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quinta-feira, 10 de março de 2016

O multifacetado Alceu Valença sobe ao palco do Teatro Castro Alves, na capital baiana para brindar o público com o seu novo espetáculo



Alceu Valença se apresenta hoje em Salvador, no Teatro Castro Alves, onde mostra para o seu público fiel o seu novo espetáculo acústico, onde faz um apanhado da sua carreira

Ao lado apenas do violonista Paulo Rafael e do sanfoneiro André Julião, ele canta músicas do seu repertório autoral, como Anunciação, Como Dois Animais e Táxi Lunar, além de clássicos de Luiz Gonzaga, a exemplo de Juazeiro, Pau-de-Arara e Xote das Meninas, que percorrem as suas memórias de infância no agreste pernambucano.

"Na fazenda onde eu fui criado, em São Bento do Una, a cultura de lá, que é ancestral, do sertão profundo, é a mesma que produziu Luiz Gonzaga. Agora, evidentemente, tem essa cultura, mais as músicas que eu ouvia no alto falante de São Bento, que é Luiz Gonzaga. Da mesma maneira os aboios, eu vou dar um aboio no show. Quando estou cantando uma música dele, me remete lá para trás", conta.

Esse é apenas um dos caminhos sonoros trilhados por Alceu no show. O pernambucano também canta faixas que marcaram as suas andanças e vivências em diferentes cidades após sair do interior.

"Por exemplo, La Belle De Jour eu compus em função de um encontro em Paris. Conheci uma moça, Jacqueline Bisset, e confundi, pois estava bêbado, com Catherine Deneuve". O encontro, inspiração da música que faz referência ao filme de Luis Buñuel, ocorreu ao lado do Campagne-Première, onde Alceu se apresentou em Paris pela primeira vez, em 1979.

Já em Recife, capital de Pernambuco, ele criou Pelas Ruas Que Andei (parceria com o baiano Vicente Barreto), que faz referência nos versos às ruas da cidade: "Na Madalena revi teu nome / Na Boa Vista quis te encontrar". A música também faz parte do repertório da apresentação, que, nas palavras de Alceu, "é um apanhado geral da carreira".

Referência: atarde


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