Construção - Reforma - Manutenção

Construção - Reforma - Manutenção
Clientes encantados é a nossa meta!

quarta-feira, 2 de março de 2016

O Último Tango em Paris | Mais de quatro décadas depois da estreia, o filme ainda gera controvérsias



Quando tenho tempo disponível, costumo zapear os canais da TV e, ao passar pelo TC Cult, vejo que está iniciando a exibição de “O Último Tango em Paris”, clássico de um dos monstros sagrados do cinema, Bertolucci, e estrelado por outra lenda da sétima arte, Marlon Brando


A tórrida história de amor entre um americano em luto (Marlon Brando) e uma jovem parisiense se tornou um clássico do cinema, mas na época de seu lançamento, o filme despertou o furor de críticos e censores por causa das cenas de sexo, o que era raro no início da década de 70. 


O Último Tango Em Paris, estrela maior da constelação do diretor Bernardo Bertolucci, causou pôlemica ao estrelar a jovem Maria Schneider na famosa cena da "manteiga" que, anos depois, foi apontada pela própria atriz como não consensual. Na trama, um homem de meia idade inicia um romance com uma jovem aventureira, porém ele exige que uma regra seja cumprida: Os dois não podem trocar qualquer tipo de informação entre si, nem sequer o nome.

A polêmica “cena da manteiga” não estava no roteiro: enquanto Schneider diz que ela foi imaginada por Marlon Brando, o ator acusou o diretor Bernardo Bertolucci de ter acrescentado este momento às filmagens. De qualquer maneira, os dois atores se disseram abusados pelo diretor (caso semelhante ao de Azul é a Cor Mais Quente, recentemente).

Último Tango em Paris foi proibido em seu país natal, a Itália, durante mais de uma década. De acordo com os juízes italianos, o filme contém "conteúdo obsceno, ofensivo à moral pública". A produção também foi censurada no Chile, em Portugal, na Coreia do Norte e no Canadá.

Obra arrojada

Até então, tinham sido exibidos filmes de exploração sexual como estimulante físico, mas sem paixão ou violência emocional. Então, neste filme, Bernardo Bertolucci usou o sexo para expressar unidades dos personagens. Marlon Brando, como o envelhecimento americano, Paul, está trabalhando para fora sua agressividade na menina jovem burguesa francesa, Jeanne (Maria Schneider), e a ameaça física da sexualidade que é emocionalmente carregado é como uma partida de tudo o que o público tinha vindo a esperar no cinema que o filme causou sensação. É uma obra grande obra arrojada e imaginativa. Quando Brando improvisa dentro da estrutura da Bertolucci, sua arte completa é realizada; seu desempenho é intuitivo, extasiada, principesco.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!