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sexta-feira, 4 de março de 2016

Desde o primeiro dia de 2016 toda a obra de Mário de Andrade passou a ser de domínio público



O ano de 2016 torna-se um marco na literatura brasileira já que desde o primeiro dia de janeiro a obra do modernista Mario de Andrade entrou em domínio público


Completando 70 anos de morte em 2015, sua obra se tornou de domínio público desde o início de 2016. Conhecido como o “Papa do modernismo brasileiro”, Mário de Andrade, com a obra Paulicéia Desvairada, foi um dos principais nomes da Semana da Arte Moderna (1922), juntamente com Tarsila do Amaral, Anita Malfati, Oswald de Andrade e Menotti de Picchia. Sua influência foi decisiva para o modernismo no Brasil. 

Em 1928, escreveu sua obra mais conhecida e estudada: Macunaíma, romance, cujo protagonista é um anti-herói, que para o autor, sintetiza o multiculturalismo brasileiro. 

Mário de Andrade também se dedicou à música e à pesquisas sobre o folclore brasileiro. Morreu em 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos de idade. 

“Macunaíma” 


Um dos maiores clássicos da literatura brasileira, Macunaíma, é uma das obras de Mário de Andrade que entrou em domínio público uma vez que, tradicionalmente, o primeiro dia do ano é o Dia do Domínio Público e as obras podem ser usadas livremente por qualquer pessoa, sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização. Na prática, vale dizer que a obra poderá ser copiada, xerocopiada, reproduzida e adaptada livremente, assim como todas as outras obras do autor modernista.

As regras de domínio público variam conforme o país. No Brasil, de acordo com a legislação, as obras ficam livres de direitos autorais no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 70 anos da morte do autor. 

Vida e obra

O escritor brasileiro morreu em fevereiro de 1945. Ele foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo e figura-chave do movimento modernista que culminou na Semana de Arte Moderna de 1922. O escritor foi um dos integrantes do “Grupo dos Cinco”, que deu início ao modernismo no Brasil, formado também por Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Menotti Del Picchia.

A descentralização da cultura é um dos objetivos do Modernismo e pode ser percebida na obra de Andrade. Suas obras mais conhecidas são o livro de poesias Pauliceia Desvairada, que inspirou a Semana Moderna, e os romances Amar, verbo intransitivo, de 1927, e Macunaíma, de 1928.

Seu livro mais conhecido, Macunaíma, busca uma valorização da cultura nacional. A obra foi adaptada para o cinema por Joaquim Pedro de Andrade em 1969, com Grande Otelo interpretando o protagonista.

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