quarta-feira, 13 de julho de 2016

A Floresta que Anda' mistura linguagens a partir do universo shakespeariano




Com uma mistura de teatro, cinema, performance e artes visuais, o espetáculo ‘A Floresta que anda’ parte da realidade para a ficção 

A ideia é construir uma vídeo instalação com várias telas de cinema que se movem. O público assistirá aos vídeos, ao mesmo tempo em que participará deles. O foco do trabalho é a política e como ela interfere na vida do cidadão comum. 

A inspiração ficcional é Macbeth, obra-prima de William Shakespeare, com destaque para a relação entre poder e ambição, público e privado.
A proposta é colher imagens não só da pessoa entrevistada, mas principalmente do entorno da vida dela: sua casa, família, cidade.

CHRISTIANE JATAHY


Autora e diretora de teatro e cinema, desde 2000 pesquisa novas possibilidades cênicas. Em 2001, a peça “Carícias” explorava a relação do teatro e do cinema. Em 2004, integrou documentário e performance com a peça “Conjugado”. No ano seguinte, 2005, a peça “A falta que nos move ou Todas as histórias são ficção” radicalizou na pesquisa entre realidade e ficção e o projeto culminou no filme “A falta que nos move” apresentado em festivais nacionais e internacionais. 


Em 2009, Jatahy concebeu o projeto “Corte Seco”, uma peça editada ao vivo com câmeras de segurança revelando cenas no entorno do teatro. Em 2011, criou “Julia” uma versão teatral/cinematográfica do texto “Senhorita Julia” de August Strindberg, com o qual continua circulando por diversos festivais internacionais e em turnês pela Europa. 

Em 2014, concebeu “E se elas fossem para Moscou?”, que recebeu os prêmios Shell de Direção, para Christiane Jatahy; Prêmio Shell de Atriz para Stella Rabello; e Prêmio APTR de Direção para Christiane Jatahy.

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