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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Com intensa e diversificada programação cultural, o Instituto Inhotim celebra dez anos de atividades



Há uma década, o Inhotim oferece aos artistas uma condição única de inserir intervenções construídas relacionadas à paisagem, à topografia e à natureza, em uma abordagem site-specific direcionou o comissionamento de várias obras de artistas das mais diversas tendências 

Entre estes representantes das artes, podemos destacar Doug Aitken, Matthew Barney, Valeska Soares e Rivane Neuenschwander. Trabalhei no desenvolvimento desses projetos. Em todos, a arquitetura teve um papel específico, atuando como suporte, ou consultoria, para o trabalho do artista.

Para celebrar os dez anos de abertura ao público, o Instituto Inhotim realiza de 1º a 11 de setembro uma intensa e diversificada programação cultural. As ações incluem uma homenagem ao artista Tunga, falecido em junho deste ano e figura central na concepção do Instituto; a montagem de nova exposição temporária nas galerias Mata e Lago; programação noturna com gravação do DVD do show “Na Medida do Impossível”, de Fernanda Takai; a terceira edição do Seminário Internacional de Educação Inhotim; e apresentações da cantora Marisa Monte e da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A programação tem o patrocínio da Petrobras e da Pirelli.

Para o diretor executivo do Instituto, Antonio Grassi, as atividades são uma forma de agradecer ao público e presenteá-lo com atrações especiais. “Desde que o Parque foi aberto, em 2006, já recebemos mais de 2,5 milhões de visitantes. É um número muito expressivo se pensarmos que não estamos localizados em uma capital. Por isso, queremos agradecer a essas pessoas que vêm nos visitar e que levam um pouco do Inhotim consigo. Além disso, uma parte da programação presta homenagem a Tunga, em reconhecimento de sua a trajetória, tão importante para o Instituto”, afirma.

EM CONSTANTE MUDANÇA

Os primeiros passos para a construção do Inhotim foram dados ainda na década de 1990, pelo empresário mineiro Bernardo Paz. Influenciado por artistas como Tunga e Cildo Meireles, começou a adquirir importantes obras de arte contemporânea que tiveram no Inhotim o abrigo ideal, já que a disponibilidade de espaço permitiu que ficassem em exposição permanente. Em pouco tempo, a fazenda do empresário havia se tornado atração para amigos e familiares e, percebendo um potencial maior, Paz decidiu criar uma instituição cultural e abrir o espaço ao público.

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