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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Com a partida de Miele, o Brasil fica mais pobre no campo cultural e perde muito mais que um humorista



O universo artístico brasileiro perdeu nesta semana um dos seus mais importantes expoentes, o multifacetado artista Luiz Carlos Miele, que esteve envolvido com movimentos como a Bossa Nova e dirigiu espetáculos com representativos nomes da MPB 

Muito mais que um humorista, faceta com a qual o grande público o conhece, Miele esteve diretamente envolvido com a explosão da Bossa Nova nos anos 1950 e dirigiu espetáculos com os principais artistas nacionais nas décadas subsequentes. Em maio deste ano, ele apresentou o espetáculo Elis 70 anos, reunindo lendas da MPB em homenagem a Elis Regina.

Com raízes precoces no mundo artístico, o paulistano atuou no rádio desde os 12 anos como ator em uma emissora em São Vicente (SP), conforme informações do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Ele iniciou a carreira profissional como locutor das rádios Excelsior, Tupi e Nacional.

Em 1959, ele mudou-se para o Rio de Janeiro e conheceu o compositor Ronaldo Bôscoli, com quem formou a dupla Miele & Bôscoli, atuando em espetáculos e programas musicais em emissoras de televisão.

Passaram pelas mãos do produtor, entre outros, Wilson Simonal, Elis Regina, Roberto Carlos, Sérgio Mendes, Sarah Vaughan, Milton Nascimento, Marcos Valle, Alcione, Agnaldo Timóteo, Joanna e Ângela Maria.

Miele ainda esteve envolvido com os programas O Fino da Bossa, Show em Simonal e Elis Especial, na TV Record, Fantástico e Praça da Alegria, na TV Globo, e recentemente, em Coquetel, no SBT, e Escolinha do Barulho, na TV Record.

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