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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

200 anos de Maceió, uma das mais aprazíveis cidades do Nordeste



A 7ª edição da Bienal do Livro de Alagoas, que acontece entre os dias 20 e 29 de novembro, promete ampliar ainda mais o acervo sobre a história e tudo mais que envolve a cidade de Maceió

Como parte das comemorações dos 200 anos de Maceió, a capital alagoana sediará a 7ª edição da Bienal do Livro de Alagoas, que receberá seis novas obras sobre a história do município, sua geografia, sua economia, sua literatura, sua sociologia e sua antropologia

Os livros serão publicados por meio do edital já aberto pela Editora da Universidade Federal de Alagoas. Também estão abertas as inscrições para o Prêmio Gilberto de Macêdo, que busca homenagear o médico, escritor e professor aposentado da Ufal. Serão publicados três títulos, nas áreas temáticas de medicina sociocultural, medicina psicossomática, psiquiatria e ciências sociais – medicina, psicologia e sociedade.

História da cidade


Para falarmos da história de Maceió voltemos 500 anos atrás, quando os colonizadores ainda não tinham chegado, quando essas terras eram habitadas somente pelos índios. E foram eles, a raça que predominava nesta região eram os Tupis, subdivididos em diversas tribos, entre as quais os Caetés, que estavam às margens do Rio São Francisco e em todo o litoral que, primeiramente, tiveram o privilégio de assistir ao acúmulo de riquezas naturais que os rios Mundaú e Paraíba do Meio traziam consigo até o encontro com o mar.

Esse fenômeno resultou num terreno alagadiço que, com o tempo, ficou conhecido como Maçai-o-k (o que tapa o alagadiço). Esses índios entraram na história em 1554 como responsáveis pela captura e morte do bispo d. Pero Fernandes Sardinha. Esse fato fez com que o rei de Portugal d. João III, enviasse ao Brasil uma expedição para punir os Caetés e expulsá-los da região.

O nome indígena foi mudado pelos portugueses, o povoado cresceu e, através do comércio do açúcar, fabricado em engenhos próximos, e de outros produtos de exportação como algodão, fumo, coco, couro e algumas especiarias, o povoado de Maceió tornou-se Vila em dezembro de 1815, e Capital da Província das Alagoas em 9 de dezembro de 1839. Ao contrário de muitas cidades brasileiras, fundadas pela força dos invasores, fossem eles padres ou navegadores, Maceió nasceu assim, de um engenho de açúcar.

Atrações

A bela capital da Terra dos Marechais dispões de várias atrações, mas indiscutivelmente o item que mais atrai visitantes são as praias. Do Francês a Ipióca, passando por Jatiúca, Sete Coqueiros e Pajuçara, entre tantas outras, são tantas as opções que só passando muitos dias em Maceió para desfrutar de uma orla tão privilegiada.

Imperdível passeio


O passeio às piscinas de Pajuçara é feito através de rústicas jangadas, que levam dez minutos para atravessar os dois quilômetros entre a praia e os recifes. Formados apenas na maré baixa, os aquários naturais impressionam pelas águas claras repletas de peixes coloridos e pela estrutura das jangadas-restaurantes, que oferecem lagostas, camarões, peixes e caipirinhas de frutas típicas.

Achou pouco? Ainda tem a Lagoa do Mundaú, Barra de São Miguel, Ponta Verde, Jatiúca... e muito mais. Só visitando para conhecer essa bi-centenária capital do Nordeste. Boa viagem!

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