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domingo, 23 de agosto de 2015

Portal Terra indica a Chapada Diamantina, uma das maiores atrações turísticas da Bahia, como uma das 20 grandes maravilhas da natureza em todo o planeta

O Parque Nacional da Chapada Diamantina, localizado no coração da Bahia, foi destacado pelo Terra como “um excelente destino turístico para praticar trekking em meio a visuais impressionantes e para praticar esportes radicais como rafting e rapel”

A Chapada Diamantina, na Bahia, foi indicada pelo Portal Terra como uma das 20 grandes maravilhas da natureza em todo o mundo. A galeria, que compõe a página Vida e Estilo, elenca, além da Chapada, outras quatro localidades brasileiras: Fernando de Noronha (PE); Lençóis Maranhenses (MA); Cataratas do Iguaçu (entre Brasil e Argentina); e o Monte Roraima, localizado entre Brasil e Venezuela. Entre os mais bonitos ambientes naturais do mundo, o portal também cita o Monte Fuji (Japão), os Lagos de Plitvice (Croácia) e as Torres el Paine (Chile).

Além das belezas, que encantam visitantes vindos de todos os cantos do mundo, a exemplo da Cachoeira da Fumada, Poço Azul e Gruta da Pratinha, a Chapada Diamantina também reserva uma cultura peculiar e uma rica história, com destaque para o ciclo diamantífero que transformou a região nem um verdadeiro garimpo a céu aberto.

Voo deixa região a 55 minutos de Salvador

A região da Chapada Diamantina engloba 40 municípios turísticos, a uma distância de mais de 400 quilômetros, que podem ser percorridos de carro ou de ônibus. Para ter acesso facilitado, o turista pode partir de Salvador em um dos voos oferecidos pela Trip Linhas Aéreas, com saídas da capital baiana às quintas-feiras. O trecho de volta sempre é oferecido aos domingos. O tempo de voo entre os aeroportos de Salvador e de Lençóis é de aproximadamente 55 minutos.

Os amantes da natureza encontram na Chapada Diamantina opções de lazer durante todo o ano. Do verão ao inverno, os visitantes podem fazer desde programas leves – pequenas trilhas como a do Projeto Sempre Viva, no município de Mucugê, e visitas às vilas como a do Vale do Capão, no município de Palmeiras, e Igatu, em Andaraí – até atividades mais radicais, mais as trilhas da Cachoeira da Fumaça e do Vale do Pati, em que é preciso acampar e dormir em meio à natureza.

A temperatura na Chapada Diamantina é quase sempre alta durante o dia e aconselha-se que o visitante use roupas leves e claras. Já à noite, o friozinho faz com que todos se agasalhem. Durante o inverno, quando a temperatura cai bastante durante a noite, alguns hotéis e restaurantes servem fondue, acompanhado por bons vinhos, para quebrar o frio. A temperatura média durante a noite é de 15 a 18 graus.

Para quem gosta de música, boas pedidas são os festivais de Lençóis, de Jazz do Capão (Palmeiras) e o Festival de Inverno (Igatu). Durante os dias de festa, os visitantes costumam aproveitar para curtir as atrações ecoturísticas, mas a noite é de muito agito ao som de músicos brasileiros e estrangeiros. Já passaram pelos festivais nomes como Lenine, Sandra de Sá, Gilberto Gil, Naná Vasconcelos e a Orkestra Rumpilezz.

Gastronomia



A Chapada Diamantina, há muito tempo atrás foi uma importante zona de extração de diamantes. Hoje, vive do turismo e além de atrações como a caatinga, montanhas enormes e água, muita água, mas também detentora de uma gastronomia deliciosa.

O garimpeiro tinha uma culinária toda especial e é na pequenina e linda cidade de Lençóis, porta de entrada da Chapada, que ainda se encontra o que restou daquela cozinha toda especial: pirão de parida, godó de banana, cortado de mamão verde e cortado de palma, um tipo de cacto da caatinga nordestina e que serve de sustento para muitas famílias do sertão. Isso sem falar na batata da serra, um tipo de tubérculo que, segundo me garantiram, só nasce lá, no alto da serra, livre leve e solta.

Não é cultivada, é apenas colhida por dois ou três remanescentes de garimpeiros, que se encarregam de trazer a estranha batata, que pode chegar até sete quilos, para os restaurantes da região. A batata é comida crua, em saladas, e até como sobremesa, acompanhando o doce de banana feito na região. É praticamente água pura e, além de servir de sustento para os garimpeiros, hidratava o pessoal. O gosto assemelha-se a uma melancia salgada, bem interessante.

Para coroar toda gastronomia peculiar, existe na região o pirão de parida, que, como o nome diz, era para alimentar a mulher que tinha acabado de parir e estava amamentando e é feito com o caldo do ensopado de galinha caipira. Godó de banana é um ensopado feito com banana nanica verde, que acaba tendo um gosto parecido com o da batata inglesa. E o cortado de palma tem um gosto parecido com um ensopadinho de vagem. Tudo uma delícia que vale a pena conferir e degustar.

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