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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Uma das maiores atrações turísticas de Salvador, o Museu de Arte Sacra da Bahia faz parte do Patrimônio da Humanidade pela UNESCO desde 1985





Com vista deslumbrante para o mar e localizado no Centro Histórico de Salvador, o Museu de Arte Sacra da Bahia guarda em sua história a preservação da Arte Sacra Luso-brasileira, uma das mais importantes registradas até então

Todo o conjunto é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN), como patrimônio nacional desde 1938, declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1985.

A história do museu começa em 1661, quando chegaram à Bahia monges portugueses da Ordem dos Carmelitas Descalços, que seguiam para a Angola. Com o passar do tempo, instalaram na capital o Convento de Santa Teresa D'Ávila. 

Anos mais tarde, com a redução do número de monges, a Ordem entra em decadência e a Arquidiocese decide instalar no edifício o Seminário Arquiepiscopal. E em 1957, o então reitor da Universidade Federal da Bahia, professor Edgar Santos, resolve criar, vinculado à Universidade, um Museu de Arte.

5 mil peças no acervo


Inaugurado em 10 de agosto de 1959, sua organização e direção foram confiadas ao historiador Beneditino D. Clemente Maria da Silva-Nigra. Atualmente, o Museu de Arte Sacra da Bahia encontra-se entre os mais importantes no gênero nas Américas. Ao visitá-lo, você entra num universo fantástico da história registrado e consolidado nas exposições permanentes e itinerantes.

A arquitetura do prédio é nitidamente de influência renascentista, com destaque para sua torre sineira ou "espadaña" e para sua imponente e erudita fachada de traço maneirista. A edificação conta com uma área total construída de 5.250m², inserida em uma área livre de 8.000m².

O acervo tem cerca de 5 mil peças, entre elas imagens raras em marfim do O Bom Pastor, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Anunciação, Nossa Senhora com o Menino; azulejos belíssimos que compõem o edifício representativos dos séculos XVII, XVIII e XIX; pinturas feitas pelo criador da Escola Baiana de Pintura, José Joaquim da Rocha (século XVIII), e seu discípulo José Teófilo de Jesus (século XIX); mobiliários de alta qualidade; entre outras peças.

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