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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Santa Catarina vem se destacando no cenário turístico nacional e não é só pelas suas belas praias


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As atrações turísticas de Santa Catarina vão além das belas praias e, não é à toa que o Estado vem se destacando no cenário turístico nacional, ganhando a carinhosa menção de “Santa & Bela”, com destinos que enveredam estado adentro

Duas belíssimas opções: a Serra do Corvo Branco (pouco mais ao Norte, entre Urubici e Grão Pará), a fantástica Serra do Rio do Rastro, com as suas estradas mais sinuosas e íngremes do Brasil, mas que guardam charme e encantos inigualáveis.

O espetáculo que se descortina desde o mirante, com cerca de 1460 m de altitude é de uma beleza cênica inigualável. Pertence ao município catarinense de Lauro Müller( no sentido do litoral, já na baixada litorânea), perto do de Bom Jardim da Serra (este a Oeste da serra), que tem uma das mais belas denominações de um município brasileiro. Não cometa o erro geográfico frequente de achar que a área da Serra do Rio do Rastro é do município de Bom Jardim da Serra ( tal como a Serra do Corvo Branco que não está em Urubici, mas sim no de Grão Pará).Mas não estará de todo modo errado aqui, pois as porções planas e mais altas, são de Bom Jardim da Serra e as encostas, do de Lauro Müller.



São cerca de 12 km em subidas e descidas, de deixar todos sem fôlego e com as pernas bambas (outras coisas também) numa estrada repleta de história, num dos raros acessos rodoviários cortando a Serra Geral, entre o litoral e a serra catarinense( sentido L-W), caminho de muitas tropas cargueiras no passado, onde os muares provavelmente escolheram os primeiros caminhos da passagem, um “passo” lhe essa denominação lhe dá uma melhor ideia da Serra do Rio do Rastro. Escolha de caminhos mais seguros é típicos desses animais dotados de inteligência e conhecimento de áreas de precipícios, transportando no passado produtos pecuários (da serra, charques, lãs, queijos e do litoral sal e diversos produtos tais como frutas, tecidos, remédios, documentos,etc.), numa subida extenuante, num ambiente sempre frio, úmido e ventoso, quando em certas ocasiões, provocou grande mortalidade dos valentes animais de carga por fadiga, choques térmicos,oscilações rápidas de um microclima dinâmico e severo como poucos.

Posteriormente, a rodovia foi concretada na década de 80 devido à inclinação e fortes curvas, que não permitiram o uso de máquinas asfaltadoras nessa estrada que muito se reza e que se você estiver descendo, lamentará não ter comprado mais fraldas lá em Bom Jardim da Serra. Subindo então, dobre a atenção, pois a gravidade favorece quem desce. Fique tranquilo que raros são os acidentes por aqui, pois manter sempre a máxima atenção, mesmo o mais veterano dos motoristas sempre põe em prática. Lembre-se que o local é por demais belo para lembranças trágicas. Mantenha-se atento e saia da mesma forma que entrou nessa estupenda estrada, mas com a alma cheia de belíssimas imagens e o coração já sentindo saudades antes mesmo de terminar a passagem.


Finalmente, pare no topo como todo turista, no mirante e agradeça aos deuses por estar aqui. Se subiu com o carro fechado e climatizado, não seja rabugento e fuja do lugar comum, não reclamando do frio, do vento e se alguém de sua família indagar que aroma é esse, responda que é ar puro. É algo por demais singular, sentir o ar puro que sobe os vales do Rio do Rastro. Mas cuidado por onde pisa. Como o ar é puro, não produza outros aromas, principalmente na época de sapecadas de pinhões, na festa nacional em Lages.

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