sexta-feira, 1 de julho de 2016

Theatro Municipal do Rio de Janeiro suspende algumas atividades por dificuldades financeiras



A crise que assola o país não deixou nenhum segmento de fora e, no âmbito da cultura, pequenos e grandes empreendimentos estão sofrendo para manter as suas atividades. Um desses gigantes, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro teve que suspender os ensaios pelo corpo artístico do teatro, desde a última quinta-feira (23), por causa de dificuldades financeiras
A paralisação atinge os corpos artísticos - coro, balé e orquestra - e os técnico e administrativo. Já os setores considerados essenciais estão trabalhando em sistema de escalonamento, cuidando da manutenção do patrimônio e dos eventos dos permissionários.

O mantenedor do Theatro, o governo do estado, informou que ainda não há previsão para a regularização dos salários de maio, mas esse não é o único problema já que existem outros compromissos em atraso. Nada obstante, o Theatro Municipal anuncia atrações como o Ateliê Contemporâneo e a Exposição Concretude Correlata, entre outras.

ATELIÊ CONTEMPORÂNEO


Na quinta-feira, 30/6, às 20h, aconteceu o primeiro concerto do Ateliê da Escola Municipal de Música de São Paulo. O grupo, integrado por jovens músicos, é coordenado pelo compositor Tiago Gati. No programa estão obras de A. Berg, L. Berio, G. Aperghis, G. Scelsi, G. Ligeti e G. Kurtág, além de representantes da música brasileira, como Rodrigo Lima, Gustavo Bonin e Leon Steidle. O concerto foi gratuito e ocorreu no Auditório Escola de Música, no 3° andar da Praça das Artes. Essa foi uma prévia da apresentação de 17/11, que o grupo realizará pela série Música Contemporânea no Conservatório.

Auditório Escola Municipal de Música – Praça das Artes

Ateliê Contemporâneo

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GRATUITO

EXPOSIÇÃO CONCRETUDE CORRELATA

A seleção de obras do Acervo da Cidade apresentada estabelece conexões com a exposição Quadra 27, também em cartaz, sobre a arquitetura da Praça das Artes. Concretude Correlata toma como ponto de partida os pressupostos do projeto arquitetônico do complexo, como um dos principais balizadores do presente direcionamento da programação artística da Praça.

Partindo de diferentes perspectivas e conotações arquitetônicas, de espaços internos a fachadas representadas em desenhos e fotografias, ora inabitados – de encontro ao estado atual de ocupação da Praça das Artes –, ao contraponto de espaços repletos de informações e rastros – representando o estado ideal de uso da Praça.

Com Caio Reisewitz , Cildo Meireles, João Musa, José Frota, Mariana Galender, Mônica Nador, Luiza Baldan, Milton Machado, Paulo Climachauska, Rochele Costi, Rubens Mano e Valérie Dantas Mota.

Sala de Exposições – Praça das Artes

Concretude Correlata Segunda a Sexta – das 10h às 20h

Sábados e feriados – das 10h às 18h

GRATUITO

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