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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A 91ª edição da Corrida de São Silvestre tem, para variar, os atletas africanos como favoritos



Todo ano é a mesma coisa e na edição de número 91 da mais famosa corrida brasileira, a história se repete e os atletas de fora, notadamente os quenianos, são os favoritos para a prova
Atletas do Quênia, Etiópia e Tanzânia assombram os corredores brasileiros que sonham em quebrar a escrita e, enfim, garantir o lugar mais alto do pódio e tremular a bandeira verde e amarela. Este ano não será diferente. Corredores como o etíope Dawit Admasu, atual campeão da prova, e o queniano Stanley Biwott, campeão da Maratona de Nova York em 2015, já garantiram presença.

Quênia e Etiópia são os países que contarão com o maior número de atletas estrangeiros na São Silvestre. Os quenianos Edwin Rotich, bicampeão da prova em 2012 e 2013, Joseph Aperumoi, campeão da Meia Maratona de São Paulo em 2012, Dickson Cheruyiot e William Kibor chegam para brigar pelas primeiras posições.Como quem passeia no parque em ensolarados dias de domingo, os corredores estrangeiros vêm dominando a São Silvestre nas últimas edições.

Já a Etiópia conta com mais quatro atletas, além de Dawit Admasu. O campeão da Meia Maratona do Rio de Janeiro em 2014, Leul Aleme, Feyisa Lilesa, terceiro na maratona de Berlim de 2015, Getu Mideksa e Hailu Dibaba chegam para fazer frente aos rivais africanos.

Quem também estará presente para amedrontar os brasileiros será a Tanzânia, que contará com Joseph Panga, vencedor da Maratona de seu país, e Fabiano Sulle, campeão da Meia Maratona de Serengeti e dos 21k Inchein (Coréia do Sul).

Sabor especial

Para os atletas quenianos, participar da São Silvestre tem um sabor especial. Seis meses antes da prova, é feita uma rigorosa seleção e, após escolhidos, os agraciados participam de um rigoroso programa de treinamento. Para começar, os treinos têm início às 10 da manhã, sob o sol já bastante forte daquele país africano, tudo para se aclimatar ao que eles vão enfrentar no Brasil.

Outro fator que move os quenianos a participar da são Silvestre é o reconhecimento do público. O pentacampeão Paulo Tergat lembra com emoção da fila que se formou na porta da hotel, em busca de um autógrafo. Esse tratamento compatível com as grandes estrelas do futebol, enchem os atletas do Quênia de orgulho e é um combustível a mais para mover a máquina de correr na qual eles se transformam quando entram na Avenida Paulista, para percorrer os 15 quilômetros que podem levá-los ao estrelato.

História


A Corrida Internacional de São Silvestre nasceu em São Paulo, em 1925, idealizada pelo jornalista Cásper Líbero. A inspiração veio de uma corrida noturna francesa de 1924, em que os competidores carregavam tochas de fogo durante o percurso. A prova, considerada a mais tradicional e importante do gênero na América Latina, terá sua 91ª edição no dia 31 de dezembro e vai ficando cada vez mais forte.

A mudança do horário de início da corrida, que passou a ser realizada durante o dia de 1988 em diante, aconteceu para cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo (IAAF). Realizada em grande parte pelo centro da cidade, a São Silvestre já teve vários percursos e distâncias diferentes. A distância a ser percorrida foi definitivamente fixada em 15km em 1991, atendendo ao mínimo exigido pelas regras oficiais. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.

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