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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Chega ao Brasil a nova versão do musical 'My Fair Lady'


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O palco do Teatro Santander ostenta uma imensa reprodução da página de um jornal, mostrando uma publicação inglesa, com notícias do início do século passado e, se o espectador notar com cuidado terá ali algumas dicas do musical que assistirá em seguida

São exemplos como as elegantes corridas de cavalo, a primeira viagem do transatlântico Aquitania ou a notícia sobre a mobilização de mulheres em torno do direito de votar. É sobre a afirmação da condição feminina na sociedade que trata My Fair Lady, grandioso espetáculo que estreia neste sábado, 27. "E também de muitos outros assuntos importantes sobre a condição humana", completa Jorge Takla, responsável pela concepção cênica e um dos produtores da peça, ao lado de Stephanie Mayorkis, diretora da divisão de teatro de IMM Esporte e Entretenimento.

Um dos mais importantes musicais de todos os tempos, My Fair Lady, que estreou na Broadway em 1956, tem grandes trunfos. Primeiro, o texto, inspirado na peça Pigmalião, de George Bernard Shaw (1856-1950), que traça um panorama crítico e bem-humorado da relação entre homem e mulher. Shaw também é um exemplo de dramaturgo que domina o verbo e o deseja ver potencializado na voz do intérprete, o que acontece nessa montagem.

Por fim, a bela trilha sonora, com libreto de Alan Jay Lerner e música de Frederick Loewe, que inclui canções que hoje figuram no cancioneiro popular, títulos como I Could Have Danced All Night, On the Street Where You Live, Get me to the Church on Time, e a divertida The Rain in Spain.

Minha Querida Lady – Anos 60


A versão brasileira de My Fair Lady foi um divisor de águas em vários sentidos. Sucesso da Broadway em cartaz por anos, o musical exportou sua qualidade (nos cenários, nos figurinos e na direção) para diversos países de quatro continentes. O espetáculo, correra o mundo quando foi trazido para o Brasil, em 1962. 


Bibi Ferreira foi a grande estrela, em companhia de Jayme Costa, ator veterano contemporâneo de Procópio Ferreira (pai da atriz), e Paulo Autran, que acabou substituído por Edson França depois de um acidente de carro.

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