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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Direitos autorais: Seu Jorge é alvo de mais um processo, dessa vez, a contenda é com a família de Mário Lago




O cantor e compositor Seu Jorge continua tendo problemas com a justiça quando o assunto é direitos autorais e, dessa vez, a família do compositor e ator Mário Lago processa o artista por citação da canção 'Ai, que saudades da Amélia' em 'Mania de Peitão'

Seu Jorge, que é acusado por uma dupla de Brasília de ter se apropriado de canções indevidamente - entre elas algumas das mais famosas, como Carolina e Tive Razão -, é também alvo de processo movido pela família do compositor e ator Mário Lago, falecido em 2002.

A batalha judicial começou em 2004, após o lançamento do disco Cru. Na canção Mania de Peitão, há uma citação à composição Ai, que saudades da Amélia, feita em 1942 por Mário Lago em parceria com Ataulfo Alves.

Os herdeiros de Lago alegam não terem sido consultados quanto à inclusão da letra - um dos mais famosos sambas-canções do cancioneiro popular brasileiro - na canção de Seu Jorge. Afirmam ainda que houve, após o início do processo, uma alteração no registro da canção Mania de Peitão no ECAD, órgão arrecadador de direitos autorais, sendo incluídos como coautores Mário Lago e Ataulfo Alves.

Segundo a advogada de Seu Jorge, no entanto, um acordo entre as editoras responsáveis pelas obras (Irmãos Vitale e Universal) garantiu o repasse de 50% dos direitos autorais aos herdeiros ao incluir os autores de Amélia antes mesmo da contenda judicial. Ainda de acordo com a defesa de Seu Jorge, os herdeiros receberam durante este tempo os valores referentes aos direitos autorais de Mania de Peitão.

Depois da contestação dos herdeiros, houve uma alteração nos registros da música no Ecad, segundo a acusação, aparecendo os nomes de Mário e Ataulfo como se fossem co-autores da canção, parceiros de Seu Jorge e de outro compositor, Bento Amorim. A família, de novo, não gostou. "Papai e Ataulfo não são parceiros de uma música chamada Mania de Peitão. Eles tinham de ter colocado como citação à obra", considera Graça. "Não é uma questão de indignação, mas de ser legal ou não", fala Mariozinho.

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