meteórica carreira no inicio da década com o álbum “Contraditório?” no exterior e no Brasil. Sua memorável tournê em 2003 teve mais de 30 shows entre Europa e América do Norte, alem do reconhecimento da crítica através de um BBC Awards, um Tim (melhor álbum) e o Premio Multicultural Estadão, entre outros.

Sete anos depois, com carreiras individuais consolidadas, o grupo se reencontra para uma serie de shows unindo o repertorio já conhecido mais novos temas e versões que os influenciaram, num caldeirão de diversidade onde há lugar para a cultura de raiz de Maciel Salu, a encantadora voz de Isaar, o senso pop de Fábio Trummer, o virtuosismo de Jam da Silva, adicionado aos novos integrantes, Deco no trombone, Parro no sax e Yure Queiroga no baixo, todos embalados pelo mix contemporâneo do DJ Dolores.

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