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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Até 11 de janeiro, exposição do gaúcho “Iberê Camargo” no CCBB, na Capital Federal





Moras ou estás de passagem por Brasília? Uma ótima pedida é explorar e mergulhar nas formas e cores do artista Iberê Camargo, cujo resumo da obra compõe a exposição no Centro Cultural Banco do Brasil - CBBB

O universo do pintor gaúcho é o ponto central das atividades propostas pela equipe do CCBB Educativo ao público, para a exposição Iberê Camargo: um trágico nos trópicos, em cartaz até 11 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, de 09 ás 19h30, em Brasília.
Permanente nos quatro Centros Culturais de todo país, o programa educativo elabora práticas para aproximar o público do conteúdo das mostras em cartaz e desenvolver o pensamento reflexivo a partir da experimentação prática. Todas as atividades são criadas pela equipe da Sapoti Projetos Culturais – responsável pelo CCBB Educativo – e supervisionadas pelos educadores.

O ponto de partida dessa experimentação é a Visita Mediada feita com o acompanhamento dos educadores do programa. Durante a visita, os espectadores são estimulados a falar sobre suas impressões e trocar experiências sobre o tema exposto. Para esta atividade, no entanto, é necessário o agendamento prévio para grupos interessados e escolas do DF.

História

Pintor, gravador, desenhista, escritor e professor, Iberê Bassani de Camargo, um dos mais importantes artistas brasileiros do século, nasceu em Restinga Seca (RS) e faleceu em Porto Alegre. Pintor, desenhista e gravador, realizou sua primeira mostra individual em 1942, em Porto Alegre e, nesse mesmo ano, transferiu-se para o Rio de Janeiro com bolsa de seu Estado natal, a fim de se aperfeiçoar em pintura.
A influência de Guignard
Na capital carioca, cursou por muito pouco tempo a Escola Nacional de Belas Artes, mas não se adaptando à orientação acadêmica ali vigente trocou-a pelos ensinamentos de Guignard, ministrados durante apenas dois meses em dependências do prédio da União Nacional dos Estudantes à Praia do Flamengo para um grupo de cerca de 30 alunos.

“Cheguei ao Rio em agosto de 1942. E trazia comigo uma grande vontade de aprender. Através do casal Augusto Meyer conheci Portinari e Lelio Landucci, a quem me liguei fraternalmente. Landucci, sensível e inteligente, sabia ver e ensinar a ver”.

“Após uma rápida passagem pela Escola Nacional de Belas Artes, tornei-me aluno de Guignard. A sua obra teve breve influência sobre o meu trabalho, mas marcou-me para sempre a pureza do seu espírito”.

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