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quarta-feira, 9 de março de 2016

Paulo Coelho vai abrir uma fundação na Suíça e um museu virtual onde milhares de documentos e objetos estarão disponíveis ao público



Idolatrado pelo seu público e execrado por alguns críticos, Paulo Coelho é o escritor brasileiro mais reconhecido em todo o mundo e agora vai abrir o seu próprio museu em Genebra, na Suíça

A cidade onde vive desde 2007, receberá o acervo com cerca de 80 mil itens, entre documentos – que também estarão em uma biblioteca virtual – objetos, cadernos de anotações e versões de suas obras em diversas línguas. Parte da coleção poderá ser vista no Salão do Livro de Genebra, que acontece no final de abril, onde o Mago terá um estande exclusivo.

O escritor brasileiro Paulo Coelho e a sua mulher, a artista plástica Christina Oiticica, vão abrir em breve uma fundação com o seu nome em Genebra, a cidade suíça onde vivem há cinco anos, e preparam ainda o lançamento de um museu virtual. O casal está neste momento na fase dos preparativos finais. O objetivo é abrir portas ainda no primeiro semestre deste ano.

Documentos, fotografias, posters a anunciar os lançamentos dos livros, presentes dos leitores para o escritor, notícias e entrevistas na imprensa de todo o mundo. São milhares de documentos e objetos. Mobiliário, inclusive. Tudo o que se possa imaginar do universo Paulo Coelho vai estar a descoberto na fundação que abrirá nos próximos meses em Genebra, a cidade que o escritor brasileiro que mais vende escolheu para viver.

O último contêiner com o restante do material - manuscritos dos seus livros, contratos com editoras, rascunhos das letras de música que escreveu, roupa e até a secretária onde escreveu o seu primeiro best-seller, O Diário de um Mago, em 1987 - chegou à Suíça na semana passada oriundo do Brasil, onde o escritor mantinha grande parte do seu acervo.

Museu virtual
Abrir um espaço ao público, aos seus leitores, era um desejo de há muito mas só agora ganha forma, depois de Paulo Coelho ter encontrado uma área de 200 metros quadrados no rés-do-chão de um edifício residencial em Genebra. Em recente declaração, Paulo Coelho e a mulher afirmaram ter chegado a ver espaços maiores: “Mas depois de visitarmos algumas fundações do tipo, achamos que seria um culto ao ego que, definitivamente, não é o nosso objetivo”, explica à revista Christina Oiticica, que tem exposto na Suíça.

E porque o alcance de Paulo Coelho é internacional, a coleção estará toda disponível num museu virtual a ser criado paralelamente à fundação. Falamos do escritor que está traduzido em mais de 60 línguas e vendeu já 160 milhões de livros em todo o mundo (três milhões só em Portugal).

“A Suíça é uma sede física, porque, como moramos aqui, é mais fácil fazer a curadoria e o processo de digitalização”, conta Paulo Coelho à publicação brasileira, explicando querer que todos os seus leitores, independentemente da sua localização, possam conhecer o seu acervo. “Restringir o acervo a paredes físicas seria algo limitador. Não quero que as pessoas tenham que viajar para a Suíça ou qualquer outro lugar que seja para me encontrar.

Neste momento ultimam-se os detalhes finais. O casal quer que a fundação abra portas até ao Verão, admitindo que o museu virtual poderá levar um pouco mais a estar pronto, uma vez que é preciso digitalizar todos os documentos e peças. Talvez abra a tempo do seu 68.º aniversário.

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