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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

“Vivo! Revivo!” | Novo DVD de Alceu Valença que vai ser gravado no Recife





Alceu Valença anunciou que vem para o Recife fazer um show para gravar o DVD Vivo! Revivo! A apresentação, marcada para o dia 9 de outubro, às 21h, acontecerá no templo sagrado da música na capital pernambucana, o Teatro de Santa Isabel 

O cantor pernambucano Alceu Valença anunciou que vem para o Recife fazem um show para gravar o DVD Vivo! Revivo!. A apresentação, marcada para o dia 9 de outubro, às 21h, acontecerá no Teatro de Santa Isabel. O roteiro é do próprio Alceu e a direção é do músico Lula Queiroga.

No show, Alceu faz um retorno a sua ponte entre o rock psicodélico e os gêneros musicais nordestinos. No repertório, ele recupera o início da sua carreira, focando-se especialmente em três discos – Vivo!, Molhado de Suor e Espelho Cristalino –, com músicas como Papagaio do Futuro, Sol e Chuva, Pontos Cardeais, Agalopado, Espelho Cristalino e Dia Branco.

O show Vivo! Revivo! já passou por São Paulo, Recife e Santa Catarina. Acompanham Alceu no palco Paulo Rafael (guitarra), Nando Barreto (baixo), Cássio Cunha (bateria), Jean Dumas (percussão), César Michiles (flauta) e Leo Stegman (viola).

História
Alceu Paiva Valença (São Bento do Una, 1 de julho de 1946), é considerado um artista que atingiu maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Influenciado pelos negros maracatus, cocos e repentes de viola, Alceu conseguiu utilizar a guitarra, - que chegou a galope montada nas costas do rock and roll de Elvis - com baixo elétrico e, mais tarde, com o sintetizador eletrônico nas suas canções.

Por conta disso, conseguiu dar nova vida a uma gama de ritmos regionais, como o baião, coco, toada, maracatu, frevo, caboclinhos e embolada e repentes cantados com bases rocknroll. Sua música e seu universo temático são universais, mas a sua base estética está fincada na nordestinidade.

Alceu Valença é um homem de hipérboles, como a sua obra. Dono de um dialeto pluralíssimo que não pronuncia meias palavras. Voz atemporal que trespassa o manto de épocas-rótulos-modismos com a agulha da autenticidade, a mesma que cirze seu patchwork sonoro há décadas, desde que se entregou de vez à música. Alceu Valença é um homem catártico. Fantasiado ou nu, pernambucanamente rei diante da multidão em polvorosa, em Olinda, Recife ou em qualquer lugar do planeta.




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