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terça-feira, 1 de março de 2016

Em 2016, comemora-se o século e meio do nascimento de Euclides da Cunha, escritor ícone da literatura brasileira



Além de escritor, o autor do clássico 'Os Sertões' foi engenheiro, militar, funcionário público e jornalista. Com a vida marcada por tragédias, será tema de eventos e homenagens País afora na comemoração de um século e meio do seu nascimento
Euclides da Cunha, escritor ícone da literatura brasileira, completaria mo último dia 20 de janeiro, 150 anos. Apesar das adversidades de sua vida pessoal, ele conseguiu deixar um grande legado cultural e suas obras possuem importância não só no campo literário, mas na história, sociologia, filosofia, geografia e outros.

O nome de Euclides da Cunha é sempre lembrado como o escritor e analista social de ‘Os sertões’ - obra referencial da própria identidade brasileira. Porém, durante sua vida relativamente breve, Euclides destacou-se também como jornalista, historiador, geógrafo, engenheiro, militar e poeta. E – como evidencia a seleção de sua correspondência – teve uma participação ativa nas relações internacionais do Brasil à época do nosso igualmente paradigmático Barão do Rio Branco.

“O autor chamou muita atenção na mídia de sua época pelos seus problemas familiares, mas, em um momento de visibilidade pelos seus 150 anos, o que merece destaque é sua obra, que deve ser mais conhecida pelos jovens”, ressalta o Presidente da Academia de Letras, Olavo Romano.

Vida e obra


Seu trabalho mais importante foi, sem dúvidas, “Os Sertões”. Considerado pré-determinista, o livro, divido em três fases [A Terra, O Homem e A Luta], trata da Guerra de Canudos, ocorrida em 1896, no interior da Bahia. O autor acompanhou parte do conflito de perto, quando correspondente de jornal, trazendo para a sua obra figuras de linguagens, sempre focando no sofrimento e luta dos sertanejos.

O autor trouxe visibilidade ao Brasil, principalmente à política e ao Nordeste. “Os Sertões” é um livro essencial e concede uma visibilidade maior ao Brasil, e a Guerra de Canudos mobilizou a política e também a estrutura antes arcaica do Nordeste da época.

Homenagens

Uma série de livros marcará o ano em que se comemora 150 anos do escritor. Em março, a Unesp começará a editar a prosa completa de Euclides, com acréscimos de inéditos, além de ensaios conhecidos em versões diferentes, organizado pelo pesquisador da Universidade da Califórnia, Leopoldo Bernucci.Além disso, o pesquisador publicará também seu livro “Um Paraíso Suspeitoso”, que tem como foco a relação entre o autor, o poeta colombiano José Eustasio Rivera e o brasileiro Alberto Rangel.

Baseado no diário de sua avó e mulher de Euclides, Anna Sharp retratará no romance "Vozes do Passado” o episódio trágico em que Euclides encontrou a mulher, S’Anninha, com o amante e depois de uma briga acabou sendo morto a tiros.

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