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domingo, 30 de agosto de 2015

Egito corta relações com museu inglês de Northampton por venda da estátua faraônica de Sejemka



A estátua foi leiloada na casa Christies de Londres por 26,9 milhões de dólares, muito acima do preço e o Conselho de Arte da Inglaterra já avisou que o novo Museu de Northampton poderá ficar excluído de subvenções pela decisão de se desfazer da estátua

O ministro egípcio das Antiguidades, Mamduh al-Damati, suspendeu este sábado as relações das instituições do seu país com o Museu de Northampton, no Reino Unido, por este vender a estátua faraônica de Sejemka, com mais de 4 mil anos, e qualificou o ato como um ‘crime moral’.

Damati anunciou, em entrevista coletiva realizada este sábado, no Cairo, que, apesar da venda e segundo as leis britânicas, a estátua não pode sair do Reino Unido até ao meio-dia de 28 de agosto. Mas o prazo pode ser prorrogado até 29 de março de 2016 caso surja uma oferta fixada definitivamente para uma nova compra da estátua.

Assim, Damati convidou todos os egípcios e os amantes da civilização egípcia, sobretudo os egípcios residentes no Reino Unido, a comprarem a estátua, já que esta seria uma nova tentativa de devolver a antiguidade faraônica às terras egípcias.

Damati disse que todas as organizações internacionais, entre elas a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Conselho Internacional de Museus (ICOM, sigla em inglês), apóiam o Egito na sua tentativa de conservar a estátua. O ministro acrescentou que estas instituições adotam todas as medidas legais e normas morais que proíbem aos museus a venda das suas propriedades.

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