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segunda-feira, 14 de março de 2016

Com um número recorde de postulantes, o Nobel da Paz tem o Papa Francisco indicado pela 3ª vez



O Papa Francisco, pela terceira vez consecutiva, figura entre os 20 prováveis ganhadores do Prêmio Nobel da Paz 2015. O Pontífice está entre as 273 candidaturas propostas por várias organizações argentinas e internacionais, informou o Instituto Nobel de Oslo
O Comitê organizador informou em seu site que recebeu 273 candidaturas para o Prêmio Nobel deste ano, das quais 68 são organizações e 205 personalidades, entre as quais, o Papa Francisco, que desde que foi eleito em 2013, sempre foi indicado para o Prêmio.

Com trânsito livre e quase unanimidade no planeta, o Papa se converteu em uma das figuras mais fortes quando da mediação e pacificação de conflitos. Uma das últimas, entre Estados Unidos e Cuba, levou ao restabelecimento de relações diplomáticas após mais de 50 anos de ruptura.

O ganhador, entre os 20 nomes, será conhecido em 9 de outubro próximo. A entrega do Prêmio está prevista para dois meses mais tarde, em cerimônia realizada em Oslo.

O Prêmio é atribuído à pessoa que “mais ou melhor tenha trabalhado em favor da fraternidade entre as nações, a abolição ou redução dos exércitos existentes e a celebração e promoção dos processos de paz”. Desde que foi instituído por Alfred Nobel em 1895, nenhum Papa recebeu a distinção.

O outro lado da moeda

Sem nenhum legado à paz no mundo, o controverso pré-candidato nos Estados Unidos, Donald Trump é um dos indicados à tradicional comenda e também estará sob o crivo do comitê composto por cinco acadêmicos da Noruega, que vai avaliar as postulações e divulgar o escolhido em outubro. Todos os anos, a lista dos candidatos sugeridos é mantida em sigilo, mas nada impede que as indicações se tornem públicas.

Além do bilionário famoso por explorar cassinos e outros negócios e falastrão por natureza 
e do Pontífice pop, endossado pelo bispo Desmond Tutu, Nobel da Paz de 1984, estão no páreo Edward Snowden, que expôs a arapongagem dos EUA; Nadia Murad, escrava sexual do Estado Islâmico que conseguiu fugir e se tornou porta-voz das vítimas dos extremistas; moradores de ilhas gregas que acolhem náufragos que tentam entrar na Europa; e Angela Merkel, chanceler alemã que tem papel-chave na questão dos refugiados.

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