Construção - Reforma - Manutenção

Construção - Reforma - Manutenção
Clientes encantados é a nossa meta!

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Feira de São Cristóvão completa 70 anos mostrando as tradições nordestinas no Rio de Janeiro



A programação, que vai contar com distribuição de bolo, acontecerá entre os dias 17 e 19 deste mês e celebrará o septuagésimo aniversário da feira que mostra um mosaico da cultura e dos costumes nordestinos, na mais cosmopolita das capitais brasileiras

A Feira de São Cristóvão, o pedacinho do Nordeste no Rio de Janeiro, completa 70 anos no dia 18 de deste mês. A programação de aniversário vai do dia 17 ao 19. Na abertura será servido um bolo de aniversário. Além de muito show de forró, a programação vai contar com palestras sobre a cultura nordestina.

Atualmente são cerca de 700 barracas e 100 restaurantes com produtos típicos do norte e nordeste, mas o começo foi bastante informal. A professora de história da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Sylvia Nemer resgatou os folhetos de cordéis e histórias orais sobre a Feira de São Cristóvão para seu doutorado, que resultou na publicação de um livro. De acordo com ela, a versão oficial conta que o cordelista Raimundo Santa Helena leu no dia 18 de setembro de 1945, no Campo de São Cristóvão, um cordel que tinha feito sobre o fim da Segunda Guerra Mundial.

O músico e radialista José Sergival, que comanda há cinco anos o programa Puxa o Fole na Rádio Nacional do Rio, complementa que a Feira de São Cristóvão se tornou um ponto de referência das tradições nordestinas, frequentado não só pelos nascidos na região nordeste, bem como por turistas e apreciadores da culinária e da cultura.

Palco de nomes imortais da música brasileira, a Feira de São Cristóvão já recebeu Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro e ainda recebe ícones como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Quinteto Violado e Maria Bethânia, que foi homenageada no local em junho pelos 50 anos de carreira.

De acordo com o presidente da Feira, Helismar Leite, são quatro mini-palcos “que trabalham com forró tradicional” e dois palcos para música popular. “Só não trabalhamos com Funk, mas tem até reggae, sertanejo universitário, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Martinho da Vila, somos a casa do carioca e temos que unir a cultura”. Ele afirma que a feira recebe a mesma visitação que o Cristo Redentor, com cerca de 300 mil pessoas por mês.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!