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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Feira de Santana relembrou os 26 anos de ausência de Luiz Gonzaga com missa especial onde os cânticos católicos tradicionais foram substituídos por musicas inesquecíveis do Rei do Baião


Reunindo sentimentos como saudade e fé, admiração e gratidão, artistas, pessoas ligadas à cultura nordestina e fãs de um modo geral, reuniram-se na Igreja Senhor dos Passos e Feira de Santana BA, na missa que marcou os 26 anos de falecimento de Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião

No horário marcado, às 08:30 h de segunda-feira, 03 de agosto, a Igreja Senhor dos Passos estava lotada de fiéis que vieram assistir à missa em homenagem a Luiz Gonzaga, cuja passagem para outra dimensão do universo se deu em 02 de agosto de 1989. No altar, telas retratando o homenageado, O Papa João Paulo II e Padre Cícero, vários LPs gravados pelo “Nordestino do Século XX”, além de objetos como sanfonas e os característicos chapéus de couro que Gonzaga apelidou de “bosta de rola”.

Na homilia, o celebrante exaltou a figura de Luiz Gonzaga, não só como artista, mas como o personagem que cantou a saga do povo nordestino, sem jamais deixar de lado as suas raízes, mesmo quando amealhou fama e sucesso. No lugar dos cânticos do script católico, um autêntico grupo de forró liderado por Jota Sobrinho, Neném do Acordeon e Baio dos 8 Baixos, interpretou grandes sucessos do cancioneiro gonzagueano, a exemplo da obra prima de Patativa do Assaré, “A Triste Partida” que, com seus longos 8 minutos, compôs fundo musical para o ritual da comunhão.


Euriques Carneiro e Jurandy da Feira

Marcou presença na missa de homenagem, o cantor e compositor baiano Jurandy da Feira, autor de grandes sucessos gravados por Gonzaga, como “Terra, Vida e Esperança” e “Nos cafundó do Bodocó”, entre outras. 


Uma cena marcante chamou à atenção dos que foram prestigiar o evento: ainda que a maioria dos presentes fosse de meia idade, foi possível constatar uma boa quantidade de jovens que acompanhavam as musicas do Rei do Baião executadas pelo grupo de forró. 

Aqui como nos EUA, “Luiz Gonzaga não morreu...”











Estrela de Ouro

(Luiz Gonzaga)

Reinado, coroa
Tudo isso o baião me deu
Estrelas de ouro
No meu chapéu
Roupa de couro e gibão
Como um milagre caído do céu
Fizeram-me o rei do baião

Ainda me lembro do tempo
Que a gente
Dançava no meio do salão
Mas hoje tá tudo mudado,
devido ao reinado do meu baião
Percorri o mundo inteiro
Pra ver se encontrava
um destino melhor
Mas até no estrangeiro
Esse bom brasileiro
Também é o maior

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