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sábado, 5 de março de 2016

A Roma que é o berço da história da humanidade também é a Roma dos fantasmas


 Roma com crianças


É possível explorar o coração da antiga capital da Itália e ouvir os contos de mitos e lendas em uma excursão a pé com duração de menos de duas horas sobre mistérios e fantasmas de Roma. Quando o sol se põe, um lado mais obscuro e mais misterioso da cidade ganha vida e conta uma parte da história de capital italiana
Estamos no ano de 1099!O fato de Roma ser uma cidade com uma história tão antiga faz com que ela provoque a nossa imaginação e há mil anos existem estórias de fantasmas que correm por Roma.

A mais antiga delas é o espírito de Nero, que teria sido enterrado nos arredores do que chamamos hoje de Praça del Popolo. As pessoas tinham medo de passar por lá, até que Papa Pasquale II mandou construir uma igreja dedicada à Virgem para que o povo passasse sem medo de fantasmas por aquela zona, que ficava nos arredores de uma entrada importante da cidade.

Cinco séculos depois nasceram mais estórias deste tipo, com personagens daquele período. Uma delas já contei no post que falo da Praça Navona é a Donna Olímpia (ou Pimpaccia), uma senhora de uma família muito rica, que tinha uma forte influência sobre o Papa Inocêncio X. Dizem que ela tinha um caráter horrível e não era amada pelo povo.

A pobre Beatriz Cenci foi uma moça que foi sentenciada com a pena de morte por parricídio, depois que seu violento padre tinha se recusado em pagar a seu dote de casamento e a trancafiou numa torre, perto de Nápoles. A jovem, inteligente e frustrada, armou um plano para liquidá-lo, e na terceira tentativa, ajudada por outras pessoas que também sofriam a tirania do padre, conseguiu.
Beatriz foi assassinada na frente de um grande público, entre os quais os famosos pintores Orácio e a sua pequena filha que se transformaria com o tempo na grande pintora caravaggesca Artemisia Gentileschi. Dizem que o fantasma de Beatriz passeie pela ponte Sant'Angelo na noite do aniversário da sua morte, segurando a própria cabeça!

Ainda nos arredores da Praça Navona, no século XVII viveu Constança De Cupis, sobrinha do cardeal De Cupis, moça que era conhecida por ter mãos belíssimas. Uma vidente teria previsto a perda da sua mão, vendo uma escultura da mesma em uma oficina de um escultor que tinha feito uma escultura utilizando como modelo as mãos de Constança. Infelizmente ela perdeu as mãos e a vida com uma septicemia. Hoje, dizem que quando o luar bate na janela onde ela vivia, vêem-se a imagem fantasma das suas mãos.
Roma com crianças
Uma das presenças mais enigmáticas nas prisões do Castel Sant'Angelo foi um personagem que era um alquimista, chamado Conde de Cagliostro, no século XVIII. Dizem que nas noites de lua cheia, o Conde volte a passear pelas ruas entre Campo de Fiori e o rio Tibre.

Para finalizar o tour em grande estilo fantasmagórico, vale visitar a Igreja do Sagrado Coração em Sufrágio, onde um padre recolheu objetos que demonstrariam tentativas de almas em se comunicar com o mundo dos vivos.

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