Construção - Reforma - Manutenção

Construção - Reforma - Manutenção
Clientes encantados é a nossa meta!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Belém completa 400 anos e ganha bolo de aniversário de 100 m de comprimento





O aniversário de 400 anos de Belém foi comemorado com direito a bolo de 100 metros de comprimento que foi servido na manhã de ontem terça-feira (12) no tradicional mercado do Ver-o-Peso


Na confecção do bolo gigante utilizou-se produzido por uma centena de profissionais, divididos entre padeiros e confeiteiros do Senai, que ficaram responsáveis pela decoração. A obra levou 24h para ficar pronta, e utilizou 5 toneladas de farinha de trigo, 3.800 ovos, 60 kg de açúcar, 16 kg de fermento, 500 kg de manteiga e 380 litros de leite.

Apesar dos 400 anos serem comemorados no dia 12, desde o dia 11 os moradores da capital do Pará, fundada em 12 de janeiro de 1616, começaram a festa. Mais de 60 mil pessoas foram à orla, onde participaram do show de artistas locais, entre eles Fafá de Belém, Israel Novaes, Dona Onete e a banda Gang do Eletro. Uma queima de fogos deixou o clima ainda mais animado.

“Estar presente no aniversário de 400 anos de Belém é um presente. Estou aqui, acompanhando cada um dos músicos que se apresentam e vejo a emoção do público, que nos presenteia com esse carinho”, disse Fafá de Belém.

História


A região onde a atual cidade se localiza era primitivamente ocupada pelos índios Tupinambás. O estabelecimento do primitivo núcleo do município remonta ao contexto da conquista da foz do rio Amazonas, à época da Dinastia Filipina, por forças luso-espanholas sob o comando do capitão Francisco Caldeira Castelo Branco, quando, a 12 de janeiro de 1616, fundou o Forte do Presépio.

A povoação que se formou ao seu redor foi inicialmente denominada de Feliz Lusitânia. Posteriormente foi sucessivamente denominada como Santa Maria do Grão Pará, Santa Maria de Belém do Grão Pará, até à atual denominação de Belém.

Nesse período ao lado da atividade de coleta das chamadas drogas do Sertão a economia era baseada na agricultura de subsistência, complementada por uma pequena atividade pecuária e pela pesca praticada por pequenos produtores que habitavam, principalmente, na ilha do Marajó e na ilha de Vigia.

Distante dos núcleos decisórios das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil e fortemente ligada a Portugal, Belém reconheceu a Independência do Brasil apenas a 15 de agosto de 1823, quase um ano após a sua proclamação.

Entre os anos de 1835 e 1840 o município esteve no centro da revolta dos Cabanos, considerada a de participação mais autenticamente popular da história do país, única onde a população efetivamente derrubou o governo local. Posteriormente receberia o título de Imperial Município, conferido por D. Pedro II (1840-1889).

Ciclo da borracha


Com o crescimento da importância da produção da borracha, extraída da seringueira, que caracterizou o chamado Ciclo da borracha ou Era da Borracha, entre o fim do século XIX e começo do século XX, Belém atingiu grande importância comercial. Datam desta época expressivos edifícios como o do Palácio Lauro Sodré, o do Colégio Gentil Bittencourt, o do Teatro da Paz, o do Palácio Antônio Lemos e o do Mercado do Ver-o-Peso.

Pela mesma razão, foram atraídas nesse período levas de imigrantes estrangeiros como portugueses, chineses, franceses, japoneses, espanhóis e outros grupos menores, com o fim de desenvolverem a agricultura nas terras da Zona Bragantina.

Nessa época o indígena teve participação direta na economia local, por já está mais reservado nas áreas afastadas dos centros urbanos vivendo sua própria cultura, depois de ter enfrentado por muitas vezes os colonizadores em muitos conflitos.

Cresceu, em contrapartida, o comércio de escravos trazidos para os trabalhos gerais necessários e surgiu a figura do caboclo que já se desenvolvia com a miscigenação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!