terça-feira, 31 de maio de 2016

Qual o rodízio da sua preferência? Churrasco, japonês, massas?



O rodízio parece ter sido uma das melhores invenções já criadas: comer de tudo, a um preço fixo, sem precisar se preocupar com nada. De uma boa churrascaria à promessa de fatias de pizzas a perder de vista, passando por comida japonesa e até frutos do mar, cada cliente tem a sua predileção

Um pouco de história Acredita-se que os tradicionais rodízios de comida tenham surgido no Rio Grande do Sul, em 1964. O primeiro estabelecimento com esse tipo de serviço teria sido a Churrascaria Max, numa cidadezinha próxima a Porto Alegre. Inicialmente os rodízios eram situados em beira de estrada e os seus frequentadores usuais eram os caminhoneiros. Esses motoristas foram os responsáveis por difundir a especialidade por todo o Brasil, ou levando a ideia para outros lugares, ou eles próprios abrindo casas do ramo.

A forma como o churrasco era servido chamava-se “espeto parado”, mas as mudanças começaram com a influência italiana no sul do Brasil, que além de trazer o “churrasco corrido”, acrescentou novos tipos de carne ao rodízio, como as carnes de frango, porco e outras carnes exóticas. Os hábitos foram se modificando e as churrascarias a diversificar a quantidade de opções onde o cliente tem à disposição vários tipos de rodízios dentro de uma churrascaria rodízio.

É possível comer massas preparadas na hora, vários tipos de salada e comida japonesa à vontade, além de comida mexicana e indiana, pizzas e até fondue. Para que o restaurante seja considerado de primeira linha é preciso que haja muita fartura e que o serviço seja muito rápido. Como o foco é no cliente, ele precisa ter a sensação de que está sendo muito bem servido e que sempre terá grande variedade à sua disposição.

Jogo dos sete erros


Dentro da proposta de encantar o cliente, listamos sete falhas que muitos restaurantes cometem e que devem ser evitadas sob pena de perder frequentadores:

01 – Situação comum em muitas casas:encontro com amigos, cerca de 6 deles e só é permitido utilizar uma mesa grande quando todos chegam. Daí, é a conta de sentar, se ajeitar e logo ter que levantar para procurar uma mesa maior.

02 – Essa é horrível: sentar e ficar esperando o garçom aparecer. Às vezes são 5, 10, 15 minutos e nada de surgir alguém para pegar seu pedido. Não são raros os casos em que o cliente levanta e vai embora.

03 – Outra clássica: fazer seu pedido e ele demorar mais de uma hora. Pior ainda é quando vem, e está errado.

04 – Também é detestável pedir o prato e a bebida, chegar o prato e nada da bebida. Sem comentários.

05 – Se garçom ausente é imperdoável, garçom insistente também não fica atrás. Aquele que passa de minuto em minuto perguntando se está tudo bem, se precisa de algo, se a comida está boa… Você joga um papelzinho de nada na mesa e em um segundo ele aparece e limpa… Bacana ter um atendente que sabe o que você gosta, já te chama pelo nome de tanto você ir ao restaurante e tal, mas parar para conversar e contar a vida enquanto o cliente faz sua refeição é constrangedor.

06 – O “pare e siga” em churrascarias. Aliás, caíram em desuso, mas aqueles sinalizadores verde (sim, eu quero comer mais) e o vermelho (já parei, obrigado), precisa ser respeitado. Se o cliente deixa no vermelho, não é agradável ficar passando de 2 em 2 minutos perguntando se ele quer picanha.

07 – Cardápio sem preço. Pode ser considerado chique mas deixa o cliente na dúvida e, porque não dizer, receoso com a possibilidade de uma conta astronômica. Pode até ser caro, mas tem que estar ‘preto no branco’. O frequentador, na maioria dos casos, prefere ver e ter noção do terreno onde está pisando.

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