Construção - Reforma - Manutenção

Construção - Reforma - Manutenção
Clientes encantados é a nossa meta!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Já está disponível a edição ilustrada do livro “O Negócio do Brasil”, do historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello



Considerado um dos clássicos da historiografia da presença holandesa no Nordeste, o livro “O Negócio do Brasil”, do historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello, acaba de ganhar uma nova versão ilustrada

A tese heróica de que os holandeses foram expulsos mediante a valentia dos portugueses, dos índios e dos negros é revista nessa reconstituição histórica feita por Evaldo Cabral de Mello, um dos maiores historiadores brasileiros, especialista em história regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII.

Sessenta e três toneladas de ouro: esse foi o preço que Portugal pagou aos holandeses para que eles devolvessem o Nordeste aos lusitanos; essa negociação teria sido o arremate de uma guerra que já havia sido vencida pelos Portugueses, que mesmo assim sentiam-se vulneráveis ao rivalizar com a principal potência econômica e militar do século o XVII.

Lançado pela primeira vez em 1998, o livro revelou como, após as batalhas que culminaram com a expulsão dos holandeses de Pernambuco, em 1654, Portugal só conseguiu assegurar seu domínio sobre o Nordeste Brasileiro após negociações diplomáticas que envolveram o pagamento do equivalente a 63 toneladas de ouro às Províncias Unidas dos Países Baixos - já então conhecida pelo nome da mais poderosa de suas províncias, a Holanda.

Nova edição


Enfim, de certa forma Portugal precisou recomprar o Brasil da Holanda. A nova edição da Editora Capivara, ainda não disponível nas livrarias alagoanas (sempre atrasadas quando se trata de lançamentos, ainda mais quando não são Best-sellers), traz não apenas imagens clássicas da região no período retratadas por pintores como do holandês Frans Post, como mapas, gravuras e outras ilustrações que ajudam na compreensão da narrativa. "História diplomática é uma leitura árida e só diplomata gosta. Se adoça com gravuras e representações, atrai mais leitores", diz o próprio historiador Evaldo Cabral de Mello

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!